Terra Terra Fotolog
Apiterapia Holistica - Carlos Eduardo Carvalho Santos -(15) 9716-8042 terapiasnaturais@uol.com.br

Categoria: Saúde
Postado por Carlos Eduardo em 16/11/2007 09:35

PROJETOS PARA MELHORIA DA SAÚDE DOS BRASILEIROS (Parte II)
O ensino de primeiro e segundo grau deve incluir obrigatoriamente uma disciplina de terapias naturais, holísticas, energéticas.
O registro na ANVISA de medicamentos naturais, como plantas medicinais, fitoterápicos, florais, minerais e novos medicamentos homeopáticos deverão ser normatizados de forma simplificada a fim de ser incentivada a pesquisa de novos medicamentos.
2 POSTOS DE SOCORRO HOMEOPÁTICO
O governo federal, estaduais e municipais passarão a incentivar a instalação e manutenção de POSTO DE SOCORRO HOMEOPATICO, conforme a lei 5991/1973
“Art. 14 – Nas localidades desprovidas de farmácia, poderá ser autorizado o funcionamento de posto de medicamentos homeopáticos”......

Sugestão, os POSTOS DE SOCORRO HOMEOPÁTICO, atualmente permitidos somente em lugares distantes a 6 km de farmácias homeopáticos deverão ser livres a sua instalação em quaisquer pontos do país, como acontece com os postos de vendas de medicamentos, que são permitidos inclusive em supermercados, embora haja uma farmácia ao lado.
Atualmente a lei permite a instalação de postos de socorro farmacêutico afastados de 6km de farmácias homeopáticas. Mas, hoje com o aumento populacional das cidades e a favelização urbana, há necessidade de se liberar os postos de socorro homeopático, nos morros, nas favelas, ainda que a menos de 6 km das farmácias.
3 MEDICAMENTOS QUÍMICOS E AGROTÓXICOS SUA INFLUÊNCIA NA SAÚDE, NA AGRICULTURA E NA ECONOMIA.
MINISTÉRIOS INTERESSADOS
MINISTÉRIO DA ECONOMIA
MINISTÉRIO DA FAZENDA
MINISTÉRIO DA SAUDE
MINISTÉRIO DA EDUCACAO
MINISTÉRIO DO MEIO HAMBIENTE
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA
O Brasil é um país dependente de medicamentos químicos, modelo de saúde que usa a técnica de manter as pessoas doentes sem nunca normalizá-las. Este modelo é dependente economicamente dos Estados Unidos e de países europeus, o qual gera um pesado ônus a balança comercial do país.
Também é extremamente dependente de agrotóxicos, modelo dos biocidas, produtos que visam matar os vírus, as bactérias, os vírus das plantas cultivadas, mas nunca normalizam as plantas e as quais se tornam cada vez mais dependentes de doses mais fortes de agrotóxicos.
Tanto o modelo de medicina que é praticada em larga escala no Brasil, com orientação do CFM e do Ministério da Saúde, e do Ministério da Agricultura visa apenas a manter as pessoas doentes e as plantas a produzirem num estado completamente de stress e exaustão e totalmente distanciadas do modelo natural.
Este modelo aplicado nos humanos e nas plantas é um modelo econômico extremamente vantajoso para os paises fornecedores de medicamentos químicos e de equipamentos hospitalares, pois a pessoa nunca se normaliza, e passa a ser um cliente cativo da organização médica, hospitalar, dos fabricantes de equipamentos para manter o doente apenas com sobrevida. Este modelo além de ser iníquo com as pessoas, ele cada vez se tem tornando mais oneroso para a economia do país.
O Brasil nos dois últimos quadriênios aplicou maciços recursos financeiros nos hospitais, clínicas médicas e universidades, mas unicamente no modelo que mantém as pessoas doentes, sem nunca normalizá-las.
Caso o governo atual resolver apoiar um novo modelo natural paralelo ao modelo alopático à população irá gradativamente aprendendo a escolher qual deles será o melhor para a sua saúde.
Por outro lado, o governo poderá gastar muito menos em verbas com a saúde, pois a população se tornará muito mais saudável, mais equilibrada, mais saudável, e viverá menos dependente de licenças de saúde, de aposentadorias precoces, de privilégios. As pessoas que são tidas como incuráveis na medicina oficial normalizadas, equilibradas com ajuda nas terapias naturais voltarão para o mercado de trabalho e passarão a ajudar a construir o Brasil ao invés de serem dependentes do sistema médico-hospitalar, de creches, de favores, de migalhas, de ajudas humanitárias.
PARTE ECONOMICA



Comentários (0):

Nome:
Mensagem:
caracteres disponíveis
E-mail (opcional):
URL (opcional):