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Categoria: Saúde

Postado por Carlos Eduardo em 16/11/2007 09:45
PROJETOS PARA MELHORIA DA SAÚDE DOS BRASILEIROS(Parte III)
PARTE ECONOMICA
Haverá um resultado imediato nos gastos públicos que ao invés do governo ter de aplicar maciços recursos financeiros na manutenção dos doentes, em licenças de saúde ou com aposentadorias precoces, toda uma grande parcela da população voltará a se tornar produtiva.
NA AGRICULTURA
Como se referiu acima o modelo de medicina aplicado na agricultura é semelhante ou mais nefasto ainda.
Um emérito professor universitário declarou: a medicina humana mata no varejo e agricultura com os agrotóxicos mata no atacado. Cada parcela de agrotóxico mata a vida natural dos solos, dos microorganismos do solo, deixando a planta num verdadeiro stress, que acaba produzindo produtos que estão contaminados com venenos, com metais pesados, que são ingeridos pelas pessoas.
Isto está ocorrendo com quase toda a população brasileira. Todas as classes sociais estão sendo envenenados com os agrotóxicos, com os metais pesados que estão nas plantas, nos cereais, nas frutas, nas verduras. Os exames nas pessoas indicam que são raras as pessoas que não possuem metais pesados em excesso no organismo.
Este modelo além de adoecer as pessoas ele torna o Brasil dependente dos paises fornecedores de agrotóxicos, que cada vez exige doses mais fortes e mais potentes.
Sugerimos incentivar o uso de métodos naturais, agricultura orgânica, associada à homeopatia, que pode ser colocada nas águas irrigadas. As bombonas, que são acopladas nos tratores, para espargirem agrotóxicos podem ser usadas para se preparar homeopatia e aspergir homeopatia nos campos de trigo, de soja, de milho, de arroz, de feijão, de cana de açúcar, nos hortifrutigranjeiras, e todas as demais culturas.
Este método, em primeiro lugar, deixa de adoecer o agricultor, que não mais entrará em contacto com os agrotóxicos. Estes não mais serão colocados nos solos e dos solos não mais correrão para as águas correntes.
Haverá uma nova ordem nos campos, a população começará a ser tornar mais saudável, mais feliz, mais harmonizada. Da mesma forma a população das cidades deixará de consumir produtos com agrotóxicos, que são altamente adoecedores.
O Brasil poderá se tornar um país líder numa nova ordem na agricultura.
Seus produtos adquirirão muito mais valor no mercado externo, que está ávido de produtos naturais, orgânicos, não envenenados com agrotóxicos. Produtos orgânicos homeopatizados possuem um valor três vezes aos produtos agrotoxizados no mercado europeu.
4 MODELO DE INCENTIVO A
MANUTENÇÃO DA DOENÇA
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
MINISITÉRIO DA SAÚDE
MINISTÉRIO DA ECONOMIA
MINISTÉRIO DA FAZENDA
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA
SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
O Brasil no último século, seguindo o modelo das doenças incuráveis tem privilegiado ao brasileiro com centenas de leis federais, estaduais e municipais que incentivam a pessoa a se manter doente.
As leis tem sido de gerar privilégios para as pessoas tidas como incuráveis na Medicina Oficial, regulamentada pelo CFM.
Privilégios para os cegos, para os surdos, mudos, leprosos, cancerosos, aidéticos, aleijados pela talidomida, paraplégicos, aquisição de automóveis para deficientes físicos, doentes mentais. Privilégios em leis para os idosos e para os menores.
Por outro lado, não existe nenhum incentivo para a pessoa doente se normalizar, nenhum incentivo para o pesquisador criar um novo método de cura, fora do modelo do CFM.
Os grupos minoritárias, negros, indígenas, deficientes físicos, idosos ou menores, lutam por privilégios, por cotas especiais, por direitos, privilégios, mas o modelo natural visa normalizar a pessoa, de modo que ela possa viver sem depender de privilégios, de cotas especiais. Ela normalizada vai saber lutar, defender os seus direitos, alcançar as suas metas sem ser uma dependente, sem ser dependente das migalhas dos mais poderosos, das benesses dos que ajudam para aparecer.
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