Comentários (46):
Em 25/03/2009, às 13:35:20,
Candeias
disse:
Eu, quando meus filhos eram pequenos, no começo dos anos 70, usava os serviços de uma lavadeira. Antes disso, quando morava no final da Santa Clara e de frente para o morro, via lençóis estendidos pelas lavadeiras. Às segundas, entretanto, a predominância era das camisas dos times de futebol
Em 25/03/2009, às 13:36:20,
Candeias
disse:
Eu, quando meus filhos eram pequenos, no começo dos anos 70, usava os serviços de uma lavadeira. Antes disso, quando morava no final da Santa Clara e de frente para o morro, via lençóis estendidos pelas lavadeiras. Às segundas, entretanto, a predominância era das camisas dos times de futebol
Em 25/03/2009, às 13:39:06,
Candeias
disse:
Favor apagar a mensagem repetida...
Chuto Mangueira, acho que os trilhos do trem em segundo plano matam a charada.
Em 25/03/2009, às 13:39:15,
Fábio André
disse:
Elas estão do outro lado da linha do trem, o que elimina o esqueleto. A mangueira é bem mais afastada do maracanã apesar de estar desse lado da linha onde estão as senhoras.
Em 25/03/2009, às 13:48:05,
Luiz D´
|
página pessoal
disse:
Nossa lavadeira morava lá no alto daquela escadaria no final da Santa Clara.
Toda semana vinha com a trouxa de roupa lavada e levava a de roupa suja.
Eu ajudava minha mãe a fazer o rol das peças que iam na trouxa.
Copacabana, naquela época, era outro mundo!
Em 25/03/2009, às 13:50:32,
Derani
|
fotolog
disse:
Elas estavam na Mangueira, debaixo de uma mangueira e lavando roupa de mangueira!
Em 25/03/2009, às 14:11:49,
Laerte
disse:
Hoje, no final da Santa Clara, vê-se traficantes duelando com policiais. Uma lástima!
Em 25/03/2009, às 14:20:28,
Lavra
disse:
Meu palpite é Mangueira. O esqueleto ainda era muito nôvo. Já sei que isto não quer dizer nada, mas acho que eram da Estação Primeira.
Em 25/03/2009, às 15:05:32,
Andre Decourt
|
página pessoal
disse:
Elas são da Mangueira, mas estão na Rua Viosc. de Niterói, na época ainda cheia de indústrias, a foto tem cara de "armada" pois elas estão dentro do perímetro da RFSA, que sempre foi na área urbana ou murada ou gradeada.
Em 25/03/2009, às 17:49:17,
Augusto
disse:
Como nunca morei em Copacabana, a lavadeira lá de casa era mesmo a minha mãe, que colocava as roupas para quarar em um terreno ao lado de casa, em Madureira. Após a construção de um prédio no lugar, tivemos que usar a área de serviço de casa mesmo. Quando nos mudamos para Jacarepaguá, com o espaço maior, usamos o quntal de casa.
Em 25/03/2009, às 18:43:43,
Fábio André
disse:
Roupa suja se lave em casa.
Não tenho empregados domésticos e nunca vou ter.
Cada um lava suas sujeiras.
Precisamos de justiça social.
Em 25/03/2009, às 18:50:15,
Hélio D. Fonseca
disse:
Concordo com o André que a foto é "armada", ainda mais, que lavadeira que se prezava, não colocava as roupas para secar sobre moita de mato! Faria um varal para secar as peças e garantir que se manteriam limpas...Além do mais, a que está de frente para a câmera faz pose para a foto! Parece mais uma integrante da ala das baianas da Mangueira que lavadeira..
Em 25/03/2009, às 19:02:22,
ALEX
disse:
'AMA SECA' E 'AMA DE LEITE' ESSAS FIGURAS SUMIRAM.
AS LAVADEIRAS AINDA ESTÃO ATIVAS, SÃO IGUAL A NOTA DE CEM REAIS, DIFÍCEIS DE VER.
Em 25/03/2009, às 19:22:21,
FlavioM
|
página pessoal
disse:
Helio, as roupas brancas ficavam na grama, ou no mato, para "quarar", lembra disso?
Eu me lembro das lavadeiras nos ônibus, com aquelas trouxas enormes, ocupando metade do corredor. Os motoristas deixavam elas entrarem pela porta de frente (que, naquela época, era a saída).
Mas o que me espantava, mesmo, era a arte que tinham de carregar aquela trouxa equilibrada na cabeça. A maioria conseguia usar as 2 mãos para outras coisas, mesmo andando.
Minha mãe fazia também o rol da roupa cada vez que eu viajava para visitar meus tios. Para que eu pudesse fazer a mala na volta, sem esquacer nada...
E, assim, a nave vai, e o tempo voa!
Em 25/03/2009, às 19:40:48,
JBAN
disse:
Lava roupa todo dia, que agonia...
Lá em casa a lavadeira era branca, quadrada e era ligada na tomada... Uma beleza !
Em 25/03/2009, às 19:44:13,
Marcelo ZS (fake)
disse:
Essa foto parece sair de algum filme pela preocupação de enquadrar o maracanã como pano de fundo.
Em 25/03/2009, às 20:29:58,
Beatrice Portinari
disse:
As lavadeiras da minha mãe e da minha avó moravam na Ladeira do Sacopã. Sempre foram muito bem tratadas e algumas se incorporaram a minha família. Como minha avó era muito religiosa, algumas se tornavam "Filha de Maria" e outras tantas se casavam na Igreja Santa Margarida Maria ou na Pequena Cruzada. Uma afilhada da minha mãe, nascida no Sacopã, passou o domingo aqui em casa e foi tratada tratada a pão de ló. Não é o caso (Zacarias, Percília e Lígia), mas muitas lavadeiras tinham um trato melhor do que aquele que os maridos davam as suas próprias mulheres.
Em 25/03/2009, às 20:40:07,
Hélio D.Fonseca
disse:
Flávio M,
Claro que lembro, mas não em moitas que mais parecem montes com mais terra do que mato!Minha avó materna também foi lavadeira, com muitos fregueses o que lhe permitiu criar quatro filhos a partir da morte do marido, durante a "gripe espanhola", acho que em 1919.Para tonalizar as peças a serem "quaradas" também era usado "Anil do Reich" que vinha numas "petequinhas" vendidas nos armazéns.Ela exerceu a profissão até poucos meses antes de falecer, em 1953.
Em 25/03/2009, às 21:02:12,
Senna
disse:
Também acredito na hipótese de filmagem. Quem sabe o fotógrafo não tem "Pereira" entre "Nelson" e "Santos".
Essa visão do Maracanã é mais ou menos a mesma de quem vinha da Z. Norte de trem.
Em 25/03/2009, às 21:13:23,
Fábio André
disse:
Minha avó e mãe também "quaravam" as roupas sobre o alto capim. Não dá para dizer que na foto há mais terra do que mato.
O depoimento da Beatrice é impagável.
Em 25/03/2009, às 23:04:10,
Evelyn
disse:
Lavadeiras, assim como sapateiros, são profissões( ocupações) hereditárias; assim, os netos desses seriam a última geração a seguir, de uma forma geral.
Da geração dos netos em diante, dificilmente serão lavadeiras ou sapateiros, indo em busca de outras opções.
Também tivemos a D.Geralda!!
Quanto à obs do Alex, "amas de leite" existiam numa época em que não havia síndrome de imunodef. adquirida (AIDS), após isso NEM PENSAR.
Em 26/03/2009, às 16:19:36,
Archanjo
disse:
Também sou neto de lavadeira e foi com ela (e com meus pais) que aprendi muita coisa na minha vida, inclusive o gosto pela leitura, por bons filmes e a ter um comportamento decente.
Com ela conheci a Cidade Maravilhosa, quando a acompanhava para entregar roupas, vi pela primeira vez o Palácio Monroe, o Largo dos Leões, Botafogo e tantos outros lugares, indo de trem até Barão de Mauá e depois de ônibus até a zona sul.
Quanta saudade! Ela exerceu a profissão por quase 50 anos e se hoje ainda estivesse viva teria completado 94 anos (a danada se mandou sem avisar, assim como minha mãe). Eu adoraria refazer aqueles passeios ao seu lado.
Minha avó usava o mato para quarar as roupas, além do varal, é claro.
Muitas saudades, vó! Dá um beijão na mãe por mim e diga a ela que a caminhada continua!
Em 26/03/2009, às 19:15:53,
Hélio D. Fonseca
disse:
Evelin,
Quer dizer que a campanha de doação de leite materno é uma furada? Não há como se saber se leite doado é saudável ou está contaminado com o vírus do HIV? Vou parar de juntar potes de vidro e entregá-los nos Bombeiros ou na Carmela...não vou continuar a entrar nessa furada!
Em 26/03/2009, às 19:52:34,
Fábio André
disse:
A Evelyn é uma figurinha! infelizmente não difícil.
Desgraçadamente nossa "força" médica é constituída de pessoas assim.
Em 26/03/2009, às 20:03:54,
Fábio André
disse:
É o que tinha falado antes, elas estão distantes da Mangueira. Pelo menos o dobro desta distância. Talvez o objetivo seria enquadrar o Maracanã.
Se bem que o Tumminelli perguntou de onde elas seriam, não onde estavam.
Em 26/03/2009, às 20:05:25,
Helio Ribeiro
disse:
Xará, o nome do anil era Reckitt.
Em 27/03/2009, às 23:02:44,
Helio D. Fonseca
disse:
Valeu XARÁ.Sua abalizada opinião está fazendo falta no Saudades Do Rio de hoje .
Em 28/03/2009, às 23:07:29,
Helio Ribeiro
disse:
Grato pelas gentis palavras, xará. É que às vezes eu me meto em discussões nesses fotologs e fico meio aborrecido com o que rola nelas. Aí passo uma temporada quieto, sem dar palpites, a menos que seja algo muito específico sobre o qual eu tenha alguma informação, como foi o caso do meu comentário acima.
Em 29/03/2009, às 07:54:30,
FeR_09
|
página pessoal
disse:
Holis!! colgue una fotis con vos en mi flog, pasate.., ta re linda
http://www.webeandonline.com.ar. Firmame pliss! Besote!
Em 29/03/2009, às 13:59:50,
Nilton
disse:
Esse tema de lavagem de roupas a céu aberto me faz lembrar aquelas famosas "toalhinhas" que quando expostas nos varais denunciavam que a moradora estava "naqueles dias", o que, numa época de tantos tabus, era a alegria da garotada.
Hélio D. Fonseca,
Por favor não pare com a sua contribuição ao programa de aleitamento, e esqueça o que foi dito pela Sra. Evelyn que, talvez por falta de informação, está, isso sim, prestando aqui um desserviço social.
Em 30/03/2009, às 00:53:32,
Evelyn
disse:
Sr.Hélio D. Fonseca e Sr.Nilton
Leiam com ATENÇÃO para poderem intepretar CORRETAMENTE o que foi colocado e não saírem dizendo coisas que em momento algum falei;
Em momento algum falei CONTRA A DOAÇÃO de leite materno, isso é estimulado, desde que feita diretamente para um banco de leite, onde vários testes serão realizados, para futura liberação; no meu comentário fui clara ao dizer que APÓS O ADVENTO DA AIDS, não existem mais AMAS DE LEITE, pelo risco de transmissão de AIDS, se for amamentar diretamente alguma criança sem a realização prévia de exames, tanto que a PRÓPRIA mãe só amamenta seu PRÓPRIO filho nas maternidades após exame de HIV negativo, devido ao alto risco de transmissão pelo leite materno, caso essa mãe seja soropositiva.
Logo, quem está prestando um desserviço e fazendo acusações vis, e senhor Nilton, certamente não fui eu.
Quanto ao sr Fábio André, este não merece a mínima resposta, já demonstrou em diversas ocasiões ser desequilibrado, e sair ofendendo e desmerecendo.
Não lembro agora quem é o autor do seguinte pensamento:
"Só fale se o que você for falar for mais importante do que o silêncio"
Mais duas coisas,
Hélio D. Fonseca
É EvelYn
Quando discordarem de algo, manifestem-se, mas com classe e elegância, tenham postura, saibam se colocar sem ofender, desmerecer ou desclassificar,
Em 30/03/2009, às 04:46:10,
ALEX
disse:
MENINOS E MENINAS, muita calma neste momento de lazer.
MUITA PAZ!
Em 30/03/2009, às 12:35:30,
Nilton
disse:
Sra. EvelYn,
Minha manifestação se deveu unicamente pelo fato de seu comentário ter causado no Hélio um desestímulo a uma prática bastante saudável e elogiável, foi a isso que chamei de desserviço, sem nenhuma ofensa ou acusação vil.
Pelo que a Sra. explicou agora, seu comentário não se referia à doação a bancos de leite, como essa realizada através do Corpo de Bombeiros e que já foi copiada por diversos estados, logo, para ser coerente com o que afirmou agora, (que tal prática deve ser "estimulada"), seria sua "obrigação" senão moral, pelo menos ética a de esclarecer qualquer interpretação erronea que levasse a um desestímulo.
Como, mesmo após 4 (QUATRO) dias não houve nenhuma manifestação de sua parte mesmo tendo tomado conhecimento da cosnequencia do seu comentário, decidi me manifestar. Portanto não me venha dizer que o meu silencio seria mais valioso do que foi o seu.
Em 30/03/2009, às 17:37:57,
Evelyn
disse:
Sr Nilton
Conforme disse anteriormente, em NENHUM MOMENTO falouse CONTRA A DOAÇÃO, o comentário foi referente à AMAS DE LEITE, logo quem leu não ENTENDEU o texto, nem soube INTERPRETAR seu conteúdo, dizendo que eu disse o que em momento nenhum falei, isso sim, é sério e muito.
E ainda foi reforçado pelo seu comentário, que ao que parece também não leu com atenção o que eu quis dizer, veja no meu coment inicial que houve referência APENAS ao término da prática de amas de leite pelas razões já expostas, em nenhum momento em relação a bancos de leite, e isso faz parte do meu discurso diário.
Quanto aos 4 dias de "ausência", só tomei conhecimento desse "bombardeio" com a minha pessoa ontem à noite, quando espantadamente li e ver como algo a princípio claro pode causar tamanha reação e desrespeito a quem comentou, desmerecendo a pessoa e desqualificando.
Quanto aos 4 dias, apenas tomei conhecimento ontem à noite, e imediatamente retornei.
Mais uma vez acho que houve interpretação errônea, o silêncio que me referi não foi ao meu de 4 dias como citado pelo senhor, e sim em relação aos comentários de vocês três, que colocaram coisas jamais faladas, totalmente fora da idéia que eu tentei passar no meu comentário inicial, daí sim, cabia a frase do silêncio.
Quanto à ética e moral( isso seria mais uma acusação?), posso garantir que há e muito, infelizmente não podendo dizer isso de todos aqui.
Em 30/03/2009, às 17:45:14,
Evelyn ( correção)
disse:
..nenhum moemnto falou-se...
..quando espantamente li, e ver como algo...
Em 30/03/2009, às 17:49:58,
Evelyn ( nova correção)
disse:
...nenhum momento falou-se...
Em 30/03/2009, às 18:49:30,
Brizola
disse:
Espantamente? Não seria o caso de uma nova correição?
A Srta Evelin que ver bébé chorando.
Que má!
Em 30/03/2009, às 18:54:22,
Nilton
disse:
Não pretendo prolongar esse bate bocas (ou seria bate teclas ?).
Já disse o que tinha a dizer e as pessoas que aqui frequentam são inteligentes o suficiente para tirar suas próprias conclusões, se assim lhes aprouver.
Meu único interesse era que nosso colega não se sentisse desmotivado, como demonstrou, e se tiver conseguido isso já me dou por satisfeito.
Em 30/03/2009, às 20:48:14,
M.Lobo
disse:
Lavadeiras nada!
Não perceberam que são terroristas da al-kaeda preparando uma bomba pra derrubar o Maraca?
Em 30/03/2009, às 21:21:23,
É um filme!
disse:
Não notaram que é a versão brasileira de "singin´in the rain"? que estreara há um ano atrás?
Este filme é "Singin´in the Rio"
As nossas estrelas são Angela Maria e de costas, Zilka Zalaberry ("Nastácia do sitio do pica-pau amarelo)
A música que estavam cantando:
" Vou lavar roupa bem branquinha para minha zinhasinha e seu filhinho" tralálá, tralalá....
Em 30/03/2009, às 21:46:01,
Emília
disse:
A Zilka Salaberry não foi a Tia Nastácia, foi a Dona Benta, seu cara de coruja seca.
Em 30/03/2009, às 22:57:59,
Lingua de trapo
disse:
A frenética é que foi tia Nastácia. Tu não entende de Pica-pau.
Em 31/03/2009, às 02:50:20,
Passante
disse:
Cade o novo dicionário da Evelyn?Cade o leite? Cade o dono do espaço?
Saiu e não blindou o fotolog?
Em 31/03/2009, às 20:37:47,
Hélio D. Fonseca
disse:
Nilton,
Valeu pela solidariedade; não vou parar de doar os frascos de vidro com tampa plástica às maternidades públicas, após o complemento das informações esclarecedoras da Evelin. Não vamos nos estressar, pois como dizia GANDHI, " A ARTE DA VIDA CONSISTE EM FAZER DA VIDA UMA OBRA DE ARTE". Portanto, Viva o Banco de Leite e as suas doadoras(amas de leite, ainda que indiretas).
Em 31/03/2009, às 22:42:19,
Evelyn
disse:
Hélio
Já que tudo fiocu esclarecido, só um ajuste:
É EvelYn
Em 1/04/2009, às 18:16:00,
Evelyn ( correção tardia)
disse:
...ficou...