Comentários (21):
Em 8/04/2009, às 06:29:46,
Beatrice Portinari
disse:
O Arlindo Pereira Carneiro foi contemporâneo do meu pai no Colégio Santo Inácio. Ele vai adorar a postagem! O Tito era seu irmão?
Em 8/04/2009, às 08:00:19,
Lavra
disse:
Lembro de algumas marcas de motos: JAVA, INDIAN, NORTON, BMW.
A maior com o cidadão de camisa branca e uma Harley Davidson
Em 8/04/2009, às 08:46:11,
Gustavo Lemos
disse:
Esta foto é de 1947 e foi tirada pelo pai do Zé Rodrigo, que foi como um irmão do meu pai e também do meu tio, que aparece em primeiro plano. Os três foram amigos de toda a vida, e também o Milton Pedro Gomes, pai do PGomes.
O Arpoador era o point dos motociclistas nesta época. Apenas a moto do meu tio é de fácil identificação: uma BSA inglesa. As outra duas são motos pré-guerra. Pelo tipo da suspensão, a do Arlindo parece ser uma Excelsior 1938.
Beatrice, o Tito era realmente o irmão do Arlindo e fazia parte da turma. Era um cavalo de forte.
Vou procurar o Arlindo para identificar as motos.
Em 8/04/2009, às 09:14:58,
Andre Decourt
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página pessoal
disse:
Essa turma só andava com motos inglesas ou alemãs. Indians, e harlleys eram coisa de gente cafona....Acho que a moto que a D. Rose esta montada é uma Norton ou uma Triunph
Em 8/04/2009, às 10:17:00,
Pgomes
disse:
Com a licença do Tumminelli, agradeço ao Gustavo Lemos pelo comentário de ontem e fique muito contente. Não é difícil deentrar lá no blog, sempre que quiser será uma satizfação.
Em 8/04/2009, às 11:04:51,
JBAN
disse:
Agora eu entendo porque Lord Zé gosta tanto de veículos motorizados. Puxou da mãe !
A foto é sensacional.
Em 8/04/2009, às 11:23:51,
Gustavo Lemos
disse:
Andar de moto nos anos 40 era uma aventura. O piso de paralelepípedos e trilhos de bonde combinados com chuva eram mortais. Ainda bem que o delegado Estrela era super rigoroso no exame de habilitação. Quem não demonstrasse habilidade em duas rodas, não passava. Este rigor deve ter evitado muitas mortes.
Em 8/04/2009, às 11:47:55,
Ze Rodrigo
disse:
Na verdade esta foto é do acervo do Gustavo, pois foi um presente de meus pais para os pais dele conforme se lê na dedicatória.
Quanto as Motos, sei que meu pai dava o nome de Tabu para elas, mas esta que aparece eu não sei a marca.
:-))
Em 8/04/2009, às 12:13:16,
Jaime Moraes
disse:
Naquele tempo, era costume dar um nome a moto, escrevendo na plaquinha sobre o paralama.
A minha Zundapp era a " Burrinha " . Triste final para uma moto que brigou na II guerra...coisas de adolescentes, mesmo !
Em 8/04/2009, às 12:17:13,
Roberto Rodrigo Octavio
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e-mail
disse:
A moto do Afranio era inglesa, parece ser Triumph, pelo estilo do escape, a do papai era alemã, Zundapp e a do Arlindo poderia ser inglesa, Norton, mas não lembro bem.
Conheci os três. Arlindo, inclusive, me deu um capacete quando soube que ia comprar uma moto, mas nunca usei. Os três hoja andam em outros lugares, distantes. Esta foto que tem dedicatória de papai, foi oferecida à mãe do Afranio e do Aluizio, depois da morte trágica do primeiro.
Em tempo, sou irmão do Ze Rodrigo.
:)
Em 8/04/2009, às 13:39:57,
Beatrice Portinari
disse:
Gustavo Lemos,
Meu pai era muito amigo do Tito. Não sei ele já viu a postagem, mas é provável que conheça os outros do grupo. Durante muito tempo tive um amigo chamado Tito Pereira Carneiro que adorava carros. Seria seu filho?
PGomes,
Qual é o endereço do seu blog?
Ze Rodrigo e Roberto Rodrigo,
A mãe de vocês era muito à frente do seu tempo. Acho isso invejável! Aliás, tenho o livro (1994) da avó de vocês, como um dos melhores da nossa literatura memorialística. O título é belíssimo.
Em 8/04/2009, às 14:35:22,
Gustavo Lemos
disse:
Beatrice, sim. O Tito Pereira Carneiro tinha dois filhos: Titinho e Cacau. Convivi muito com eles nos anos 60, quando montava na Hípica. Também eram sócios. É bem provavel que seu pai tenha conhecido a turma. Uma curiosidade: o Tito e Arlindo eram sobrinhos do Conde Ernesto Pereira Carneiro, dono do Jornal do Brasil.
Em 8/04/2009, às 17:12:46,
Gustavo Lemos
disse:
Roberto, só agora vi sua mensagem. O Arlindo está vivo, e mora na Praça São Salvador aqui no Rio.
Em 8/04/2009, às 18:07:27,
Andrade
disse:
Sequência de fotos magníficas. Parabéns pelo resgate e por poder unir as pessoas como fez.
Em 8/04/2009, às 20:56:53,
M.Lobo
disse:
Tenho uma dúvida com relação à estas motos mais antigas:
para que servia aquela plaquinha colocada no sentido longitudinal sobre o paralama dianteiro?
Em 8/04/2009, às 21:21:57,
Richard
disse:
M. Lobo, a plaquinha era onde as pessoas pintavam o número da placa da moto. Na Europa, claro.
Em 9/04/2009, às 22:14:52,
JBAN
disse:
Roberto, Você é o irmão do Zé ? Não se preocupe. Ninguém é perfeito.
A foto e as histórias são sensacionais.
O Rio de Janeiro é uma aldeia.
Em 13/04/2009, às 14:35:18,
Otávio Frota
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e-mail
disse:
Por acaso o motocilcista Afrânio (Arsênio de) Lemos vem a ser a vítima do famoso crime da ladeira do Sacopã? No caso do crime o citado Afrânio Lemos era funcionário do BB e piloto de corridas de carro.
Em 14/04/2009, às 00:19:16,
Tumminelli
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fotolog
disse:
Olá Otávio,
bem vindo ao Carioca da Gema.
Você está certo. Esse é o Afrânio do famoso crime da Sacopã.
;-)
Em 23/05/2009, às 14:56:37,
Gustavo Lemos
disse:
Descobri as marcas das motocilcletas. A da esquerda é uma Victoria 350; a do meio DKW DS 350 e a última uma NSU 500.
Em 23/11/2009, às 14:56:25,
tito pereira carneiro filho
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e-mail
disse:
Gente
Recebi agora um e-mail de meu cunhado passando o blog de voces.
Emocionante, eita saudades do Rio de antigamente.
O Gustavo Lemos é filho de Aluisio amigo de meu pai que conheci pessoalmente inclusive comprei uma honda 750 na Lemos&Brenta
Andei um pouquinho de moto, duas vezes ao Ushuaia e alguma ao Chile
Muito legais as fotos, estão de parabens, continuo carioca mas exilado em Sampa
Abraços