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HISTÓRIAS DA REDONDA, DA GORDUCHINHA, DO ESFÉRICO, DO BALÃO... ENFIM, DO CAROÇO

Postado por Caroço em 09/07/2006 14:32

Adeus, Berlim
Por Fábio Altman, de Berlim

Era 4 de agosto de 1936. O americano Jesse Owens conquistava a segunda de suas quatro medalhas de ouro diante do alemão Lutz Long, ao vencer a prova de salto em distância. O Estádio Olímpico de Berlim via um negro, um dos grandes atletas de todos os tempos, humilhar Adolf Hitler nos jogos que ele pretendia usar como exemplo da supremacia da raça ariana. Quase 70 anos depois, dia-a-dia, a belíssima arena, a arquitetura em seu apogeu, apagará de vez essa mancha histórica. Logo mais, Fabio Cannavaro ou Zidenide Zidane, um dos dois, erguerá a Taça da Fifa. À esquerda da posição onde está o CAROÇO no Estádio Olímpico há uma escadaria. À direita dela, na parede coberta da mármore, uma placa lembra os horrores dos anos 1930, quando a Alemanha mergulhou na tragédia e o mundo, idem. São os derradeiros minutos de um pedaço de pedra que marcou um tempo triste. É a Alemanha de Jürgen Klinsmann contra a Alemanha de Adolf Hitler. Demorou, mas finalmente a história tratará de homenagear aqueles que morreram para que hoje, 9 de julho de 2006, o Estádio Olímpico de Berlim conheça o novo campeão do mundo. Em vez da suástica, das mãos celebrando o horror, despontam bandeiras da França e da Itália e, verdade, ainda algumas camisas do Brasil.



Comentários (1):

Em 8/05/2007, às 10:59:18, joão carlos | e-mail disse:
hitler era um maluco mais era inteligete podia usar sua inteligencia para fazer coisas boas pelo mundo mais deixou o poder subir pra cabeça e ainda queria fazer uma coisa sem logica queria que existice so a raça dele a raça ariana deus nunca ia deixar acontecer isso
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