Assoprando velinhas... Aos presentes e ausentes, esta ata vai em tom quase ficcional, relatando as aventuras decamerônicas de um grupinho mui coeso com a idade média entre 16 e idos de 65 e um misto de jardim das delícias e clube inglês novecentista, embora em bom português.
O ateiro relata que encontrou o colega Barreto em primeiro lugar, sentado próximo ao Clube, iniciando um papo sobre contos que pareciam ter vida e tempo próprios, que poderiam ser de outra fase. Falou-se também no mote "fotografia" para um futuro tema. Em seguida, João Batista deu o ar da graça e rumamos para o Clube. Em pouco tempo,
Marília Arnaud trouxe um bolo de chocolate para comemorar uns aniversariantes - eu incluso. Delícia que foi posta na mesa com o aval e o afeto da contista. Depois, Dira e a amiga mineira Beth (Geórgia) Almeida chegaram. Também
Sônia, Ronaldo Monte, Alexandre (Beiçola) e Regina Behar.
Se não me falha a memória, claro. Nem Valéria, Mariano, Dôra - que estava nos preparativos do lançamento - apareceram. Isso sem falar na preciosa Pepita.
João leu conto ao estilo Marília (à guisa de homenagem), Barreto lançou história de tráfego, Regina dirigiu o conto para a minha narração e Alexandre nos divertiu com mais um exemplo de criatividade. Ronaldo, todo prosa e alta
literatura, continuou com mais um capítulo do seu aguardado romance. Entre leituras, um pequeno intervalo de "parabéns pra você", velinha, fotos e muita, mas muito brincadeira
entre reflexões midiáticas sobre tietagem e blog e conveniência de quem tenta manter um certo distanciamento sobre arroubos adolescentes no mundo virtual. No entanto, registra-se a lenda e o fato fica chupando vela.
Estabeleceu-se a finalização das entregas dos contos sobre celular para o dia 31 e os possíveis temas, fotografia, mal entendido e roubo/furto. No mais, seguem os mesmos e critivos espantosos caminhos dos arredores do conto. O
Clube fechou a sessão com uma caravana indo para o lançamento do Cd de Pedro Santos - e desde já me desculpando por ter um outro compromisso no mesmo horário.
Quem não tem cão caça com gato.
Quem quiser que conte outra.
Dou fé.
André.