Comentários (10):
Em 15/01/2009, às 21:27:07,
Alberto Ferreira
disse:
O poeta CORDEIRO BRABO, num virulento protesto contra os maus pesquisadores, disse que iria se embrenhar sertão adentro e conservar um aspecto de extrema pobreza para receber os "DOUTORES NIVERSITÁRIOS" do jeitinho que eles gostam. Olha só, o poeta CORDEIRO BRABO devidamente adaptado ao seu novo habitat... Felizmente ainda não aprendeu a DESMETRIFICAR, coisa que ele prometeu também no dito manifesto poético.
Em 15/01/2009, às 21:28:01,
Amanda Cardoso
disse:
Poeta CORDEIRINHO, esse óculos ainda está muito urbano. É melhor arranjar outro, parecido com o de PATATIVA.
Em 15/01/2009, às 21:30:15,
ARIEVALDO VIANA
|
página pessoal
disse:
O QUE DISSE O CORDEIRINHO... É IMPORTANTE RELEMBRAR:
Pesquisador tem mania
De aplaudir o que não presta
Pegando um cordel mal feito
Bate palma, faz a festa,
Se for poeta matuto
Grita logo, resoluto,
- Ô cabra bom da mulésta!
E se vier de Sorbone
Ou dos Estados Unidos
Se achar um velho matuto
De recantos esquecidos
Fazendo verso mal-feito
Só se dá por satisfeito
Se gravar seus alaridos.
Se encontrar um gravurista
Cortando tacos de pau
Ou mesmo um verso mal feito
De CUÍCA, ELE... O TAL!
Pensando ser coisa séria
Cria logo uma matéria
E publica no jornal.
Depois reúne os alunos
De alguma universidade
Dizendo assim: - Encontrei
Um poeta de verdade!
Louva o sujeito, enaltece,
Como se aquilo tivesse
A suprema qualidade...
Em 15/01/2009, às 21:31:51,
CARLOS FERREIRA
disse:
Ô VÉI MACHO!!!
Em 15/01/2009, às 22:24:14,
JOTA BATISTA
disse:
Interessante lembrar que CORDEIRO BRABO conclui o seu poema nesses termos:
Por isso, de hoje em diante
Estou bem deterinado
É este o último cordel
Que faço metrificado
Com rima e com oração
Minha próxima produção
Será toda em pé-quebrado!!!
Eu vou deixar a cidade
Comprar uma boa enxada
Uma cabaça, uma foice,
Uma camisa rasgada,
Direi para filho e neto
Que eu sou “anarfabeto”
E que nunca aprendi nada!
Irei numa serraria
Daqui pro fim da semana
Mandar lixar e serrar
Uns tacos de umburana
Pois além de cordelista
Irei virar GRAVURISTA
Que assim ficarei bacana.
E se um dia um doutor
Resolver me visitar
Com minha enxada na mão
Na certa vai me encontrar
Renegando Zé Pacheco
Limpando mato no seco
Satisfeito a declamar!
Em 15/01/2009, às 22:25:39,
JOTA BATISTA
disse:
ONDE SE LÊ "deterinado", leia-se DETERMINADO.
Por isso, de hoje em diante
Estou bem determinado
É este o último cordel
Que faço metrificado
Com rima e com oração
Minha próxima produção
Será toda em pé-quebrado!!!
Em 15/01/2009, às 22:59:02,
Maria Cleonice Paulino da Silva
disse:
E incrivel como o Sr.CORDEIRO BRABO e parecido com o Godofredo tio do Pedro Paulo.
Em 15/01/2009, às 23:56:50,
JESUINO VIBRANTE
disse:
OLHANDO BEM DIREITINHO
É ELEGANTE O CORDEIRO
ALÉM DE SER BOM POETA
QUE FAZ CORDEL VERDADEIRO
ESTÁ CAGANDO E PEIDANDO
PRA PESQUISADOR FULEIRO!
Em 16/01/2009, às 08:49:19,
Zé de Riba.........................................da Zefa
disse:
Patativa é bom poeta
Isso não posso negar
Mas na arte que abraçou
Se formos analisar
Zé da Luz foi bem melhor
Mas todos temem falar.
Em 16/01/2009, às 10:51:15,
Juquinha das Virgens
disse:
Contra todo picareta
Estou com Cordeiro Brabo
Que é poeta de peso
Artista que muito gabo
O pesquisador fuleiro
Que lhe tirar a terreiro
Ver porca torsendo o rabo.
Francisco Sales Arêda
Foi gênio da poesia
Deixando diversos clássicos
Rimados com maestria
Porém morreu despresado
Pois o poeta inspirado
Pra muitos não tem valia.
Pois pesquisador só gosta
De folheto desgraçado
Sem critério, sem estilo
Sem oração, mal rimado
Por gostarem de titica
Endeusam Borges, Cuíca...
Tudo desmetrificado.
Defendo Abraão e Borges,
Como xilogravadores.
Como poetas são fracos
Não sabem dosar as cores
Da aquarela poética
Fazendo rima patética
Como um circo dos horrores.
Meu caro pesquisador
Se com alguns eu fui duro
Espero que me perdoe
Pois meu coração é puro
Não nasci para tiéte
E não espere confete
Pra folheto sem futuro.
Quem tem valor eu não nego
Não sei enganar, porém
Olhando uma obra tosca
Não posso dizer amém
Por favor seja sensato
E não me pegue por pato
Dos defeitos de ninguém.