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SUB-LI-NHAR

Postado por DECO FERREIRA em 27/04/2006 14:12

Vitrines
"Eu te vejo sumir por aí. Te avisei que a cidade é um vão. Dá tua mão. Olha
pra mim. Não faz assim. Não vai lá não."
Se eu soubesse de tudo, se eu tivesse uma bola de cristal, tentaria te prender, tentaria dizer pra você: Não vai lá não!



Comentários (10):

Em 27/04/2006, às 19:13:30, Lê disse:
Sei que vc nao me conhece, mas vai conhecer. Sei tb que ta triste, mas vai passar. um beijinho, smachhhhhh!!
Em 28/04/2006, às 09:08:10, Si. disse:
Ei, o q que há?
Amigo, tudo bem com vc?
Fiquei "aflita" com foto e comentário... ;-(
Te amo.
Bj
Em 28/04/2006, às 20:46:19, Elias Ferreira disse:
"São demais os perigos desta vida
Pra quem tem paixão principalmente
Quando uma lua chega de repente
E se deixa no céu, como esquecida
E se ao luar que atua desvairado
Vem se unir uma música qualquer
Aí então é preciso ter cuidado
Porque deve andar perto uma mulher
Deve andar perto uma mulher que é feita
De música, luar e sentimento
E que a vida não quer de tão perfeita
Uma mulher que é como a própria lua:
Tão linda que só espalha sofrimento
Tão cheia de pudor que vive nua
São demais os perigos desta vida"

Em 3/05/2006, às 14:27:31, Moninha disse:
"Vou seguindo pela vida, me esquecendo de você. Eu não quero mais a morte, tenho muito que viver...Vou querer amar de novo, e se não der não sofrer. Já não sonho, hoje faço com meu braço o meu viver."
Deco, não tenho conseguido falar com vc, espero que já esteja nessa fase ai de cima...quem sabe? Beijos...
Em 3/05/2006, às 18:15:58, DECO FERREIRA disse:
MORRER DE AMOR

E se de repente, ao cair da tarde, você me dissesse que não gosta mais de mim, que não me quer mais e, por isso, eu não tenho mais o direito de querê-la.
Se, por algum motivo desconhecido, pelo menos por mim, você não dependesse mais do meu colo - calor que não a aquece mais.
Se, depois de parecer tão minha, unicamente minha, você fugisse de mim, como num sonho ruim, e eu corresse para alcançá-la e não saísse do lugar, e você se afastasse cada vez mais, e eu gritasse o seu nome, mas a minha voz não saísse.
Se, por uma maldade do destino, por responsabilidade única e exclusiva do destino, os seus olhos não brilhassem mais por mim, e os meu olhos só chorassem por você, mas você não os visse.
Se, sabe lá Deus o porquê, o meu sorriso não a encantasse mais e a minha boca só dissesse o que você não quer mais ouvir, ainda que eu falasse a língua dos anjos e tivesse toda a poesia do mundo em meus lábios.
Se, somente se realmente acontecesse isso, eu morreria de amor.
Resta saber agora o dia da ressurreição.

Em 3/05/2006, às 20:39:25, Moninha disse:
"Quem pagará o enterro e as flores se eu morrer de amores?"
Dequinho, esqueceu as aspas de novo?
Bjs(saudades...tô querendo saber de vc)
Em 3/05/2006, às 21:32:43, Elias Ferreira disse:
"É preciso treinar para esquecer aquilo que nos apegamos"
Em 4/05/2006, às 18:24:32, Gisele Preta disse:
Que morra o velho amor,
que nasça o homem novo
De coração novo
pronto pra gostar mais uma vez
pra se entregar e sentir
aquele friozinho de montanha-russa na barriga
que faz a gente sonhar acordado
e não suportar uma espera de dez minutos
para ouvir a voz do ser
que de repente
manifestou-se como o mais interessante
e extraordinariamente imperdível
que tivemos a felicidade de encontrar
E que esse ser tão difícil de vislumbrar agora
não demore pra chegar
pra que o inverno não se faça sentir
e a paisagem cinza não tenha par
em sua vida nova.

Em 4/05/2006, às 21:20:30, Noyan disse:
Deco se eu pudesse fazer alguma coisa, faria algo mágico, para jogar nas pessoas que sofrem, mas a unica coisa que tenho é o meu ombro que não é tão forte assim mais é sustentado por um coração que te ama muito! Te cuida!
Em 5/05/2006, às 13:55:25, Clara Violeta disse:
Ela gosta de manhãs
A luz que entra
ilumina os pelos do corpo dele
loiros
Ele canta
brinca com a luz
Ela deixa a água
que cai lentamente
Molhar seus
cabelos longos
De um tom tão escuro
que não cabe no mundo de luz
dele
O pente nas mãos dele
Desliza pelo cabelo dela
Vai ficando
tão claro
A música já inundou tudo
Mecha por mecha
Tanto amor naquelas mãos
pentes
Que hoje é estranho ver a casa
vazia.
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