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Categoria: Artes
Postado por Editora Luzeiro em 12/03/2009 12:32

Grandes Cordelistas: Natanael de Lima
NATANAEL DE LIMA ( NDELIMA nos acrósticos ) nasceu aos 11 de janeiro de 1922, na então vila ( hoje cidade ) de Fagundes, município de Campina Grande, PB. De família pobre, não pode estudar, e começou a vida como agricultor.Em 1940 cantava emboladas. Em 1942 comprou uma viola, por influência do cantor violeiro Manoel Fabricio da Silva ( Asa Branca ), com quem passou a cantar no sertão paraibano, ganhando renome em pouco tempo. Em 1946 publicou seu primeiro livro, O Brasil em decadência, que teve grande êxito em todo o Nordeste; em seguida publicou Zuzu e Carmelita, Josino e Nestorina, João sem Direção, Genival e Belinha e muitos outros. Em 1950, vindo ao Rio de Janeiro, conquistou o primeiro lugar cantando no programa Onde está o poeta, de Almirante; ainda nessa viagem ganhou um prêmio, desafiando seis poetas cantadores no Teatro João Caetano. Voltando à Paraíba, negligenciou a poesia e foi trabalhar como carpinteiro, na construção civil. É falecido.
Folhetos lançados pela Editora Luzeiro : O ferreiro das três idades, O escravo fiel, O romance de João sem Direção.



Comentários (2):

Em 13/03/2009, às 09:10:15, Marco Haurélio disse:
Natanael é da estirpe dos velhos poetas de bancada que eram, também, notáveis improvisadores, e vice-versa. Do mesmo time fazem parte, entre outros, Severino Borges, Severino Milanês, Zé Duda, Melchíades, Antônio Eugênio da Silva e o venerável Pirauá. Hoje, por incrível que pareça, existem repentistas (balaieiros, na maioria de casos) que desconhecem e desrespeitam a poesia de bancada por julgá-la inferior à improvisada, como se a qualidade se devesse ao tempo dedicado à composição. Felizmente, ainda existem repentistas que escrevem, com propriedade, um folheto de cordel: Geraldo Amâncio, Sebastião Marinho, Zé Maria de Fortaleza, Bule-Bule etc. Mas, ainda, o nome emblemático, para mim, é o Mestre Azulão, o grande poeta popular do Rio de Janeiro, que põe os pés nos dois pratos da balança sem que se identifique onde sua atuação é mais marcante. Azulão é um sobrevivente da "escola" de Natanael de Lima, nome de que ele sempre fala com saudade e respeito.
Em 20/03/2009, às 22:47:36, Francis Perot | fotolog disse:
Amor Virtual

O amor
existe!
Seja ele
real,
ou virtual.
Querer muito bem,
sentir ternura
ou paixão
era o que eu
estava vivendo agora
independentemente
se era virtual
ou não.
Sempre amei a vida
e sempre prezei
a liberdade.
Acho que a liberdade
de expressar,
sentir,
e até mesmo de chorar,
são direitos
que a própria
natureza nos deu.
Portanto o amor virtual
é tão real
que o coração
pode sentir,
com a mesma intensidade
do toque real.
O encontro dos dois
vai depender da sinceridade
das palavras.
“O amor
predispõe alguém
a desejar
o bem de outro”.


Poeta Francis Perot


Um link de puro amor para você:

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