Comentários (8):
Em 2/06/2009, às 08:00:56,
Johnny
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fotolog
disse:
Belo desenho do Seabra!!! Muito bom!!!
A entrevista com Emir é interessante mesmo.
Em 2/06/2009, às 08:22:28,
veveto
disse:
diabeisso! tu nem dexo o link da entrevista ma.
Em 2/06/2009, às 08:24:52,
Allan Goldman
disse:
Ops, desculpem aí. Aqui vai o link da entrevista:
http://portalquadrinhos2.blogspot.com/
Em 2/06/2009, às 15:12:20,
Fabiano Ribeiro
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e-mail
disse:
muito polêmico o Emir não...mas sem duvida nenhuma um cara que valoriza muito o quadrinho nacional.
Fabiano Ribeiro.
Em 2/06/2009, às 16:07:55,
rvoabreu
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fotolog
disse:
eiu li a entrevista, e não achei que ele foi polêmico, eu diria que ele aperta onde dói, é uma realidade que muitos negam enxergar, mas ela está ai, uma realidade eDITATORIAL
Em 2/06/2009, às 16:08:12,
rvoabreu
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fotolog
disse:
eiu li a entrevista, e não achei que ele foi polêmico, eu diria que ele aperta onde dói, é uma realidade que muitos negam enxergar, mas ela está ai, uma realidade eDITATORIAL
Em 2/06/2009, às 23:29:35,
Jean C.
disse:
Fala Goldman! Rapaz, vou dar uma olhada.
Abraços quadrinísticos...
www.fotolog.terra.com.br/jeancarllos
Em 4/06/2009, às 09:42:00,
JJ Marreiro
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página pessoal
disse:
Acho complicado dizer que o artista nacional desvaloriza o produto nacional por consumir quadrinhos de estrangeiros. Veja: Não tem quadrinho nacional na banca (exceto Mônica) e as alternativas padecem de um problema crônico de má distribuição.
Por culpa no produtor de quadrinhos é um equívoco, já que são os editores que escolhem o que publicar ou não. E os editores tendem a seguir o que dá dinheiro e vende fácil. Veja: Luluzinha vai virar mangá desenhado por artistas brazucas por uma mera questão mercadológica. É oportunismo puro, mas é venda certa. O Brasil deixou de publicar autores nacionais nos anos 70 quando ficou muito mais barato republicar material gringo. A concorrencia é desleal porque o quadrinho gringo chega sem precisar pagar os artistas e paga uma micharia de direito de publicação. O editor paga praticamente só gráfica e distribuidora.
Outro ponto: Nenhum leitor deixa de ler quadrinho brasileiro porque um ou outro desenhista brasileiro coleciona Tex, Titãs ou Naruto...O autor nacional não tem essa moral junto ao público leitor...Se tivesse certamente estaria ocupado vendendo e divulgando seu próprio trabalho.
Gostei muito da entrevista do Emir, principalmente por atiçar diversas reflexões a respeito dos maus tratos que os quadrinhos brasileiros e seus leitores sofrem.
Quem não leu devia ler:
http://portalquadrinhos2.blogspot.com/