Postado por Veredas em 06/01/2009 19:39
Sou um réu confesso do teu amor
Prisioneiro de uma eterna paixão
Aprisionado a emoção do coração
Prisão perpetua de gloria e louvor
Meu álibi foi te amar em meio à dor
Dor esta, que feria minha intenção
De um dia poder amar alguém então
Com toda a razão, virtude e vigor
Momentos de prazer, vidas unidas
No laço de quem ama eternamente
Em passos dados, sobre flores ungidas
Um choro que lagrimeja levemente
Não pelas dores ou pelas feridas
Mas pelo amor que nasceu na mente
Carlos Henrique Oliveira da Costa