Postado por Veredas em 20/05/2009 09:12
Pandorga
No olhar menino riem-lhe as cores
Brilhantes sóis qual contas reluzentes
No olhar menino déspotas raptores
No disfarce dos ventos conducentes
Muita linha de sobra... e suspiro
Cabeceia a pandorga, qual fogoso
Ginete ao cabresto, xó papiro
Rés órfão da penúria, e custoso
Ah! contida pandorga, que saudade
Pela baça crueza já colmada
Em esmaecido brilhar interino
Quanto e tanto almejas liberdade
Anacrônico mastro a tem guindada
Na ara, inda parca, do menino
Manito O Nato