Postado por Veredas em 01/07/2008 14:40
Soneto do amor impuro
Já te comi com os olhos e com as mãos
Antropofagia étnica, incesto de irmãos
Sei que não raspas teus púbicos pêlos
Corta-os baixinhos, aparas os cabelos
Conheço cada ondulação da tua bunda
Onde teu ventre se alarga e onde se afunda
Qual dos teus seios tem maior volume
E como a tua ira de gozo se assume
Ao banho, onde primeiro tocas o sabonete
A quantas fricções respiras em falsete
Deixando a água ser um outro, teu
E se em tua corte fui só mais um bobo
Trago comigo um real consolo
Quem mais te possuiu fui eu
Goulart Gomes