Comentários (4):
Em 6/10/2007, às 00:01:38,
Rouen
|
fotolog
disse:
Na Av. Rui Barbosa também havia uma chata deste tipo, afundada pela metade.
Brinquei nela vários anos, agora está debaixo do Aterro do Flamengo.
Daqui 100 anos ao cavarem para colocar mais um cabo de fibra vão encontrá-la e dizer que é de vickings que vieram antes do Cabral.
Em 6/10/2007, às 09:19:44,
JBAN
disse:
Jaime, seu acervo é inesgotável.
Em 8/10/2007, às 16:34:48,
jose lopes
|
e-mail
disse:
fui representante da gordura de coco dunorte e sabao DK ,Dacopa por muitos
anos sempre estava com o sr.Zequinha,quando o mesmo morreu dormindo e foi vendido para o sr,Joseu não me lembro do sobrenome,quando trabalhei e lancei o produto em Minas Gerais onde se tornou lider pela deficiencia em passava a Carioca e a UFE,praticamente não existia,tinha tambem a Brasil de São Paulo
Em 27/06/2008, às 18:13:59,
wilson paula filho
|
e-mail
disse:
Morava perto desse local. Passava sempre por ai quando ia ver os jogos de futebol na Shell,aos domingos, nos anos 50. Cheguei a jogar nos infantis da Shell.Há precisos 50 anos, no dia 29 de junho de 1958,um domingo, dia da 1ª conquista da copa do mundo pelo Brasil, estávamos no Galeão, no campo do Cruzeiro, jogando contra aquele clube. Ouvimos o jogo pelo rádio.
Vi quando fizeram o aterro citado acima, para abrigar melhor a fabrica da gordura de côco Dunorte. Ela era bem branquinha e fazia muita espuma. De minha casa, na praia do Jequiá 148, podia sentir o cheiro do côco quando ela era produzida. Dava uma vontade danada de comer cocada.
Conhecia muito bem alguns netos do dono da Dunorte, principalmente o Zé Moraes, que foi meu colega de Colégio Governador. Como gostava muito de jogar futebol de salão, e sendo a sua família muito rica, presenteou o Colégio Governador com o piso de cimento em nossa quadra, que era de saibro.
Bons tempos aqueles.