Comentários (17):
Em 4/07/2009, às 23:02:21,
eduardo josé
disse:
A rua amâncio pereira passa atrás de um morrinho diante do qual havia um campinho de pelada onde passei muitos bons momentos da minha infância até a idade adulta. Hoje o campinho não mais existe, substituído que foi por uma praça. Estava, ao que parece, sendo mal frequentado, o que incomodou os moradores mais próximos. O que fazer? São os novos tempos...Hoje em dia há uma capela de Nossa Senhora de Fátima no alto da rua amâncio pereira. Ficaria feliz em ver alguma foto do antigo campinho de pelada. Bom domingo para todos.
Em 4/07/2009, às 23:04:57,
Alvaro Botelho
disse:
Na direção da Praia da Bica. Lá ao fundo o Corcovado e o Pão de Açúcar juntos com o relevo, parecem formar a figura de um gigante deitado em que o corcovado seria o nariz e o Pão de Açúcar os pés.
Em 4/07/2009, às 23:08:42,
Jaime Moraes
disse:
Eduardo José deve ter conhecido uma das primeiras famílias a residir no local, em 1962 ;o Sr arpád Juhász
Em 5/07/2009, às 00:18:44,
eduardo josé
disse:
Prezado Jaime, nasci em 1971 e vim morar na Ilha do Governador em 1972, no bairro do Jardim Guanabara. Comecei a frequentar o campinho de pelada da rua aperéa, por volta de 1982, ano em que esta foto foi tirada. Nessa época era comum ver o céu do Jardim Guanabara colorido por uma grande quantidade de pipas. Perto de um dos gols do campinho dava pra ver a bela Baía da Guanabara. Hoje em dia esta vista foi tapada por um prédio de apartamentos. Era comum ver gambás passeando pelas redondezas, vindos de algum terreno vazio, hoje bastante raros. Bons tempos aqueles, em que os bábaros ainda não haviam chegado! Se bem me lembro na época desta foto o campinho era chamado de "PC". Segundo ouvi dizer o nome fazia menção a um morador que ajudou bastante na construção do campinho. Mais tarde os peladeiros passaram a chamar o campo de "telão". Encerrando, não lembro da pessoa que você mencionou na sua mensagem. Abraço
Em 5/07/2009, às 03:37:17,
Interessado na Penha
disse:
Interessante como os valores e referências são diferentes. Pra mim a a Ilha dos anos 50 até meados dos anos 60 era um paraíso. Estava sempre lá. E como meu gostaria de morar lá! Apartir dos anos 80 a Ilha já era uma decadência com praias imundas, super-população, criminalidade, etc. Atualmente uma boa parte da Ilha é pura porcaria (perdão senhores/senhoras insulanos). O que diriam os mais velhos sobre a Ilha que eu achava um paraíso na década de 50 e meados de 60?
Tanta coisa linda que foi destruída neste lugar tão belo.
Em 5/07/2009, às 06:04:43,
Augustinho
disse:
Tenho que concordar com o Interessado da Penha.O que era um paraiso transformou-se nisto que estamos vendo hoje.Mas,quem,embora distante tem raizes insulanas,continua guardando na memória o "ontem" da nossa Ilha querida.Continuará sendo amada.
Em 5/07/2009, às 09:46:16,
Evandro Viagens
disse:
Por interesse politico o telão ( nome dado ao campo na última década )que se transformou em uma praça quase não frequentada por moradores. Um caodidato a vereador ( derrotado na última eleição ) fez até festa de inauguração e discurso de moral e bons costumes que a comunidade teria com a praça, em vez das palavras de baixo calão. O campo era muito frequentado por moradores e até o Corpo de Bombeiro treinava lá. Hoje a praça se tornou a noite encontro de marginais fumando.
Em 5/07/2009, às 10:34:49,
http://fotolog.terra.com.br/jcct6
disse:
Bom Dia Amigo JAIME G MORAES, linda paisagem de tempos antigos.
Um ótimo domingo.
Abraços e até.
Em 5/07/2009, às 13:41:58,
eduardo josé
disse:
Prezado Evandro:
O problema parece ter sido mais sério. Durante o período do "apagão" os campos de pelada ficaram sem a iluminação noturna. Certo dia algum frequentador do campo da aperéa resolveu instalar disjuntores que fizeram deste um dos únicos campos de pelada com iluminação naquele período de economia de eletricidade. Foi aí que um grupo que era formado, segundo os próprios integrantes, por moradores do Dendê, passou a jogar futebol nesse campo. As peladas entravam madrugada adentro e em certa ocasião os caras apedrejaram o prédio em frente, onde se realizava uma festa de aniversário. A soma disso com o interesse político de um espertalhão acabaram por decretar o fim do saudoso campinho de pelada. Diante do quadro atual as pessoas se defendem como podem. Alguns acabam com campos de pelada, outros colocam guaritas em ruas, privatizando-as. É errado? Sim, mas o que podemos fazer?
Em 5/07/2009, às 13:49:55,
eduardo josé
disse:
Pela luminosidade a foto deve ter sido tirada em um dia de verão. Possivelmente havia crianças andando de bicileta em volta do cruzeiro no alto da amâncio pereira e algumas esticando linhas de pipa para passar cerol. Bons tempos.
Em 5/07/2009, às 22:21:38,
Annette Fust
disse:
Uma paisagem deslumbrante!!!!!
Infelizmente tenho que concordar com o Interessado na Penha:"Tanta coisa linda que foi destruída neste lugar tão belo."
Em 8/07/2009, às 20:38:28,
alvaro
disse:
sempre vivi na ilha, mas acho que já era! acabou! não só a ilha como o rio não existe mais solução pra esse lugar em todos os sentidos, acho que estamos mesmo no fim do mundo.
Em 8/07/2009, às 20:41:08,
alvaro
disse:
aliás existe solução sim! e sabe qual é? jogar uma bomba em todas as favelas...ai sim não só a ilha como o rio voltaria a ser oq era.
Em 14/08/2009, às 22:22:08,
Vitor
disse:
Quanto ignorância... Quanto preconceito e falta de esclarecimento...
A bomba tinha que ser jogada na sua casa... Pq se a situação está do jeito que está é pq existem pessoas limitadas que pensam igual a você
Em 14/08/2009, às 22:30:35,
Jaime G. Moraes
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fotolog
disse:
Calma, amigos...
Somente com a nossa união poderemos tentar reverter o atual quadro.
Em 13/09/2009, às 10:25:05,
Lisabete Lopes Loureiro
disse:
É considerada a 2ª mais bela vista do Rio de Janeiro, só perdendo para a do Cristo Redentor.
Em 20/11/2009, às 02:02:01,
Roberto Macchiute
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e-mail
disse:
Essa praça, da qual estamos escrevendo, hoje em dia está totalmente abandonada pelo governo do Estado. O mato já está quase meio metro de altura aparecendo focos de mosquito já a luz do dia.
Pena que isso esteja acontecendo em um lugar ainda nobre da Ilha do Governador.