Comentários (9):
Em 22/10/2009, às 06:22:35,
J.C.Cardoso
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disse:
De paletó e grava na praia... nos anos 50?
Em 22/10/2009, às 10:08:07,
Augustinho
disse:
Ao fundo temos a Ilha d'àgua que foi até cenário do filme O Descobrimento do Brasil na década de 30.Era um paraiso até que apareceu a Petrobras.
A Manoel Rodrigues também sucumbiu a sanha predatória da Petrobras? Eu não sabia.
Em 22/10/2009, às 15:52:35,
Alvaro Botelho
disse:
Pela posição do sol era manhã. Pelas roupas iam passear, devia ser um mês frio! Nessa época, até para ir à Quinta da Boa Vista, usava-se paletó e gravata!
A Baía da Guanabara ainda era limpa!
Em 22/10/2009, às 19:04:17,
Francisco Aieta (Ciccio)
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disse:
Na imagem, o meu pai (Affonso) junto com meus irmãos Marcio (roupa preta) e Roberto (roupa branca) fotografados após a missa na igreja da praça. Eles estavam posicionados em frente à igreja, bem na beirada da mureta da praia (reparar o corte da sombra no chão), desfrutando da bela paisagem, do ar puro e da paz comum daquela época. Eu ainda não estava neste mundo. Só cheguei no ano seguinte (1954).
http://fotolog.terra.com.br/ilhadogovernador:408 http://fotolog.terra.com.br/ilhadogovernador:764
Em 22/10/2009, às 20:07:34,
J.C.Cardoso
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disse:
Bom... após a missa... nos anos 50...
Isso explica o porquê do paletô + gravata.
Sobre seu pai... é o mesmo Sr. que aparece na direita, em pé, na foto 408?
???
Em 23/10/2009, às 07:51:10,
Tânia Cox
disse:
Não tem braços mais acolhedores que o do pai da gente.
Como homem antigamente tinha que ralar muito,sobrava pouco tempo pra estar com os filhos.
Era uma delícia qndo meu pai me abraçava ou me afagava.
São as melhores lembranças que tenho de minha infância, o abraço gostoso do velho Cox e a sua voz grossa que era só carinho comigo.
Foi a pessoa que mais amei de minha família.
Sinto muita falta dele.
Em 23/10/2009, às 11:26:58,
Francisco Aieta (Ciccio)
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disse:
Cardoso, esse que aparece na foto 408 é exatamente o meu pai. Atualmente, ele está com 83 anos, um pouco caido, mas sobrevivendo. Ele ainda vive com minha mãe na mesma casa na rua Jordão de Oliveira. As vezes eu olho para aquele velhinho, curvo, debilitado, com a voz embargada. É difícil associá-lo a imagem que traga dele gravada em minha mente (uma pessoa forte, vaidosa e imponente).
Em 25/10/2009, às 11:42:59,
Annette Fust
disse:
Gostei de ver a elegância dos três "rapazes"... Uma bonita recordação!
Em 8/11/2009, às 21:40:28,
Rosa Chaves
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disse:
Recordar sempre é muito gratificante porque vemos hoje não o que não conseguiamos ver outrora. Acredite: que o novo velhinho de barbas brancas é Referência e as fotos da família não negam isto em nenhum momento! Achei legal este registro da família em diversos tempos e realmente poucos tem este prazer em visualizar mais que a imagem:o que ela representa em essência. Lembro quando fui a casa de vcs, conheci sua família e hoje quando passo pela rua sempre dou uma olhadinha carinhosa, acho sempre que tudo está como antes! e está : porque mesmo distante, você ainda mora aqui!