Terra Terra Fotolog
Voando para o Rio

"Flying down to Rio" foi o que inspirou este fotolog. Aqui falamos do Rio antigo sob a ótica da aviação.

Se vc quiser colaborar, envie um email para: jnovello@uninet.com.br

Categoria: Bairros e Cidades
Postado por Voando para o Rio em 01/07/2009 09:00

DC-4 PP-AXQ/LEY N8588 - VASP
.

Foto 3/3.

A saga do DC-4 PP-AXQ continua.

Depois de receber o prefixo PP-LEY, foi absorvido pela VASP, junto com toda a frota do Lóide Aéreo.
Em 1968 foi fotografado com as cores da VASP no Santos Dumont (foto 1/3).

Em 1970 foi vendido para a "National Airmotive Division of Repulbic Corp" em San Leandro, CA , onde recebeu a matrícula N8588.
Voou ainda por alguns anos, até que terminou sendo usado como um Café chamado "Flying Down to Rio", em Rio Vista California até o ano de 1985 (foto 2/3).

Depois de um período guardado na Base Aérea de Travis, CA, foi vendido em 1992 para um particular em Oklahoma. O último registro do avião é de 2007.
Ao que tudo indica, o DC-4 continua integro e provavelmente aguarda uma restauração para voltar à voar.

Manufacturer: Douglas
Model: DC-4 Search all Douglas DC-4
Year built: 0000
Construction Number (C/N): 18338
Number of Seats: 60
Number of Engines: 4

Owner
Registration Type: Individual
Address: Oklahoma City, OK 73125
United States
Region: Southwestern

Status
Certification Issued: Unknown
Air Worthiness Test: Unknown
Last Action Taken: 1992-01-07
Current Status: Revoked Enforcement

fotos: Airliners.net e Ebay

JBAN



Comentários (29):

Em 1/07/2009, às 09:04:42, Rafael Netto | fotolog disse:
Faltou o crédito da última foto. Onde foi tirada e quando?

Não entendi o "ao que tudo indica ainda está íntegro". No texto o último registro é de 1992 que indicava que o aparelho estava com todos os certificados revogados (o que era de se esperar já que ficou anos funcionando como restaurante). Também parece que nunca voou nos EUA.

"Ao que tudo indica" é apenas uma suposição otimista que o aparelho esteja em bom estado.
Em 1/07/2009, às 09:06:36, Voando para o Rio disse:

Rafa, larga de ser chato. Get a life.
Em 1/07/2009, às 09:12:32, Gorett disse:
Hehehehehehe...adorei!!
Larga de ser chato foi otimo!!:)))
Rafa,que idade tu tem menino?
Em 1/07/2009, às 09:17:38, JBAN disse:

Rafa, antes que você pergunte, removi o seu último comentário.
Em 1/07/2009, às 10:23:06, jose eduardo silveira | e-mail disse:
Salve Rafael e seus comentarios sempre inteligentes , infelizmente incompreendido por vezes , precisamos melhorar o nivel por aqui!

Os Douglas DC-4 tiveram uma carreira meio apagada aqui pelo Brasil. Outros usuarios do modelo foram a Cruzeiro do Sul que importou os 3 primeiros na decada de 40 para inaugurar a linha para New York , pena que não insistiu muito desistindo logo em seguida e trocando os DC-4 por mais modelos do Convair 340 mais apropriado a seu foco de negocios no Brasil. A FAB tambem teve alguns deles que foram desativados no inicio dos anos 70 , alguns foram sucateados e outros exportados para a Colombia onde ficaram na Fuerza Aerea deles. O DC-4 hoje é uma maquina bem rara de se ver e alguns parcos gatos-pingados ainda batalham nas regiões remotas do Canada e Alaska , alguns preservados em Museus e outros poucos nas mãos de Particulares com aqueles eternos planos de "algum dia" restaurar a maquina , o que na pratica é bem mais complicado do que restaurar um prosaico Fusquinha 66 modelinho......
A partir do DC-4 , a Douglas criou o fantastico DC-6 que evoluiu ate o DC-7 que foi usado por aqui pela Panair , foi o apice da aviação mundial a pistão , depois vieram os jatos de primeira geração e o resto é historia.
Um ultimo detalhe , a grande fama do DC-4 foi construida durante o bloqueio de Berlin pelos sovieticos em 1948 quando tentaram literalmente matar a população Berlinense de fome e os Americanos usaram o DC-4 numa ponte-aerea de emergencia para abastecer a Cidade de itens que iam de pão a carvão para aquecimento das casas. Outros modelos tambem foram usados mas a estrela da Ponte foi realmente o DC_4 que tinha grande capacidade de carga e uma simplicidade impressionante para os padrões de antanho.
Uma boa semana para todos.
Em 1/07/2009, às 10:48:23, Caldeira disse:
Rafael, a julgar pela resistência dos DC-3, esse DC-4 é uma criança. Na Segunda Guerra Mundial, depois de um ataque japonês a uma base americana, o avião em melhores condições era um C-47 (versão militar do DC-3) com uma asa totalmente destruída, mas com o motor em boas condições. Arranjaram uma asa de DC-2, um metro e meio mais curta e também mais estreita, montaram o motor e lá se foi ele na maior tranquilidade... Outro caso famoso foi o de um C-47 que caiu, em um pouso se emergência, sobre um prédio baixo nos arredores do Cairo. Terminada a guerra, o avião foi usado como restaurante e, anos depois, retirado de lá desmontado. Foi novamente montado e usado por uma companhia egípcia de transportes aéreos por muito tempo.
Concluindo, esse DC-4 do Voando Para o Rio pode não estar em perfeitas condições de vôo mas, no estado, deve ser mais seguro que qualquer AIRBUS.
Em 1/07/2009, às 10:48:46, JBAN disse:

Caro José Eduardo com seus sempre pertinentes comentários, me explique o "por aqui"...

O Rafa é um caro amigo e sempre tem bons comentários, mas as vezes o "desconfiômetro" está desregulado.


Em 1/07/2009, às 10:49:46, JBAN disse:

Amanhã... A "Ponte Aérea" de Berlim e dos DC-4.

Em 1/07/2009, às 11:02:43, Derani disse:

Abaixo o urucubacado Airbus!
Viva o DC-3 e DC-4!
Em 1/07/2009, às 11:08:06, jose eduardo silveira | e-mail disse:
Meu caro J Ban , o meu comentario referente ao item "por aqui" não se refere unica e exclusivamente ao seu Fotolog mas a grande maioria dos Fotologs em geral. Infelizmente a ideia original de uma sala de bate papo eletronico em que cada Participante contribuiria com um singelo pedaço de algum assunto para montarmos um grande mosaico esta sofrendo distorções que precisam de correção.

Temos sofrido com regularidade algumas invasões de "malas ciberneticos" que incapazes de contribuir com algum comenatario inteligente , escrevem besteiras variadas sempre convenientemente escondidos atras de pseudonimos sofriveis e sem ( OBVIO ! ) disponibilizar seus respectivos emails. Seria conveniente a criação de regras mais rigidas para que se preserve a ideia basica senão corremos o serio risco de esvaziamento paulatino ate a morte eletronica que sera decretada atraves dos vandalos eletronicos que por falta do que fazer em suas vidas vazias , limitan-se a BOSTEAR eletronicamente onde não devem.
Cordiais saudações aos "serios".
Em 1/07/2009, às 11:30:51, Margô disse:
Fique tranquilo, amigooo...o importante, é participar...é manifestar-se!!Rsss...
Bjks em seu lindo coração e excelente dia!
Em 1/07/2009, às 11:36:16, Candeias disse:
Estou de férias do Fotolog por motivo de viagem, mas tenho acompanhado na medida do possível. Concordo com as posições defendidas por jose eduardo silveira, mas penso que os malas cibernéticos devem ser simplesmente ignorados. Tentar enquadrá-los de qualquer forma que seja é atribuir-lhes a importância e notoriedade que eles tanto buscam e não conseguem através de sua mediocridade.
Quanto ao meu endereço de email, basta clicar no meu perfil.
Em 1/07/2009, às 11:53:11, Manitu disse:
Como as coisas mudam! O JBAN censurando comentários do Rafinha e os comentaristas clamando por seriedade no fotolog do maior gozador que já passou por eses flogs. O mundo está de pernas pro ar! E o Jibão deve estar morrendo de rir...
Em 1/07/2009, às 14:08:04, Conde di Lido | fotolog disse:
.
Gozação é uma coisa. Há inteligência, humor e sutileza.
Falta de educação e deselegância é outra coisa. Há de se ter noção de limites para não ser grosseiro e vulgar. E o pior, como dito acima, é o anonimato covarde, o IP falso.

Não sei qual é o prazer que dá em esculhambar deseducadamente o trabalho dos outros. Fazer um fotolog dá um trabalho danado e tudo que vier para acrescentar é benvindo. As besteiras devem ser simplesmente deletadas.

No foco: êta aviãozinho raro este DC4. Acho que nunca ví um ao vivo.
Em 1/07/2009, às 14:42:47, jose eduardo silveira | e-mail disse:
Assino embaixo do Conde Di Lido.
Enquanto não vem o proximo capitulo , sugiro aos interessados darem uma passadinha no excelente You Tube e digitarem "Douglas DC-4" , vão aparecer varias opções inclusive envolvendo os aparelhos ainda em serviço na BUFFALO do Canada , hoje certamente um dos maiores e ultimos operadores desta bela maquina. Nos Estados Unidos ainda existem um poucos em operação na Florida carregando carga para aquelas ilhotas do Caribe mais proximas e no meio oeste , uns remanescentes adaptados que combatem incendios florestais ( lembram do filme ALWAYS ? pois é , exatamente aquilo)
Lembrei tambem que na Bolivia existem alguns exemplares abandonados no Aeroporto de El Alto depois de varios anos carregando carne naquelas paragens. Para quem gosta de maquinas classicas a pistão , La Paz e Bogotá fazem a alegria de qualquer entusiasta , DC-3 ainda tem aos monstes enquanto aqui no Brasil que chegou a operar algumas centenas , sobrou em condições de vôo apenas aquele ex-Varig que agora esta nas mãos cuidadosas de um novo Dono em Mococa Sáo Paulo ( ja sei , lembraram do famoso Leite em pó Mococa , faz sentido!)
Provavelmente nos proximos fotologs , deverão mencionar o CARVAIR e o ARGONAUT que era o DC-4 montado no Canada com 4 motores Rolls Royce do Spitfire , ja imaginaram o ronco!
Em 1/07/2009, às 14:58:30, LISA disse:
Caro senhor Conde di Lido e José Eduardo
Numca foi a minha intenção ser grosseira e vulgar,peço as minhas sinceras desculpas se é isso que passo,não tiro suas razões sobre os comentários,eu não tenho mesmo experiência em fotolog e não sou desocupada,o último comentário foi eu mesma que fiz,eu apenas queria ser carinhosa com que gosto.E eu gosto do cantinho do LUIZ D e do JBAN,agora já que os Senhores querem qualidade no comentário tudo bem,fazer o quer?penso também que um comentário do tamanho de um jornal é cansativo.
Em 1/07/2009, às 16:39:09, Lavra disse:
Esse sim. Chamo de avião. Aguardo com ansiedade a Ponte de Berlim. Um dos capítulos mais interessantes da Guerra Fria.
Em 1/07/2009, às 16:51:00, Conde di Lido | fotolog disse:
.
Lisa,

Não entendi nada. Não li nenhum comentário seu e o meu era genérico, nada tendo sido dirigido a você.

Certamente há um mal entendido.
Em 1/07/2009, às 17:09:55, jose eduardo silveira | e-mail disse:
Cara Lisa , acho que esta ocorrendo aqui um tremendo mau entendido pois os comentarios sobre os eventuais avacalhadores de site alheio nunca mencionaram o seu nome , alias convem lembrar que Voce usa um nome e a reclamação basica aqui é justamente quando tal não ocorre. Muitos utilizam um apelido mas ate ai tudo bem , ninguem aqui quer bancar o Capitão Nascimento mas imagine agora um grupo de Amigos que sai para bater papo e se divertir contando e trocando experiencias e de repente não se sabe de onde aparece um chato com a unica finalidade de aparecer e catar 15 minutos de fama? Acho que deu pra entender. Ser novata na frequencia a qualquer site não é nenhuma forma de pecado , as regras naturais a gente aprende logo desde que se disponha basicamente de um minimo de bom senso.
Uma boa tarde para Voce.
Em 1/07/2009, às 17:11:59, Paulo Z disse:
Ao titular deste espaço agradeço poder ver várias facetas de um DC-4 que voou em empresas brasileiras! Obrigado.

A frota de DC-4 na AEROVIAS, e posteriormente na REAL, levou milhares de passageiros aos EUA (creio que até 1958).

P.S. Apenas para registro, o auge da aviação de passageiros a pistão foi (segundo os especialistas que ao longo do tempo pude acompanhar), o Super Constellation!
Em 1/07/2009, às 17:32:10, JBAN disse:

Gozações são benvindas. Comentários "maletas" são tolerados até certo ponto. Grosseiros são ignorados ou deletados a critério do dono do boteco.
O Rafa tem um prazer mórbido de ser desmancha prazeres. Tomou cartão vermelho.
Em 1/07/2009, às 18:53:49, M.Lobo | fotolog disse:
 
Voltando ao assunto do DC-4... há lgum preservado em algum museu ou como monumento aqui no Brasil?
Não lembro de ter visto.
Em 1/07/2009, às 19:10:37, Candeias disse:
Enquanto esperava um vôo para N. Y. pelas asas da Spirit, em 2001, em Melboune, FL, fiquei batendo pernas pelo aeroporto e, de repente, pensei estar sendo personagem de um episódio de Além da Imaginação. É que vi (não me lembo a que empresas pertenciam) uns três ou quatro DC-4 e DC-6 em perfeito estado, aparentando estar ainda em plena atividade. Na era do motor a pistão não tinha pra ninguém, era Douglas e pronto.
Vocês sabiam que estão reconstruindo, a partir do projeto original, o Me-262 nos Estados Unidos? O protótipo já voou.
Em 1/07/2009, às 19:35:29, jose eduardo silveira | e-mail disse:
Caro Candeias , infelizmente não sobrou nenhum para contar a historia. O derradeiro foi um da Paraense que estava abandonado no Aeroporto de Congonhas num canto que hoje virou patio , foi cortado sem muita cerimonia por volta de 1980. Em Belem existiram outros tambem abandonados na area atualmente ocupada pelos hangares da aviação executiva no Val de Caes , tambem foram para o espaço por volta de 1976 , cheguei a tirar algumas fotos em preto e branco que se acham perdidas em alguma caixa. Curiosamente como a Paraense ja estava parada a anos , o tempo inclemente da região começou a tirar a pintura original da paraense e logo ressurgiu de forma discreta a pintura do dono anterior que se tratava nada mais nada menos que a Força Aerea Americana. Hoje seria complicado arranjar outro e trazer para o Brasil porem não totalmente impossivel , o problema ia ser decidir qual a pintura iriam jogar na maquina tamanho o numero de operadores no Brasil.
Quanto ao 262 "made in USA" , foi um projeto bastante ousado mas que ja se encontra adiantado pois os primeiros ja foram entregues, obviamente o primeiro foi direto para a Messerchmitt na Alemanha que pagou cash pela maquina. Para desenvolver o projeto , os Americanos "pegaram emprestado" um original que estava num Museu e desmontaram cada parafuso criando novos gabaritos a partir dai. Para deslocar a maquina neo-moderna , adaptaram motores GE usados no Learjet serie 20 e no F-5 tambem , apenas criaram falsas carenagens nas dimensões anteriores que passaram a abrigar as novas e confiaveis unidades. A nivel de curiosidade , em Munique na Alemanha um Piloto da Lufthansa fez a mesma coisa com o Focke Wulf 190 que é vendido pronto ou em forma de kit , "parece" que o Museu da TAM em São Carlos esta entre os compradores de uma das doze unicas unidades produzidas. Os DC-4 e 6 abandonados nos Estados Unidos são em numero expressivo , mormente Florida , Arizona e California , o dificl é remontar uma preciosidade dessas.
Em 1/07/2009, às 20:17:54, Rafael Netto | fotolog disse:
Queria saber qual o problema de dizer que esta foto foi tirada em Oakland, na Califórnia, em 1976.
Em 1/07/2009, às 20:47:29, Gorett disse:
Eita!!
Tenho a impressao que teve um problema de linha cruzada por aih!!
Aviso aos navegantes que tenho e-mail,uso meu nome real e concordo que gentileza e educaçao é sempre bem vinda em qualquer lugar e ocasiao.
E a melhor atitude para comantarios ácidos é ignorá-los,afinal nada melhor que ter bom humor!!
Beijos

Em 1/07/2009, às 21:01:27, Senna disse:
Aguardamos ansiosos a postagem de amanhã.
A TV Cultura passou uma vez um seriado sobre a ponte aérea de Berlim, muito interessante.
O que admiro sinceramente no Rafael Netto é que mesmo levando uns "cascudos" dos meninos mais velhos ele continua dando palpites na conversa deles. É isso aí, o importante é não perder a linha.
Em 2/07/2009, às 01:43:07, Candeias disse:
Valeu, Silveira! Muito obrigado pelas informações. O FW 190 é o D, nariz comprido? Esse era parada indigesta.
Em 2/07/2009, às 10:27:00, jose eduardo silveira | e-mail disse:
Caro candeias , infelizmente é o modelo curto de motor radial mas assim mesmo ainda é uma beleza. O Projetista inclusive conseguiu algo inedito que foi uma autorização da sucessora da Focke Wulf para que os 12 modelos produzidos tivessem uma continuidade na numeração de serie a partir do ultimo produzido na Alemanha durante a segunda guerra mundial. Um dos problemas seria arranjar um motor radial que tivesse as mesmas medidas e a mesma faixa de potencia do antigo BMW radial, os Chineses resolveram este problema com um modelo que eles ainda produzem ate os dias atuais e que era nada mais nada menos que o proprio BMW "made in China".
O modelo chamado de "nariz comprido" realmente era uma obra de arte mas não sobrou nenhum em condições de vôo , apenas alguns pingados em seletos museus do mundo. Nos Estados Unidos tem um museu particular que tem um no Arizona e uma vez por ano o Dono da uma colher de chá para os Fãs embasbacados quando reboca a maquina da exposição para o patio e aciona o maravilhoso motor que ainda funciona , os Visitantes podem então ouvir por alguns minutos aquela sinfonia maravilhosa que em seguiida se cala novamente para aparecer novamente apenas um ano depois.
Nome:
Mensagem:
caracteres disponíveis
E-mail (opcional):
URL (opcional):