Comentários (18):
Em 1/11/2009, às 09:40:40,
Lavra
disse:
A foto tem tudo para fazer sucesso com os apreciadores da história da aviação comercial no Brasil, os nostálgicos com saudades da Cruzeiro do Sul e entre o público feminino devido a "pinta" invejável do aviador.
Em 1/11/2009, às 10:17:53,
Bia
disse:
Querida Alcyone:
Com devido respeito: seu pai era bonitão....Parecia galã de cinema!:0)
Em 1/11/2009, às 10:24:00,
NALU
disse:
A foto é ótima e o depoimento melhor ainda. Retrata uma época feliz da aviação comercial brasileira. Meu pai, engenheiro civil, tinha brevê desde seus vinte e poucos anos. Seu trabalho, por muitos anos, foi ligado à aviação civil.
Em 1/11/2009, às 10:25:04,
Candeias
disse:
Que figura simpática, a do seu pai!
Alcyone, meu pai também faleceu em desastre aéreo, em 13 de setembro de 1950, em Niterói. Ele viajava como co-piloto de um B-25 da FAB, vindo de Cumbica para o Rio. Foi catado à última hora na cantina da Base para completar a tripulação, logo ele que viria como passageiro em um outro vôo... Parece o Encontro em Samarra.
Em 1/11/2009, às 11:12:53,
Luiz D´
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página pessoal
disse:
Muito boa a foto e também o texto. O resgate destas histórias do Rio de antigamente, principalmente a partir dos arquivos de fotos particulares, é uma das coisas que mais me fascina nos "fotologs" do Rio antigo.
É uma história das pessoas, bem diferente da história oficial da cidade.
Incluo-me entre os que agradecem a colaboração da Alcyone.
Em 1/11/2009, às 11:53:26,
Alex
disse:
Obrigado Alcyone.
Em 1/11/2009, às 12:15:18,
Rouen
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fotolog
disse:
Alcyone, muito simpático o seu pai, ache mais fotos dele para os que visitam este blog. Adoramos histórias assim.
Pergunta : o broche de ouro com o signo da Cia ainda está em seu poder ? Caso positivo fotografe e mande ele para o Luiz D' publicar.
Em 1/11/2009, às 12:19:54,
Rouen
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fotolog
disse:
Descule , troquei as bolas :-(((, mande aqui para o JBAN publicar ;-)))
Em 1/11/2009, às 12:28:05,
Rouen
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fotolog
disse:
Alcyone, algo em comum em :
http://fotolog.terra.com.br/jban:98
Em 1/11/2009, às 13:11:11,
Richard
disse:
Mais um na minha mesa de chope quando partir para o outro lado. Cara muito simpática! Parabéns, Alcyone.
Em 1/11/2009, às 15:35:31,
JBAN
disse:
Alcyone, um informante aeronáutico infiltrado me contou que o prefixo do avião que seu pai viajava era o PP-CBY.
Em 1/11/2009, às 15:39:06,
JBAN
disse:
Richaaard,
Lá do outro lado tem um monte de gente que eu quero reencontrar. Tem uma mesa de sueca me esperando, animadíssima e regada a tremoços e cerveja gelada.
Já tem três à mesa: Meu Avô Manuel Valente e meus Tios Zé Pequeno e Zé Grande. Falta um. Quando o próximo da família se for a mesa fica completa. Quem for depois vai ficar na "de fora".
Eu não estou com a menor pressa, mas reencontrar essa turma ia ser muito bom.
Em 1/11/2009, às 16:21:53,
Alcyone
disse:
Primeiramente gostaria de agradecer os cometários tão simpáticos e amáveis recebidos. Sou sincera ao dizer que vocês todos fazem parte do meu dia a dia e que não conseguiria mais viver sem os amigos tão queridos que fiz aqui. Tenho uma dívida de gratidão eterna com o Luiz, pois foi através do seu fotolog que os conheci.
Meu pai foi um homem muito charmoso e simpático e não havia quem dele não gostasse, algumas vêzes, para o desespero de minha mãe. Mas sempre foi um homem bom e cuidava de nós duas muito bem. Adorava brigar pelos seus direitos e disso nunca abriu mão. Era famoso na Cruzeiro por ser o único funcionário que recebia seu salario no Santos Dumont. Naquela época, os salários eram pagos nos escritórios da companhia, assim como todo mundo recebia seus salários nas próprias firmas. Ele descobriu que a lei trabalhista obrigava que o empregador, pagasse o empregado no seu local de trabalho. Ele entrou na justiça contra a Cruzeiro, alegando que o local de trabalho dele era o Santos Dumont. Ganhou. Havia uma pessoa que levava o seu pagamento todo fim de mês ao aeroporto. Esta foi só uma das vêzes que ganhou na justiça do trabalho e mesmo assim era muito respeitado pelos patrões.Era uma figura!
A história do broche foi triste para mim e mesmo depois de passados tantos anos, não me conformo.
JBAN sabe o que aconteceu pois estava no e-mail.
Minha mãe que já vinha doente há algum tempo, no começo de 67 piorou muito e eu, com o meu marido em Suez, voltei para o Rio para ficar com ela. A doença já tinha tomado tudo que podia e no final, a cabeça também. Ela fazia coisas inacreditáveis e não admitia intromissões de qualquer natureza. Um dia, me disse que tinha dado todas as suas jóias, para a mulher do médico que sempre a tratou e que o broche de papai, ela tinha dado para minha tia, irmã dele. Quanto às joias nunca me importei, mesmo porque não usava. Mas o broche, era a única coisa que eu tinha dele e disse isso à ela. Virou a cabeça de lado e não me respondeu.
Em 1/11/2009, às 16:30:35,
Alcyone
disse:
Nunca falei com minha tia sobre o broche. Quando ela morreu, procurei minha prima e perguntei-lhe sobre o mesmo e ainda disse que pagaria por ele, mas gostaria de tê-lo de volta.
Quase caí de costas quando ouvi a resposta. Disse-me que nunca tinha visto ou ouvido falar dele.
Fiquei muito magoada, chorei, me descabelei mas não o consegui de volta.
Não sei o que foi feito dele.
Mamãe foi perdoada há muito tempo pois não sabia o que fazia. Quanto aos outro personagens da história, que façam bom proveito.
Desculpem pelo livro que acabei escrevendo.
JBAN, obrigado por não mostra a parte do e-mail que faço aquela declaração de amor à você.rs rs rs.
Um beijo para todos vocês.
Em 1/11/2009, às 16:37:15,
Alcyone
disse:
JBAN, "obrigada"
O prefixo por ser que seja esse que você disse. Depois de 54 anos, você não quer que a "Bronto" possa se lembrar deste detalhe.
Em 1/11/2009, às 16:59:07,
Alex
disse:
Alcyone, encontrar amigos que nos de atenção, nos ouça sem interromper faz um bem danado. Botar pra fora aquilo que está engasgado, ufa!
Confie no seu anjo da guarda.
Em 1/11/2009, às 19:43:03,
FlavioM
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página pessoal
disse:
Domingo de lavar a alma!
Em 1/11/2009, às 20:59:08,
NALU
disse:
Acho que quando vai chegando o dia 2 de novembro, vamos ficando mais sensíveis e mais ligados a nossas perdas.