Comentários (17):
Em 9/11/2009, às 08:13:20,
Lavra
disse:
Grande postagem. Foto e texto. Do, avião, gosto desde quando descobri que existiam aviões.
Em 9/11/2009, às 08:39:01,
Alcyone
disse:
Acompanho meu amigo Lavra, quando diz que foto e texto estão muito bons. É extraordinária essa troca de informações e conhecimentos que acontecem entre fotologueiros.
Devia ser emocionante estar à bordo de um Junkers e destaque para a elegância dos passageiros.
Em 9/11/2009, às 09:19:24,
Pgomes
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página pessoal
disse:
Se para os passageiros,um tanto amarrotados,era difícil,desembarcar as bagagens, com o avião balançando devia ser complicado. Uma ginastica e tanto.
Em 9/11/2009, às 09:34:36,
Candeias
disse:
Esses aviões eram um charme só... JBAN, a identificação Rio de Janeiro, DF, no seu fotolog, lembra a minha birra ao tirar meus documentos na maioridade. Queria que estivesse escrito como na minha certidão de nascimento, Distrito Federal, e não Estado Da Guanabara ou Rio de Janeiro.
Em 9/11/2009, às 11:28:51,
Derani
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fotolog
disse:
Paranaguá era parada obrigatória nesta rota.
Em 9/11/2009, às 15:08:23,
JBAN
disse:
Paranaguá ou Para na água ? Será que o nome do local veio do fato dos hidroaviões pousarem aí ?
Em 9/11/2009, às 15:18:56,
Alex
disse:
Como disse o Derani, parada para abastecer, lanche ou almôço, esticar as canelas, será que tinha 'toillete' a bordo.
Lindo registro, vai puchando a cordinha e vai aparecendo mais.
Em 9/11/2009, às 15:56:16,
Luciano Faustino
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página pessoal
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e-mail
disse:
Um hidroavião parecido com esse, modelo Junkers G-24 "Potyguar" da empresa aérea Syndicato Condor ltda, prefixo P-BAHA PP-CAH, com capacidade para nove passageiros e dois tripulantes, acidentou-se no município de Iguape(SP), houve uma vítima fatal, em 10 de novembro 1930. Não possuo mais dados
http://my.opera.com/perfeito/blog/junkers-g-24-iguape
Em 9/11/2009, às 16:23:43,
Derani
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fotolog
disse:
Alex,
Não tinha toillete não.
O sujeito tinha que se segurar até Paranaguá ou fazer nas calças.
Nesta última hipótese, era jogado do avião em pleno vôo.
Em 9/11/2009, às 16:29:29,
JBAN
disse:
A história de "fazer nas calças" não é papo furado não. Em mais de uma vezum passageiro se viu em apuros em pleno vôo e teve que resolver ali mesmo na frente de todos. Nada de banheiro.
No livro "Como se voava antigamente" há um relato hilário. Daqueles de rir até doer a barriga.
Em 9/11/2009, às 16:31:34,
Alex
disse:
Pucha-vida, mas nem um 'piniquinho'
Em 9/11/2009, às 16:57:48,
JBAN
disse:
A história de "fazer nas calças" não é papo furado não. Em mais de uma vezum passageiro se viu em apuros em pleno vôo e teve que resolver ali mesmo na frente de todos. Nada de banheiro.
No livro "Como se voava antigamente" há um relato hilário. Daqueles de rir até doer a barriga.
Em 9/11/2009, às 21:24:33,
João Parente
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e-mail
disse:
Gosto muito deste avião.Há cerca de 15 dias tive a oportunidade de entrar em um que esta num museu em munique. É de fato emocionante. Por dentro é tudo muito pequeno, a separação física entre tripulantes e passageiros é quase inexistente e vemos todas as ferragens, estruturas e mecanismos, inclusive os mostradores da quantidade de combustível dos 2 tanques podem ser vistos pelas janelas. Em resumo, a viagem era mesmo vivida pelos passageiros. JBAN fiz algumas fotos, não sei com que qualidade estão. Vou te mandar.
Em 9/11/2009, às 21:34:32,
JBAN
disse:
João, meu xará. Pode mandar que eu publico.
Em 9/11/2009, às 22:55:29,
Ademir Guimarães
disse:
Acrescento que o vôo, após muitas escalas, terminava em Belém, Pará, onde amerissava e ancorava no deck que, à época, ficava na (atual) Praça Princesa Izabel, ao final da Av. Alcindo Cacela, no bairro que ganhou o nome de "Condor" em homenagem àquela companhia aérea (Kondor Syndikat), que fazia vôos semanais regulares de passageiros e carga para Belém. Lembro-me que a chegada do avião era "uma festa", a nata da sociedade local costumava reunir-se na Praça aguardando a amerissagem e a descida dos passageiros, em geral figuras VIP da época.
Em 10/11/2009, às 22:06:14,
Observador desatento
disse:
Alex, você está merecendo um PUXÃO de orelhas...
Em 12/11/2009, às 23:14:45,
roberto valery
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e-mail
disse:
JBAN cita um dos livros mais interessantes sobre a aviacao comercial de outrora. " Como se voava antigamente" foi escrito pelo Comte. Lily de Souza Pinto. Voou por quase tres decadas na VARIG. Seu filho, Fernando Souza Pinto foi um dos diretores da VARIG e ha anos foi para a antiga TAP. Foi o responsavel pela total reestruturacao da empresa que a transformou hoje na Air Portugal. Vale a pena ler o livro. Todos darao boas risadas. O fato descrito foi no interior de uma aeronave Messserschmitt ME 1086 Taifun, pilotado pelo proprio Comte Lily.