Comentários (6):
Em 16/09/2009, às 18:38:35,
João Gomes de Sá
disse:
Poetas amigos cordelistas;
Aproveito este espaço nosso para agradecer a todos os organizadores da Primavera do Livro em especial a todas as editoras presentes e os nossos amigos poetas cordelistas!
Quando espontaneamente bradei É O MUNDO DO CORDEL PARA TODOS MUNDO,foi porque passei a conviver com notáveis poetas cordelistas e assim fui amealhando mais experiência, conhecimento, empenho, compromisso e sobretudo especial atenção e gosto pela literatura popular - o cordel.E agora, estamos azeitando a Caravana do Cordel para andar nos trilhos em busca de novos horizontes.
Só me resta senão agradecer a todos os amigos poetas cordelistas!
Estou aqui: jgsacordel@ig.com.br
fui!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Em 16/09/2009, às 23:43:41,
Varneci Nascimento
disse:
Parabenizo aos poetas Marco Haurélio, João Gomes de Sá e Moreira de Acopiara que brilharam na Primavera dos Livros, discorrendo com maestria sobre a Literatura de Cordel, a categoria foi muito bem representada, em uma atividade mesclada com informações pertinentes sobre a Coleção Clássicos em cordel fornecidas pelo Marco Haurélio, um pouco de história da poesia popular tão bem dita por João Gomes e um pouco de poesia recitada pelo Moreira. Quem não foi perdeu uma boa chance de ter uma aula sobre a poesia popular e encantar-se com o cordel. Parabéns aos três grandes bardos.
Em 24/09/2009, às 12:05:25,
KLÉVISSON VIANA
disse:
*****
AO MESTRE ALBERTO PORFÍRIO
Autor: Klévisson Viana
Artista como Porfírio
Não nascerá mais nenhum
Com seu talento incomum
Tinha a pureza do lírio
Sofreu amor e martírio
Como todo menestrel
Mas sendo à arte fiel
Tinha talento de sobra
Morre o homem, fica a obra
Gravada em pedra e papel.
Lapidou versos na rocha
Fez esculturas nos versos
Rompeu vários universos
Empunhando a sua tocha
Como a flor que desabrocha
Seu estro de menestrel
Tinha a doçura do mel
Um gigante da palavra
Morre o homem fica a lavra
Gravada em pedra e papel.
Foi repentista inspirado
No verso foi professor
Seguiu sempre com amor
Tendo a viola de lado
Cantou bem, foi respeitado
Foi gigante do cordel
Ganhou palmas e laurel
No Nordeste em toda parte
Morre o homem fica a arte
Gravada em pedra e papel.
Vá em paz, meu bom poeta
Nessa nova caminhada
E lá na mansão sagrada
Onde a alma se completa
Jesus, o maior profeta
Lhe abrace com São Miguel...
E que o trono de Emanuel
Lhe dê amável acolhida
Morre o homem fica a vida
Gravada em pedra e papel.
Seja mais um passarinho
No pomar do Criador
Castro Alves, o Condor
Seguiu no mesmo caminho
Aderaldo, Canhotinho...
E todo bom menestrel
Que contemplando o vergel
Escreve para os ateus
Que o poeta é a voz de Deus
Gravada em pedra e papel.
Em 29/09/2009, às 16:32:23,
KLÉVISSON VIANA
disse:
CONHEÇA O BLOG DO POETA POPULAR ALBERTO PORFÍRIO. VISITE, DEIXE COMENTÁRIOS E ADICIONE AOS SEUS FAVORITOS:
http://fotolog.terra.com.br/albertoporfirio:5
Em 13/10/2009, às 18:40:45,
Maria José Freitas Gomes de Sá
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e-mail
disse:
Senhor poeta, parabens pela sua criatividade, me sinto imensamente gratificada por compartilhar do seu trabalho, da sua sensibilidade e poesia.
Em 13/10/2009, às 20:21:51,
João Gomes de Sá
disse:
Minha Querida Maria;
Fico muito contente com esta visita aqui em nossa página. Serei eternamente grato pela sua especial atenção ao nosso trabalho sobre a literatura popular brasileira!
Um forte abraço.
Somos todos gratos!