Comentários (38):
Em 22/01/2008, às 07:39:57,
MMBOUHID
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fotolog
disse:
Não é o mesmo carro? Acho que ele foi "convertido" no carro de corridas abaixo.
Em 22/01/2008, às 07:41:04,
Rouen
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fotolog
disse:
Creio que os dois carros são o mesmo, tipo 'antes' e 'depois'. O Sr. Eurico devia ser corredor e naquela época é o que se fazia mesmo com os carros, eram as chamadas 'baratinhas'. No Rio Grande do Sul tiveram muitos destes carros. Outro dia mesmo em Interlagos haviam uns 3 em exposição.
Em 22/01/2008, às 07:56:49,
Ze Rodrigo
disse:
Sensacional!!!
As melhores fotos que já apareceram por aqui!!!
:-))
Eu não sei quem são, mas também acho que são o mesmo carro.
Um Ford, talvez...
Em 22/01/2008, às 08:39:27,
Conde di Lido
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fotolog
disse:
.
Interessante são as casas. Até hoje, em Petrópolis, existem casas assim.
Em 22/01/2008, às 08:43:06,
JBAN
disse:
Um clássico antes e depois. Após um espetacular acidente desviando de uma galinha que atravassava a estrada (porque a galinha atravassou a estrada ?), com uma derrapagem espetacular por não estar usando Pneus Miguelinho (procure o Cláudio), o avô de Maria Cristina levou o que sobrou do veículo para a oficina Lulu, Dudu, Tutu, os três mecânicos gêmeos de Petrópolis e transformou o outrora belo automóvel na trapizonga que vemos na foto abaixo. Com ela participou do Circuito de Petrópolis, no qual se sagrou Campeão por vários anos, até novamente desviar de outra galinha durante uma corrida e se acidentar. Com o que sobrou da carretera, fabricou uma bicicleta, que usou diariamente em passeios pela Cidade Imperial.
Em 22/01/2008, às 08:43:31,
Andre Decourt
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página pessoal
disse:
Uma carro normal transformado em carretera.
Em 22/01/2008, às 09:12:09,
Rafael Netto
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fotolog
disse:
Também acho que é "antes e depois".
Decourt, não sei se o termo também se aplica o tipo de carro da foto, mas "carreteras" eram aqueles carros de corrida dos anos 60 feitos com chassis e carrocerias antigas, rebaixadas, e equipadas com motores potentes então modernos. Pelo regulamento esses carros tinham que ter carroceria e o motor tinha que ser da mesma marca que o chassi. Seria como se hoje pegassem um Opalão dos anos 70 e metessem um motor de Corvette.
Em 22/01/2008, às 09:27:16,
Lucia
disse:
Gosto mais do primeiro carro.
E da mesma forma que o Conde, adorei as casas!
Em 22/01/2008, às 10:09:04,
JBAN
disse:
Mais um baú da mãe da Dra. Psicóloga foi aberto !! Aguardem !
Aquilo lá parece até exploração arqueológica de uma Pirâmide Egípcia. A cada câmara aberta uma surpresa.
Em 22/01/2008, às 10:11:52,
JBAN
disse:
Rafael,
O termo é carretera desde pelo menos a década de 20. Eram carros de passeios cortados e mofificados para corrida. O av6o de Dra. Psicólogas corria de carretera no Rio Grande do Sul, na década de 20.
O mundo existia antes de 1970 !
Em 22/01/2008, às 10:12:33,
JBAN
disse:
Putz... digitar rápido é uma meleca..
Em 22/01/2008, às 10:28:16,
Ze Rodrigo
disse:
Rafael,
O JBAN foi mais rápido.
Apesar de ser um comportamento atípico de minha parte, eu concordo com ele.
Carreteras já existiam muito antes da Editora Abril ser criada.
Na verdade o termo vem da Argentina numa alusão ao fato dos carros que corriam nas estradas de rodagem.
Outra coisa, foi seu aniversário outro dia?
Então, se foi, parabéns!!!
Em 22/01/2008, às 10:39:53,
Ze Rodrigo
disse:
Rafael,
Isso que voce descreveu como sendo a regra para uma Carretera não existe.
As carreteras mais famosas do Brasil são um "samba do crioulo doido" mecânico.
Não existe nenhuma similaridade quanto aos fabricantes de suas peças.
Podia ser um Chassis de Maserati 1953 sob uma carroceria de ford 1932 com um motor de Corvette 1962.
Uma salada que nem seus donos sabiam a receita, o que importava era se a Carretera andava.
Em 22/01/2008, às 10:49:30,
Derani
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fotolog
disse:
Concordo que deve ser o "antes" e o "depois" e atesto como absolutamente verdadeira a história contada pelo JBAN.
Resta saber quem foi a(o) galinha que causou tantos problemas...
Em 22/01/2008, às 11:18:12,
Conde di Lido
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fotolog
disse:
.
Rapaz,
Eu pensei que não viveria o suficiente para ver o Lord Zé e o JBAN concordarem sobre algo.
Como a vida é bela!!!
Em 22/01/2008, às 11:23:00,
JBAN
disse:
Prá você ver... O mundo dá voltas.
Em 22/01/2008, às 11:26:08,
Tumminelli
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fotolog
disse:
Muito bacana as fotos!!! O carro parece ser mesmo um Ford.
Essa foto me lembrou uma do meu pai em um lugar perto de Petropolis chamado Tristão Camara. Vou posta-la na sexta-feira.
Quanto às casas, completando o que o Cnde falou, existem muitas assim. Outro dia lá descobri uma com a data na fachada, mas não só o ano de construção, o que é normal, mas dia, mês e ano!!!
:-))
Em 22/01/2008, às 11:26:26,
Ze Rodrigo
disse:
...e a Lusitana roda!
Em 22/01/2008, às 11:32:02,
Luiz D´
disse:
A Cristina informa que o carro é um Ford.
Em 22/01/2008, às 11:37:17,
Ze Rodrigo
disse:
Ze Rodrigo já tinha levantado esta hipotese.
Em 22/01/2008, às 11:46:43,
Tumminelli
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fotolog
disse:
Carreteras:
http://brazilyellowpages.com/carreteras.html
Em 22/01/2008, às 12:40:13,
Giramundo
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fotolog
disse:
Luiz, com o seu post e o link do Roberto acabei de fazer um curso relâmpago sobre carreteras.
Obrigado.
Em 22/01/2008, às 12:52:52,
M Cristina de G L Pedroso
disse:
Na primeira fotografia encontamos um Ford - 1934
Em 22/01/2008, às 13:04:15,
M Cristina de G L Pedroso
disse:
Na segunda fotografia encontramos o Ford V8 que pertenceu ao Silvio Barbosa Bentes, dono da agência revendedora Ford de Petrópolis, quue funcionava não apenas como revendedora, mas também como posto de gasolina e oficina. No prédio da agência, Irineu Corrêa preparou a barata "Petrópolis" com a qual venceu o I Grande Prêmio Cidade do Rio de Janeiro, disputado no Circuito da Gávea em 1934.
Em 22/01/2008, às 14:32:06,
Ze Rodrigo
disse:
Irineu Correa morreu num acidente no próprio Circuito da Gavea, em 1935.
Ele bateu numa árvore e caiu dentro do canal da Visconde de Albuquerque.
Era um piloto bastante conhecido naquela época.
Em 22/01/2008, às 16:14:05,
Wagner Bahia
disse:
De que poderia ser aqueles dois cilindros ali atrás do motorista da baratinha (aliás, baratão)? Já existia carros à gás na época? :0))
Em 22/01/2008, às 17:09:07,
Andre Decourt
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página pessoal
disse:
São os tanques de gasolina, já que o original que deveria ficar na traseira do automóvel foi eliminado
Em 22/01/2008, às 19:40:22,
Rafael Netto
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fotolog
disse:
Na verdade, acho que essas regras que eu conhecia sobre as carreteras dos anos 60 eram específicas das Mil Milhas Brasileiras.
Em 22/01/2008, às 20:09:09,
Vic
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fotolog
disse:
Boa noite, Luiz.
Abraço
Em 22/01/2008, às 20:09:21,
Malú Auler
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fotolog
disse:
Nietzsche só estava uns passos antes de Einstein!
Bjs
Em 22/01/2008, às 21:37:13,
Beatrice Portinari
disse:
"Sob a pele das palavras há cifras e códigos."
Carlos Drummond de Andrade em "A Flor e a Náusea."
Em 22/01/2008, às 23:48:09,
JBAN
disse:
Mas que boteco vazio....
Em 22/01/2008, às 23:51:47,
Ze Rodrigo
disse:
Rafael,
Afinal, voce fez aniversário ou não fez?????????
Em 23/01/2008, às 00:55:28,
Ze Rodrigo
disse:
Mas que boteco vazio....
Em 23/01/2008, às 01:00:51,
Bebum de Plantão
disse:
Estamos na área !!
Em 23/01/2008, às 01:05:25,
Ze Rodrigo
disse:
Ooooba!
Acabo de abrir a 2ª garrafa de vinho!
Em 26/01/2008, às 12:49:33,
Jaime G. Moraes
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fotolog
disse:
Os carros são Ford's 1934 .
Tive na década de 60 um exatamente igual ao primeiro, exceto por ser duas portas.
Um motor imenso, V8, com 90 HP... Hoje qualquer 4 cilindros tem esta potência.
Suspensão dura, freios ruins ( não eram hidráulicos ) e caixa de marchas sem sincronismo. Como eu conseguia andar com um carro destes ?... Bom... eu era 40 anos mais jovem !!!
Em 30/10/2008, às 22:17:47,
Antonio Carlos Buarque de Lima
disse:
O Sr. Pedroso era o dono dos carros ou só das fotos? Ao que eu saiba os carros pertenceram ao famoso mecânico e corredor petropolitano Irineu Meyer Corrêa da Silva (1900-1935), vencedor da prova do Circuito da Gávea de 1934, ao volante da "baratinha" Ford 1934 no. 90 da foto. Trata-se de um carro de passeio transformado em carro de corrida, com motor "envenenado" e carroceria modificada, os chamados "adaptados". Irineu Corrêa preparou-o nas oficinas do revendedor Ford de Petrópolis, Barbosa Bentes e Cia. As biografias do piloto não deixam claro se a "baratinha" no. 90 era só de propriedade de Corrêa, só do revendedor ou de ambos. Já o carro de passeio, um elegante Ford V-8 1934 Victoria, foi presenteado a Corrêa pela Ford do Brasil, em homenagem ao 1o. lugar do piloto na Gávea de 1934.
O carro de corrida participou do cortejo fúnebre, no enterro do piloto em Petópolis, em 1935, empurrado pelos presentes. Posteriormente foi posto à venda no revendedor Ford de Petrópolis. Comprou-o o médico radiologista e piloto Geraldo Affonso de Avelar, que o utilizou, em sua forma original, em algumas corridas. Por volta de 1938, Avelar mandou modificar o carro, encurtando o chassi e colocando outra carroceria mais elaborada, com nova grade de radiador imitando um Alfa Romeo, etc. Avelar usou-o assim na Gáveas Nacionais em 1938 (4o. lugar) e 1939 (3o. lugar). Depois deu o carro de entrada, ao comprar uma "baratinha" Alfa Romeo B-2900 do piloto paulista Nascimento Jr.