Comentários (16):
Em 30/07/2008, às 06:20:01,
Conde di Lido
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fotolog
disse:
.
Mais uma obra deste gênio do Reidy...
Em 30/07/2008, às 07:49:58,
Rouen
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fotolog
disse:
Passei lá ouro dia, colocaram uma série de "toldos" transparentes na rampa e parte desta varanda. Espero que seja somente aquele "provisório".
O conjunto, o entorno, a vista, as opções de lazer, tudo é muito bom.
Em 30/07/2008, às 08:00:37,
Derani
disse:
Uma das poucas construções de Arquitetura Moderna em que é realmente agradável de se estar.
Essa e o Palácio Capanema eram os que me surpreendiam quando criança e passava por lá.
No fim, achava que Brasília também ia ser assim, mas infelizmente há uma diferença brutal: os grandes espaços lá reservados à circulação de automóveis, expulsando as pessoas e desumanizando a cidade.
Em 30/07/2008, às 10:30:34,
Bouhid
disse:
Apesar de não ser fã da arquitetura modernista, acho que o MAM combina muito bem com o parque.
Em 30/07/2008, às 10:34:51,
Andre Decourt
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página pessoal
disse:
Considero o Reidy junto com os irmãos Roberto os verdadeiros gênios do modernismo brasileiro, principalmente por suas obras serem utilizáveis no dia a dia como as centenas de prédios residencias projetados pelos Roberto, quase todos com apartamentos valorizados até os dias de hoje e a preocupação social de Reidy ao criar os parques proletários. Tudo muito diferente dos holofotes criados pela tartaruga que sáo inabitáveis e nada práticos, mesmo como museus e prédios públicos
Em 30/07/2008, às 12:43:10,
Tumminelli
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fotolog
disse:
Acho esta a foto mais bonita do tal livrinho.
:-)
Em 30/07/2008, às 14:24:05,
RENATO
disse:
Boa Tarde a todos
O MAM não me parece nada de excepcional do ponto de vista visual, não quero entrar no mérito do projeto de engenharia e de sua possível complexidade.
Desenhar um caixote com colunas em forma de pé de palito (tipo as tvs dos anos 50) ao meu entender não tem nada demais. Os louros devem ser encaminhados aos engenheiros calculistas que se arrebentam pra fechar os cálculos estruturais.
Por incrível que pareça só fui uma vez ao MAM e nem me lembro para que, acho que era um evento alternativo tipo Mercado Mundo Mix, aliás coisa de doido , com a tal moda fashion e tendências de usos e costumes.
O quanto se perdeu em obras com o incêndio do MAM, e parecia ser inacreditável que um imenso quadrado oco de concreto pudesse queimar como se fosse uma palhoça de palifitas. Cá entre nós, aquilo foi realmente um incêndio criminoso não foi?
Em 30/07/2008, às 14:42:50,
Inspetor Mirandão
disse:
Foi sim, Sr. Renato!
Estamos quase ao final das investigações e tudo aponta como suspeito um calabrês incendiário que se acoita lá pelos lados de Araçoiaba.
Fique tranquilo que lhe manteremos informado.
Em 30/07/2008, às 14:56:29,
Andre Decourt
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página pessoal
disse:
Renato o calculista da obra era Carmem Portinho, engenheira brilhante e mulher do Reidy, funcionária pública como ele.
Lamento vc nunca ter ido mais de uma vez no MAM e visto que o "caixote" como vc fala é fantástico em termos de ventilação, integração com o ambiente e junto ao restaurante um dos lugares de arquitetura moderna mais surpreendente que eui já vi
Em 30/07/2008, às 16:20:24,
Evelyn
disse:
O que prejudica o MAM é sua localização, não se incentivam transportes alternativos como uma integração do metrô, ou do próprio museu que faria ligação da estação Carioca ou Cinelândia ao Museu, levando e trazendo o público, a cada tantos minutos.
Em 30/07/2008, às 17:47:21,
Lyscia
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fotolog
disse:
Estou com a Evelyn, o problema do transporte é sério para aquele cantão. Um desperdício esse lugar maravilhoso quase sempre vazio.
Em 30/07/2008, às 18:05:32,
Aristharco Pessoa - Delegado de Polícia
disse:
Cidadãos,
Todas as suspeitas do incêndio do MAM recairam sobre um indivíduo cognominado Celsão da Vila Matilde, pistoleiro e arruaceiro a soldo dos mandantes do crime. Amaziado com a filha de um General, que lhe esquentava as costas (com e sem trocadilho), Celsão agia impune graças às influências de Brasilia. Depois da demolição do Monroe, entediado com a vida e preocupado com a abertura política, que prenunciava o desemprego, Celsão de Vila Matilde ateou fogo no museu apenas para ver se obra de arte queima bem.
Apesar dos vários mandados de captura expedidos pela justiça, o misterioso meliante sempre logrou escapar dos longos braços da lei.
Esse foi mais um informe da sua Polícia do Distrito Federal.
Em 30/07/2008, às 20:33:14,
Giramundo
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fotolog
disse:
Excelente essa foto do MAM.
No número de setembro de 2007 saiu um artigo na revista Piauí sobre o MAM, que levou 50 anos para ser construido.
O texto é assinado por Fernando Serapião que ressalta os desvios do projeto original por razão de outros interesses. Está bem escrito, independente do mérito.
Em 31/07/2008, às 02:14:05,
JBAN
disse:
Belíssima construção. Fiquei arrasado no dia do incêndio.
Em 31/07/2008, às 09:38:46,
Alexandre Figueiredo
disse:
No incêndio de 1978, se perderam nas chamas também boa parte da coleção da empresária Niomar Bittencourt, que se opunha à ditadura militar.
Quanto a esta foto, ela deve ter sido tirada entre 1967 e 1969. Alguma aposta? 1967.
Em 1/08/2008, às 03:01:00,
Denise Weller
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página pessoal
disse:
Linda foto do MAM, Luiz.
Uma arquitetura não é feita apenas de concreto e ferros.
Ela é um somatório de lembranças, daquilo que a construção representou para uma cidade, das pessoas que por ali circularam, dos evendos que ali foram montados.
E dos fracassos, do incêndio* neste caso* da atual decadência, do entorno abandonado.
Como não poderia deixar de ser, o MAM do Rio de Janeiro reflete a Cultura do Rio de Janeiro. Ou falta de.
Como qualquer Museu do gênero: o MOMA de NY, o Museu de Arte Moderna de SP, e por aí vai.
Uma arquitetura não é apenas uma casca vazia, analisável em seus espaços e linhas abstratas. É Vida. Em transformação. E Morte.