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Saudades do Rio - Luiz Darcy

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Categoria: Adulto
Postado por SAUDADES DO RIO em 01/08/2008 06:07

CASAMENTO - 1927
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De Luciana Raposo recebemos a foto do "casamento de Mariazinha - 1927- vovó Ruth é a terceira da esquerda pra direita"

Podemos, pela fotografia, ter uma boa idéia da moda da época.

Observamos todas as mulheres com chapéus e os homens com ternos claros (seria verão?).

Aparentemente foi uma festa numa casa particular, talvez dos pais da noiva, com os amigos convidados para um almoço.

Quem sabe a Luciana poderia dar mais informações sobre como se desenvolveu este casamento.

Terá sido por toda a vida? Feliz ou infeliz? Tiveram filhos? Viveram muito?

Me impressiona a transitoriedade da instituição casamento nos dias de hoje.

A lei do divórcio, a perda do poder da Igreja Católica e a independência financeira das mulheres foram fatores que muito contribuiram para esta transformação (acredito mesmo que se a separação não custasse tão caro muitos outros casais estariam afastados).

Quais serão as implicações desta mudança de comportamento na sociedade, a longo prazo?



Comentários (36):

Em 1/08/2008, às 06:36:11, Conde di Lido disse:
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l917 no título e 1927 no texto
(pode apagar o comentário)
Em 1/08/2008, às 07:21:10, Luiz D´ | página pessoal disse:

Corrigido!

Obrigado senhor Conde, vejo que o CPAP o deixou em ponto de bala!
Em 1/08/2008, às 07:58:40, Rafael Netto | fotolog disse:
Esse negócio de escrever "L927" é outra coisa que podia estar no post de hoje do Conde...

Eu fico impressionado é que, mesmo com toda a independência feminina e transitoriedade da instituição casamento, muitas mulheres, mesmo de alto nível intelectual, ainda insistem em adotar o sobrenome do marido.
Em 1/08/2008, às 08:06:08, Administrador do Cartório disse:
Passa aqui no escriptório que te explico, e ganhas de brinde uma assinatura da "Super Interessante"
Em 1/08/2008, às 08:15:10, Rouen | fotolog disse:
Ninguem sorrindo ?
Em 1/08/2008, às 08:38:19, Conde di Lido | fotolog disse:
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81 anos separam a foto do dia de hoje. Certamente nenhum dos fotografados ainda vive. Que terá acontecido a cada um? Casaram? Tiveram filhos? Foram felizes? Deixaram algo para a posteridade ou simplesmente viram a vida passar? Acreditavam em Deus ou eram ateus? Cada um com a sua história e apenas uma coisa em comum: a morte, a única certeza da vida.
Em 1/08/2008, às 08:41:00, RENATO disse:

Isso que eu reparei de imediato!

Foto estranha para uma manhã feliz de casamento, todo mundo carrancudo com semblante carregado.

A noiva coitada assim, assim... desolada! o noivo bem que carecia de umas gemadas e catuabas, franzino franzinho. Não digo que este seja o caso particular mas ainda nesta ocasião muitos casamentos eram arranjados por interesse dos pais.

E aquela senhora, a primeira a esquerda de vestido curto (para a época) tinha cara de que era daquelas que não levava desaforo pra casa, do tipo: "comigo não hiem!", olha a pose!

Viva a lei do divórcio, viva a perda do poder da igreja católica e viva a independência financeira das mulheres. Separados isso, fica-se juntos por que se gostam, porque se amam , porque têm afinidades ou chamem lá do que quiser. Outrora muitos se aturavam, eles em troca de roupa lavada , comida na mesa e sexo eventual e elas por uma vida independente dos pais em sua própria casa, e quando tinham filhos então. Hoje em dia fica enquanto a tal chama da paixão estiver acesa, depois de em comum acordo verificarem que não dá mais, por que não cada uma das partes tentar reconstruir suas vidas e ir em busca da tal da felicidade, da cara metade, de suas almas-gêmeas?

Hoje em dia nem mesmo aqueles menos afortunados se aturam mais, pé no traseiro e cada um vai a luta.

O casamento não irá sucumbir tão cedo. É uma instituição milenar e que atrai em muito os(as) marinheiros(as) de primeira viagem, afinal o teatro, o cinema, as telenovelas e os romances publicados estão aí para perpetuá-los.
Em 1/08/2008, às 09:35:44, Ze Rodrigo disse:

As caras ditas amarradas eram o costume da época, pois a fotografia não era algo tão banal quanto hoje. Posar para uma foto, naqueles tempos, era um ato solene, quase liturgico. As pessoas posavam, era isto, e posar significava não sorrir. Elas não eram fotografadas com naturalidade.

Mas o que mais me chama a atenção é ver os homens vestindo ternos claros. Nesta semana acompanhei um amigo numa loja, ele precisava comprar um terno para ir ao casamento do sobrinho. Ele, conversando com o vendedor, dizia que tinha que ser azul marinho ou preto, pois terno de casamento deve ser escuro!!!


Em 1/08/2008, às 09:37:58, Rafael Netto | fotolog disse:
Já vi isso acontecer várias vezes.

O casal de jovens, namorados desde a adolescência, recém-saído da faculdade (ou mesmo antes disso) casa-se na igreja com todos os frufrus a que tem direito.

Aí começa a "vida de verdade" e eles descobrem que o relacionamento deixou de fazer sentido, era algo que só funcionava enquanto eram "adolescentes".

Pouco tempo depois o casamento acaba.

Então cada um deles encontra um novo par, já inserido no contexto da vida adulta. Desta vez o casamento é sem cerimônia, ou mesmo apenas se juntam. E são felizes para sempre.
Em 1/08/2008, às 09:40:00, Rafael Netto | fotolog disse:
Quanto ao comentário do JRO, é questão de moda. Na época usava-se ternos claros para o dia e escuros para a noite. Atualmente o terno permanece para a noite, mas é dispensável para o dia. Soube isso no último casamento que fui, à noite e sem terno...
Em 1/08/2008, às 09:43:30, Celso Serqueira | página pessoal disse:
Nos primórdios do século 20, tirar uma foto "oficial" era mais importante e solene, talvez, que a própria cerimônia de casamento. Todos tinham que estar sérios.

É raríssimo vermos uma foto de evento nessa época com gente sorrindo, o que era aceito, somente, em situações informais ou de lazer. Fora disso, seria vulgaridade.

Uniões felizes, plenas de cumplicidade, duradouras existem aos montes. Casamentos na igreja, sim, são uma inexplicável demonstração de provincianismo e hipocrisia para os tempos atuais - na minha opinião, evidentemente.
Em 1/08/2008, às 10:44:36, 11BL disse:
Casamento é muito bom, já casei 5 vezes , sendo que o dote (album de fotografia familiar) das duas ultimas santas já rederam bons post por aqui
Em 1/08/2008, às 10:45:44, Lucia disse:

Realmente a noiva tá com uma carinha de Joana D'Arc!
O senhor ali à direita, mais robusto, já entra canteiro adentro...rs
Já teria tomado uns gorós?

Minha avó materna se casou no primeiro casamento com um vestido muito parecido. Tenho uma foto dela, sozinha, também séria. Acho que está aqui em casa, se achar na minha gaveta, postarei.

Sobre o comentário do Ilustre Montenegrino sobre se impressionar com a "transitoriedade da instituição do casamento nos dias de hoje" pergunto:
E quando não foi transitório? Só que antes tinha-se que ficar amarrado à ele,casamento.

Quanto ao outro comentário "acredito mesmo que se a separação não custasse tão caro muitos outros casais estariam afastados". Afastados, muitos e muitos estão, independente de custos, só não tem a "separação de corpos", pois essa sim, custa muito caro, e as mulheres sempre querem se dar bem em cima dos exs.
O casamento virou um comércio, tanto no ínicio, onde se paga até se quiser uma luz a mais na igreja, como no final.

Por isso que eu sempre disse: papel assinado, nem pensar!
E podem reparar, ás vezes você conhece um casal que vive junto muito bem a bastante tempo. Aí eles tem a brilhante ídeia de se casar, assinar o papel. Podem apostar, é separação na certa!

Acho que eu não sou normal, NUNCA tive vontade de casar na igreja e muito menos de vestir um vestido de noiva. A única coisa dessa "instituição" que gosto da simbologia é o uso da aliança.
Prá quem não sabe se usa a aliança no anular da mão esquerda, pois por ali passa uma artéria que vai direto ao coração.
Não sou normal, mas tenho algum romantismo...hehehhe

:P

Em 1/08/2008, às 10:51:10, bouhid disse:

Já li em algum post um comentário onde alguém dizia que, sorrir em uma foto, era considerado sinal de pouca inteligência. Seria verdade? Se for talvez seja a razão para as caras sérias na foto.
Em 1/08/2008, às 11:05:47, Derani disse:

Taí uma das coisas em que me considero radical e mesmo antiquado.

Todas as discussões sobre o casamento que vemos aí em cima giram em torno de apenas um assunto: as conveniências, o interesse pessoal e individual dos dois envolvidos no casamento.

Mas deve-se considerar que tal relação gera de um modo geral filhos, envolvendo assim várias pessoas no processo.

A família não existe só para ser "careta", todos tem suas funções, inclusive educar e criar os descendentes, o que é imprescindível com a presença de um homem e (não ou) uma mulher responsáveis por eles e que vão forma-los na convivência do dia-a-dia, cada um utilizando o que há de melhor na característica de seu sexo.

Se isso não fosse bom nem correto, nunca teria existido.

Mesmo nas tribos mais primitivas é assim que acontece.

Fico muito preocupado quando vejo na TV, inclusive em anúncios, e cada vez mais comum, uma mãe de barrigão, sózinha, criando, convinvendo e sustentando seus filhos.

E as há... e muito!
Em 1/08/2008, às 11:42:27, Lucia | fotolog disse:

Carissímo Derani,

E desde quando os pais participaram da educação dos filhos?
Muito poucos fizeram isso.
Eles eram apenas provedores e uma pessoa por quem os filhos tinham que ter respeito, quando não tinha medo.
Poucos casos foram diferente.
E pais e mães, não precisam morar sob o mesmo teto para dar educação e passar valores morais e carinho para seus filhos.
Precisam ter apenas sanidade mental.
Criar filhos numa união desgastada, com brigas constantes, desrespeito, é muito mais prejudicial a formação de uma criança ou adolescente.
E qual o problema de uma mãe responsável criar e sustentar seu filho sozinha? Repito, desde que ela tenha sanidade mental para isso?
Não incentivo de maneira alguma a produção independente, mas uma mulher pode ficar viúva, ou o pai não querer saber do filho, e aí? A mãe tem que cuidar e isso acontece desde que o mundo é mundo.

Outra coisa que vc fala e que não concordo :"Se isso não fosse bom nem correto, nunca teria existido.Mesmo nas tribos mais primitivas é assim que acontece."
Casamento prá mim foi uma coisa criada pela igreja para procriação e controle da sociedade.
Sem falar nos pré históricos casamentos por interesses históricos.
E em várias tribos primitivas e outras culturas, o "casamento" é um fator que permite que o homem tenha várias mulheres, para mostrar poder financeiro e virilidade.


Em 1/08/2008, às 11:51:35, Lucia | fotolog disse:

Até esqueci de dizer, achei a foto da minha avó de noiva.
Tá lá...

:)
Em 1/08/2008, às 12:22:12, Derani | fotolog disse:

Lucia,

Bom, como experiência pessoal, posso lhe garantir que foi muito bom ter sido criado (criado, não sustentado) por pãe e mãe que moravam junto comigo e conviviam o tempo todo.

Uma paz total.
Em 1/08/2008, às 13:24:31, Lucia | fotolog disse:
Al Derani,

É claro que é muito bom ser criado por pai e mãe, numa família harmoniosa.
O problema é quando ela não é...
Em 1/08/2008, às 13:46:27, Luiz D´ | página pessoal disse:

Acho que todos têm um pouco de razão.

A transitoriedade que falo é a citada pelo Rafael, quando os casamentos se desfazem em poucos meses.

O Derani tem razão quando comenta que a estabilidade de pai e mãe é ótima para a criança.

A Lucia tem razão quando levanta a questão de quão nociva é, para os circunstantes, um casal que se digladia em casa.

Tenho observado que, em sua maioria, os "re-casados" vivem muito bem com seu par: acho que ganharam experiência.

Aliás, escolher um parceiro/a para a "vida inteira" aos vinte anos de idade é uma loteria: é preciso ter muita sorte para acertar, pois sabemos muito pouco do mundo e das pessoas.

Quantas mil pessoas interessantes, muito mais interessantes, não encontramos depois.

Enfim, o assunto é altamente polêmico.
Em 1/08/2008, às 13:48:28, Andre Decourt | página pessoal disse:
Casar na igreja tô fora
Em 1/08/2008, às 15:04:59, Derani | fotolog disse:

Casamento, principalmente quando envolve o projeto de ter filhos, é coisa seríssima.

Não dá pra ficar experimentando.

Tem que pensar 2.000 vezes antes de decidir e, se for muito jovem, pocurar ficar maduro antes da hora.

A não ser que a vida a dois esteja um inferno, não sei se vale a pena ficar trocando por "uma pessoa mais interessante".

Sempre, sempre vão existir pessoas mais interessantes e sempre uma atrás da outra.

Mas talvez com defeitos insuperáveis que a outra não tinha e que vamos descobrir bem depois...

É complicado.

E por isso tem que ser extremamente cuidadoso na decisão.
Em 1/08/2008, às 15:22:54, Santo Antônio disse:
Quem pensa não casa.
Em 1/08/2008, às 17:12:31, JBAN disse:

Nosso Esculápio Montenegrino poderia se candidatar ao Itamaraty é mediar o conflito Árabe-Israelense. Seria sucesso na certa. O homem é um talento ( o que outros, mais maldosos, chamariam de vaselina) !!!

Nota-se que Derani é um cara cuidadoso. Tão cuidadoso, mas tão cuidadoso que se bobeia acaba sozinho... Mas os árabes são mesmos desconfiado. Senão leva cabra por camelo.
Tia Lú anda revoltada... O que está acontecendo...

Tia Lú, Pai educa sim, tá ? E acho bom não comprar briga com esse pai coruja calabrês. Não faz bem à saúde. À sua, é claro.

Foto era coisa séria. João Ubaldo Ribeiro diz que seu avô só tirava "retrato" de paletó, gravata, banho tomado, cabelo penteado e com perfume... Foto de qualquer jeito, nem pensar !




Em 1/08/2008, às 17:42:35, JBAN disse:

Em tempo... A moçoila da ponta-esquerda é um pitéu !

Em 1/08/2008, às 18:10:23, Lucia | fotolog disse:
Carissímo JBAN,

Releia meu comentário. Nele está escrito quanto aos pais(maridos) educarem os filhos: "Muito poucos fizeram isso"
A nossa geração já é um pouco diferente em relação a isso.
Não ando revoltada não, só falei a realidade, vai dizer que não é assim?

Quanto as pessoas ficarem sérias nas fotos, reparei olhando fotos da vovó que ela sempre estava séria!
E então lembrei que quando iamos tirar fotos, ela virava o rosto ligeiramente para a esquerda, acertava a postura, ficava séria e imóvel! rsrsrs
E eu implicava, "Ôh vó dá um sorriso!"
Me lembrei disso hoje...
Em 1/08/2008, às 18:18:49, Evelyn disse:

Márcio,

Esse comentário de que era considerado falta de inteligência ser fotografado sorrindo foi meu há um tempo atrás, e isso foi dito por um famoso...bem, por alguém entendido do assunto.

Rafael não conseguiu um terninho para o casamento com o salário das aulas de português? ))


Em 1/08/2008, às 18:37:21, Derani | fotolog disse:

Caro JBAN, dileto filho dos Novello, querido neto dos Valente:

Estar só também tem suas vantagens:

1- Ninguém liga pra quantas latinhas de cerveja tem na minha geladeira e se estão ocupando o lugar do alface

2- Não preciso ir à Xópin.

3- Nem responder à pergunta: está boa essa roupa? E quando você diz que está cria uma confusão danada porque ela não acredita e acha que respondi sim porque quero sair logo.
Se disser não, aí o mundo acaba.

Lá pros meus 80 anos quando achar a mulher ideal (ainda procuro, cada vez com menos dedicação), aí caso de novo.
Em 1/08/2008, às 18:59:39, JBAN disse:

A mulher ideal..... está no São João Batista !!!

Não existe a mulher ideal. Existem as mulheres possíveis.

Resposta para a pergunta número 3:
"Querida, você está sempre bem!" (tem que ser dita com convicção. Sugiro treinarumas 500 vezes em frente ao espelho...)

ihhh ! Fui !


Em 1/08/2008, às 19:03:09, JBAN disse:

Minha mãe tinha uma amiga de colégio, a Ana Maria, que era belíssima. Parecia a Lana Turner. Daquelas "prá casar". Nós moleques, babávamos...

Pois bem, Ana Maria escolheu tanto, mas escolheu tanto e depois de escolher ainda escolheu mais um pouco, que morreu solteirona. Era uma senhora muito bonita.

Morava na Evaristo da Veiga, chegando à Joaquim Silva, na Lapa.

Em 1/08/2008, às 19:12:40, Marcelo Almirante disse:
Casamento muito chic, apesar da relativa simplcidade. Anos 20 era tudo.
Em 1/08/2008, às 20:31:44, JBANBI disse:
Censura é triste.
Em 1/08/2008, às 20:32:02, Lucia disse:

Caramba!

Além dos que dizem "essa foto eu já postei", hoje inaugura uma nova modalidade: " Esse comentário foi dito por mim um tempo atrás.."

Valei-me, Alah!!

Em 1/08/2008, às 23:01:26, Evelyn disse:

A colocação "esse comentário foi dito por mim" foi lembrado unicamente devido ao fato do Márcio ter mencionado ter lido há algum tempo e questionado se era realmente verdade essa interpretação (sorrir em fotos)
Em 1/08/2008, às 23:50:23, Evelyn disse:



Ao sr/sra Blá blá blá,

Mais humildade, não tendo o que falar, apenas leia.

Bom fim de semana a todos
Em 2/08/2008, às 01:05:23, Beatrice Portinari disse:

Rogo à Deus que esse novo modelito não entre em voga.

X diz: Esse comentário foi feito por mim.

Y diz: Não, não foi.

Z diz: Foi feito pelo Prof. Pintáfona em 1903.

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