Comentários (60):
Em 27/10/2009, às 06:56:11,
Lavra
disse:
Lembro muitissimo bem do tempo de penúria de telefones residenciais. O difícil é explicar para uma pessôa que não tenha vivido aquela época, a felicidade de conseguir um.
Em 27/10/2009, às 07:35:53,
Plinio
disse:
Era dificílimo conseguir um telefone até o final da década de 60 pois não havia linhas disponíveis. Mesmo os que tinham telefone penavam para conseguir o sinal de discar e todos tinha truques como discar zero ou um, segurar o disco no zero por algum tempo ou bater naquela tecla sobre a qual repousava a parte superior do telefone. Era raro achar um telefone público que funcionasse e quase todos estavam dentro de bares. Além disso tinha que comprar ficha telefônica ou tentar discar o número desejado batendo no apoio do fone num determinado ritmo.
Uma ligação para Petrópolis era feita através da telefonista e às vezes havia horas de espera.
E isso foi quase ontem.
Em 27/10/2009, às 07:37:31,
Menezes
disse:
Lembro-me que quando chegamos do Ceará em 1956, meu pai precisava de um telefone e disse-nos que tinha feito uma inscrição no plano da CTB. Resultado: Somente em 1962 e que tivemos o prazer de receber o bendito.
O dia que foi instalado, teve até bolo lá em casa.
Fora do foco: Hoje temos bons numeros para fazer uma "fézinha" no corretor zoológico do bairro.
Em 27/10/2009, às 08:06:34,
Menezes
disse:
Sinal dos tempos:
Aproveitando o tema Cadernetas e telefones, conto um "causo"
Lembro-me que no ano de 1969 eu ainda jóvem, fazia alguns poucos serviços e bicos junto a Bolsa de Valores do Rio de Janeiro para meu tio que tinha uma corretora de valores em Recife-PE.
Certa ocasião por questões de "urgencia" do assunto tive que falar com êle pelo telefone. Eram 7 horas da manhã e pedi a telefonista a ligação que me deu o horário para completar a chamada: 16 horas da tarde.
Por volta das 16.30 a ligação finalmente foi feita e nos falamos.
Bem...falar tinha que ser aos berros pois o audio era péssimo.
Neste particular no Brasil as telecomunicações evoluiriam muito.
Em 27/10/2009, às 08:21:44,
Andre Decourt
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página pessoal
disse:
Os telefones eram realmente muito complicados. Até as extenções domésticas eram monopolizadas, e se pagava por elas, por incrível que pareça. Os artifícios iam desde se fazer um clandestina, rezando para não sofrer uma vistoria, pois dava multa. Ou então colocar entre o aparelho e a "tomada" ( na realidade bases de baquelite onde os fios eram aparafusados e presos) um grande fio, com 5, 10 metros de comprimento, que permitiam o telefone "andar" pela casa. Mas até isso, embora não cobrado, deveria constar no cadastro da CTB. Me lembro que minhas tias tinham um desse artifício. E minha avó já nos anos 60/70 tinha 4 tomadas de extenção em casa, de plugs triangulares, siemens-CTB, motivo eterno de reclamação de meu avô, pois saia mais caro que a assinatura.
Apesar das milhares ações ajuizadas nos juizados especiais contra as teles, a privatização realmente democratizou o acesso ao telefone, e afirmo aos que são contra a privatização, antigamente era MUITO pior, certamente os juizados estariam lotados da mesma maneira, e ninguém receberia nenhuma indenização por falha de consumo.
Quanto as cadernetas do CSI ainda possuo 4, dos anos de primário...
Em 27/10/2009, às 09:24:49,
Alcyone
disse:
De 80 a 85 trabalhei no Centro de Pesquisas da Telebrás, no Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Minha agencia era a União Internacional de Telecomunicações, em Genebra e eu trabalhava apenas com o pessoal estrangeiro que importávamos de todos os lugares do mundo (peritos). Houve época em que tínhamos 12 ou 13 peritos de nacionalidades diferentes o que fazia o projeto virar uma Torre de Babel. Não digo que não tenhamos aprendido alguma coisa com eles mas sinceramente, o custo-benefício, tenho certeza, não compensou. Aliás a única coisa realmente expressiva saida de lá foi invenção totalmente brasileira, criada pelo Eng.Nelson Bardini(uma grande figura)que foi o cartão telefônico de PVC com circuito elétrico(acho que é isso. Não sou perita no assunto).
As coisas só viriam a melhorar mesmo, depois da privatização. Sem ela, acho que ainda estariamos distante do resto do mundo.
Ainda me lembro do primeiro número de telefone que tivemos, desde que nasci até os 15 anos de idade. 27-7887.
Em 27/10/2009, às 09:55:48,
RENATO
disse:
Fevereiro de 1997, 18 horas e poucos minutos, o telefone de casa toca, atendo, entra uma atendente da Telerj com a mensagem: " à partir de hoje, sua linha telefônica passa a ser digital e o sr. poderá usufruir melhor de serviços de voz, dados e serviços inteligentes. A sua linha possuirá sinal forte com som limpo, alto e claro..."
Terminava ai a via crucis que era a telefonia no Brasil. Elefante branco de uma estatal que não funcionava, ter telefone já foi motivo de status e precisava ser declarado no I.R neste país, V-E-R-G-O-N-H-A!!!!
Certa ocasião, antes da digitalização, esperei com o fone no ouvido 40 minutos para obter sinal de discagem, e no meio da dita cuja, a ligação já dava sinal de ocupado (???????)
Depois disso o nunca mais tive problemas de telefonia em casa. O que deveria ser feito mas os condônimos jamais aceitarão, seria trocar toda a fiação caquética dos anos 50/60 do edifício por outra preferencialmente em fibra ótica, aí seria a perfeição. A Região Centro-Sul já esta toda cabeada nas ruas com fibra ótica, cabe aos condomínios fazer a mudança interna.
Joguei fora todas as cadernetas e carteirinhas de estudante que tive no passado. Não sei se fiz bem, não sei se fiz mal, decidi minimizar entulhos e ganhar espaços. Fotos digitalizei todas mas não joguei as de papel ainda fora, lps passei quase todos para digital e coloquei primeiro em CDs e agora em DVDs que cabem 70 lps num único DVD, I-M-P-R-E-S-S-I-O-N-A-N-T-E! cadernos, apontamentos, etc. foram para o lixão senão iriam virar comida de traças, livros pretendo doar a universidade pública onde me formei como forma de "pagamento" pela oportunidade que me foi dada na vida, para que outros jovens os consulte e tenham a mesma oportunidade. Não compro DVDs, alugo na locadora, não gravo mais músicas, ouço nas rádios virtuais, não junto roupa que não me sirva na esperança que um dia volte a caber ou que a "moda" volte, ídem para os calçados. Abandonei o carro vou de táxi.........
Em 27/10/2009, às 10:00:20,
Pgomes
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página pessoal
disse:
Aqui em SP os problemas não diferem muito. Telefone era considerado um patrimônio e tinha de ser declarado no imposto de renda.
Como curiosidade, um amigo de meu pai mantem o mesmo número há mais de 30 anos, mesmo com as mudanças de sistema e prefixos, que já mudaram duas vezes em 15 anos. Exemplo fictício : Era 61.XXXX para 5561.XXXX. O nosso era 619172 e também tínhamos nossas extensões que eram estratégicamente desarmadas quando necessário.
Em 27/10/2009, às 10:03:05,
Gugu
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fotolog
disse:
Em 1963, quando comecei a trabalhar, algumas empresas tinham uma pessoa só para conseguir o sinal do telefone e poder fazer as chamadas.
Em 1977, quando fui morar na Rua República do Peru, em Copacabana, fiquei mais de um ano sem poder instalar a linha telefônica que havia comprado pelo equivalente a US$1,000, porque não havia cabo na rua.
No Santo Inácio, onde estudei de 1958 a 1960, me lembro que tínhamos que ir à missa aos domingos e carimbar a caderneta atestando a presença. Naquela época, no Clássico, não se usava uniforme, mas tínhamos que usar camisas de manga comprida e meias nos sapatos. Era dureza jogar pelada no recreio, no calor, com aquela roupa toda e depois voltar para a aula.
Em 27/10/2009, às 10:18:26,
Candeias
disse:
Os pais do pianista Nelson Freire vieram de Boa Esperança, MG, para o Rio, no final dos anos 40, trazendo toda a família. Aproveitando um evento sobre a Copa do Mundo de 1950, acontecendo no Hotel Glória, Nelson foi levado pelo pai e, aproveitando um piano de cauda dando sopa no salão onde rolava o evento, começou a tocar, para espanto e admiração de todos. O prefeito Mendes de Moraes, como todo político, vendo aquele menino de calças curtas esbanjando talento, aproximou-se e perguntou o que poderia fazer para ajudá-lo: "Precisamos de um telefone lá em casa, em Ipanema. Acabamos de nos mudar de Minas."
No dia seguinte foi instalado o telefone em casa dos Freire.
Essa história me foi contada por Nélio Freire, um dos irmãos do Nelson.
Em 27/10/2009, às 10:18:31,
JBAN
disse:
Renato,
Não é viável cabeamento ótico nos condomínios, apartamentos e casas. Simplesmente porque todos os equipamentos teriam que ser mudados. A indústria de telefones em todo o mundo não fabrica aparelhos para fibra ótica. Simplesmente seriam caríssimos.
A cabeação de fibra ótica nas ruas é para os troncos digitais que concentram centenas ou milhares de linhas de voz e dados entre a rede de distribuição e as centrais das operadoras. A fibra ótica da rua entra em um "armário" ou "gabinete" (em geral subterrâneo ou algumas vezes aéreo), onde o sinal é convertido de ótico para elétrico e aí chega até os edifícios e apartamentos. Até mesmo o sinal de TV a cabo é feito assim. O cabo da NET é coaxial, mas é de cobre. Agora há pouco tempo passaram a TV a Cabo de analógica para digital, mas o meio continua sendo o cobre. Em termos de custo benefício é imbatível.
Você tem razão quando fala em troca de cabeamento, mas basta trocar o fio antigo de telefone por um cabo moderno com blindagem e especificações para o transporte de dados e voz de hoje em dia. A coisa melhora muito. Fiz isso lá em casa e aqui no escritório. O cabo da OI qua vai para a central já havia sido trocado em ambos os endereços. Resultado: tenho um tronco digital aqui no escritório e um Velox de 2 MB sem nenhum ruido ou problema de conexão.
No meu escritório anterior a fiação era um horror e a distância da central telefônica criou um efeito chamado de "atenuação de sinal", que me obrigou a pedir uma fibra ótica para a Oi. Resultado: 10 meses para poder trazer a fibra da Visconde de Pirajá até a Nascimento Silva e a instalação de equipamentos de conversão em dois pontos do edifício. Acho que é o único prédio "fibrado" da região. Ficou uma beleza, mas é como uzar bazuca para matar mosquito.
Ainda assim, mesmo na rua a Oi tem os seus problemas com muitos cabos ainda antigos e saturados. Hoje em dia é comum haver mais de uma linha em casa, o que aumenta a demanda por "pares livre", seja ...
Em 27/10/2009, às 10:19:08,
JBAN
disse:
... no quadro de telefonia do prédio, seja no cabo que atende à rua.
Em 27/10/2009, às 10:22:19,
JBAN
disse:
Quando a converter todos as suas informações em meio físico para digital, fique esperto. CD's e DVD's também se deterioram.Faça cópias para mídias novas e de boa qualidade de tempos em tempos. O bem e velho papel dura muito mais do que um DVD.
Em 27/10/2009, às 10:23:32,
BELLETTI
disse:
Realmente declarar telefone no IR é de doer.A garotada de hoje pensa que é brincadeira.Acredito que todos os que estejam acima do 4.0 passaram pelas experiências descritas.
Em tempo:tive um conhecido,que era "representante de remédios" que ficou muito rico comprando e vendendo telefones.O que interessava a ele eram as ações.As ações da Telebrás,penso eu.
Em 27/10/2009, às 10:24:22,
Neto (from Bahia)
disse:
Realmente as coisas só melhoraram após as privatizações.
Em 27/10/2009, às 10:53:11,
RENATO
disse:
Vivemos a era do descartável e já me preparei para esta realidade.
1- troquei o refrigerador em out 2004. fui informado por pesquisadores do cepel que duraria 5 anos e que para aquele modelo a borracha apresentaria defeito em 2009 e que das duas uma: ou troca a porta ou troca de refrigerador.
Não é que a geledeira começou a dar defeito em outubro de 2009.
2- tênis e sapatos são produzidos para durarem 3 anos. A partir desse tempo, o solado começa a se desfazer, e isso é mais notório com calaçdos de marcas mais caras e famosas do que nos populares. Os mais ricos não levam sapatos a sapateiros, jogam no lixo e compram um novo portanto a indústria para esses faz o modelo descartável. Se ficarem tempo sem usar viram pó literalmente.
3- televisões modernas, projetadas para durarem 30 mil horas depois disso, lixo. A minha LED daqui a 4 ou 5 anos vai pro lixo se não pifar antes!
4- tocadores de DVD e ferro de passar roupas, queimou ? lixo
5- mídias de backup de cds, guardo em caixas plásticas contendo agente dessecante apesar do fabricante garantir na embalagem que prazo de validade é indeterminado, já vi cds esfarelarem nas mãos.
6- liquidificadores, as lâminas não duram mais que 6 meses se usadas diariamente.
7- tocadores de mp3, em 5 nos já tive 03 modelos de marca comprados em lojas idôneas.
8- sábado a noite após 7 anos e 10 meses (durou muito !), o meu PC caseiro pegou fogo. Sorte que estava ao lado e puxei na tomada evitando uma tragédia maior.
É o mundo da modernidade, mundo descartável.
Em 27/10/2009, às 10:56:07,
Derani
disse:
Me parece que única coisa que melhorou com as privatizações foi a telefonia.
O resto piorou.
Depois que "privatizaram" a segurança pública, a saúde e a educação então, ficou um horror.
Em 27/10/2009, às 11:06:01,
Andre Decourt
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página pessoal
disse:
O vinil, sem ser tocado e gasto pela agulha, dura muito mais que qualquer CD ou DVD, pois não oxida. Tenho uns cd´s das primeiras fornadas lá dos anos 80 que começaram a ser atingidos pelo tempo, com o ar entrando pelo sanduiche plástico. Curiosamente tenho fitas K7, guardadas no mesmo local, mas antigas que não sofreram nenhum dano.
Em 27/10/2009, às 11:56:32,
NALU
disse:
Esses relatos sobre os serviços telefônicos por aqui ainda me fazem reviver o trauma. Restam do pesadelo o valor extorsivo da assinatura e a "tunga" do icms.
Em 27/10/2009, às 13:17:31,
Senna
disse:
O problema com a privatização ainda é o favorecimento, com segundas intenções claro, de alguns e não o serviço das empresas privadas. Esse tal de Daniel Dantas ainda tem muitos segredos para contar, que envolvem muita gente.
Em 27/10/2009, às 13:35:28,
Menezes
disse:
Renato, meu caro amigo, permita um "pitaco" nos teus comentários.
Se os meus estão dentro do foco ou fora do foco pouco me importa, quero escrever:
1 - Procurei conservar minhas carteiras até alguns anos atrás mas depois ficou difícil administrar o acumulo de coisas que guardei. Sempre faço a cada ano uma passada de régua naquilo que não tem a serventia para o presente. O excesso vai para o lixo mesmo.
Fotos em papel, só guardo aquelas que envolvem minha familia pois não estou só na foto, mas ainda assim pergunto sempre como fica.
A era moderna está nos possibilitando arquivar em um simples pen-drive uma verdadeira vida. É só ter paciência e tempo para fazê-lo.
Não gosto muito de viver do passado, mas gosto de apreciar o passado sem conflitos e viver deste passado só aquilo que me der prazer no presente. Fotologs é um caso deste.
2 - Guarda de disco, fitas e afins:
Meu velho pai, um entusiasta da boa musica clássica, até alguns anos atras usava os discos LP para reprodução em sua sala de música. Ele tinha como habito de vez em quando "lavar" os discos numa paciência digna de Monges.
Depois disso, a secagem era o tal segredo. mas tudo dava certo.
Agora, para guarda-los sem os danos da ação do tempo é que eu acabei sendo nomeado por ele para fazer uma espécie de "adega" digamos assim, climatizada.
Hoje em uma firma na rua Gomes Freire tem uma pessoa que fabrica um pequeno aparelho que é excelente. Ajuda na conservação e manutenção do acervo que se quer preservar.
Bem...quanto ao automóvel ainda não consegui deixar na garagem e isto é uma coisa que gostaria de fazer, mas ainda não consigo.
Em 27/10/2009, às 13:40:56,
Beatrice Portinari
disse:
A caderneta preta que está abaixo era muito mais bonita e durável. As minhas cadernetas são todas de plástico e até 1969 meu telefone era 26-8886. Só a partir daí o número 2 foi acrescentado. Minha caderneta de 1973 do Colégio Santo Inácio está carimbada com o número 26-7555, mas a impressão está correta (226-7555) Na época do meu pai o número era diferente.
Eu acho que a telecomunicação se esqueceu de mim, porque os três números de telefone fazem ruído. Segundo a OI, o ideal é que nenhum número tenha extensão. Além de tudo eu vivo comprando cabos, porque os terminais sempre oxidam rapidamente. Minha casa está precisando ser "fibrada".
Em 27/10/2009, às 13:42:45,
Wagner Bahia
disse:
Rapaz, tem dias que o saudosismo aqui fica "a flor da pele"... Tudo que é antigo fica melhor do que é moderno. Impressionante....
Em 27/10/2009, às 13:43:17,
Manitu
disse:
Com a devida vênia, me permitam lembrar que, ao contrário do afirmado nos comentários acima, não foi a privatização quem resolveu a questão das telecomunicações brasileiras, mas sim a tão caluniada "ditadura".
Foram os governos militares que deram a partida na renovação técnica da telefonia e colocaram o Brasil no 1°mundo em termos de comunicações.
A privatização apenas deu continuidade aos avanços conseguidos pelos generais e reorganizou a administração das teles, elevando as tarifas em mais de 600 por cento sobre as cobradas até a década de 1980 e fazendo a fortuna de políticos, empresários e especuladores.
Em 27/10/2009, às 14:02:03,
Andre Decourt
disse:
Manitu, cresci na ditadura, e os telefones continuavam ruins, acho que só uns 10 anos depois do pres. Figueiredo ter pedido para ser esquecido, é que os telefones começaram a abandonar coisas do tempo das cavernas como estações analógicas monumentais, discagem por pulso, deficiência em planos de expanção etc... Os milicos podem ter melhorado as ligações de DDD, afinal isso era estratégico, mas para a ponta final pouco aparecia
Em 27/10/2009, às 15:39:09,
RENATO
disse:
Ainda estamos décadas atrás de ser o primeiromundo as comunicações. Tecnologias que só chegarão aqui na metade da década seguinte já é coisa corriqueira no Japão, Europa e Am. Norte. Estamos no Patamar de meados dos anos 90 (deles) quando comparados ao dito 1o mundo. Belo exemplo seria também a transmissão digital que caminha a passos de bicho preguiça aqui na terra brasilis. Será que vamos repetir aquele penoso processo de transição da TV em P&B para TV em cores? Os nossos automóveis eram e ainda o são se comparados carroças com o do primeiro mundo. O tênis Nike made in ling ling que vem para cá descola o solado aos 7 ou 8 meses de uso, o mesmo made in ling ling que vais pros states não descola com menos de 5 anos! e por ai vai...
Toda esta estrutura de abandono que hoje temos foi germinada entre 64-84. Quais hospitais eram os mais bem equipados? quais eram as escolas mais bem equipadas? quais indústrias recebiam mais subsídios públicos? quais investimentos e incentivo para a população foram feitos em transporte públicos de massa? os trens da então RFFSA eram iguais aos que rodam hoje na India enquanto o 1o mundo já ía de trem bala, onde estava o programa de manutenção de rodovias? abriram uma no meio do mato que levava o nada a lugar nenhum, onde estava o serviço de assistência social? a imprensa era amordaçada não podia mostrar os fatos, um dos mais respeitados centros de pesquisa do mundo foi na ocasião detonado, a Fiocruz. Qual a real vantagem da Angras I e II no país que detém amaior bacia hidrográfica do planeta? e o pior que nem uma bombinha atômica souberam fazer! quem msiturou bandido pé d echinelo com pretensos guerilheiros politizados e instruídos formando os comandos? quem derrubou as maravilhas do Rio que agora só podemos admirar em fotos muitas mostradas aqui? porque a linha 2 do metrô só ia até o Maracanã? por que as gerações atuais não sabem o hino nacional? pois so se podia cantar obrigatoriamente na escola ou na semana da pátria...
Em 27/10/2009, às 15:47:10,
JBAN
disse:
Quem foi o General Figueiredo ? Ih ! Esqueci !
Manitu,
Mande um abraço para o Dr. Celsão de Vila Matilde, o último baluarte da Redentora no Brasil. De seu "bunker" nas montanhas do interior do país, ele treina seu exército zumbi e planeja a volta dos milicos ao poder.
Viva a Redentora !
Em 27/10/2009, às 16:04:46,
JBAN
disse:
Respondendo ao Renato:
"quem derrubou as maravilhas do Rio que agora só podemos admirar em fotos muitas mostradas aqui ?"
Resposta: A Demolidora Serqueira.
Em 27/10/2009, às 17:08:06,
Menezes
disse:
RENATO, não estou defendendo "quem fez ou deixou de fazer" mas na minha opinião Angra I, II e quantas Angras forem necessárias, já deviam existir mesmo começando ou não no regime dos militares.
A energia nuclear é limpa, segura e só não é a mais barata, digo em din-din, pois tecnologia tem seu preço. O fato de ser cara nem sempre é por preço mas sim por PAGAMENTO ou a quem pagamos e "como" pagamos.
A energia oriunda das hidrelétricas é devastadora para o meio ambiente. Vem acabando com tudo...nós temos a maior bacia hidrográfica do mundo como você mesmo afirma aí acima. Porque temos que destruí-la com o represamento, inundações e o cacete...?
Renato, o que passou passou. Hoje temos uma TV de última geração, uma telefonia de primeira, FIOCRUZ modêlo de centro de pesquisa e produção( sei o que estou falando), produção de petróleo e gaz a pleno vapor, tem projetos em implantação de polo petroquímico no Rio.(um dos maiores do mundo) que vai gerar empregos, imposto e beneficio ao povo Carioca. Tem muita coisa boa acontecendo e poderemos ter mais se soubermos eleger e cobrar.
Agora, se não souberem fazer, estamos fritos como sempre...
Em 27/10/2009, às 17:20:07,
JBAN
disse:
Tem gente que geme e resmunga por vício. Tem muita coisa boa por aí. É só procurar. Já as coisas ruins todos nós conhecemos. Saltam aos olhos e são temas de noticiários, Fantásticos, Gugus e primeiras páginas. Elas nos invadem todos os dias e nos deixam assim, tipo a hiena Hardy Ha-ha. Oh dia ! Oh vida ! Oh azar !
Em 27/10/2009, às 20:27:40,
Praxedes
disse:
O que tem tudo o que foi dito aí em cima com as cadernetas do Santo Inácio ?
Nada ! E o foco ?
Em 27/10/2009, às 21:08:21,
Senna
disse:
Praxedes,
Tudo começou com os últimos parágrafos do texto da postagem.
Mas as coisas não melhoraram tanto assim. Tentei falar com a Alcyone aos 15 anos e a linha não completa. Por isso também fico a repetir a famosa hiena dos desenhos animados: Oh céus! Oh vida! Oh azar!
Em 27/10/2009, às 21:23:29,
Richard
disse:
Me lembro que em filmes americanos, de qualquer ano, a pessoa tirava o fone do gancho e imediatamente começava a discar.
Isso dava muita inveja!!!
Em 27/10/2009, às 21:26:38,
Observador de comentaristas
disse:
Praxedes, e o teu comentário que tem haver com o FOCO? Não acrescenta nada.
Em 27/10/2009, às 21:43:18,
Luiz D´
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página pessoal
disse:
Richard,
também tinha esta inveja ao me lembrar das horas que ficava esperando sinal em minha casa de Copacabana.
E também tinha inveja daqueles caras que pegavam as latas de Coca-Cola na geladeira, o que por aqui também não havia.
Em 27/10/2009, às 21:58:17,
Jaime G. Moraes
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fotolog
disse:
Imaginem então, na Ilha do Governador, que em pleno inicio dos anos 60 ainda tinha somente os telefones à manivela !!! Era melhor e mais rápido pegar o bonde e dar o recado "ao vivo ".
Em 27/10/2009, às 23:21:40,
Evelyn
disse:
De tudo que se falou, o mais interessante e absolutamente dentro do foco:
O RENATO se lembrar da HORA em que o funcionário da telefônica ligou para dar a notícia da nova era digital de telefonia!
Na casa do meus avós maternos, na Gal. Glicério, também havia extensão do telefone da nossa casa, na Rua Ipiranga, tocando simultaneamente nas duas casas, conforme dito aí em cima.
E os modelitos horrendos, não foram lembrados, e minha mãe, "para conservar o aparelho dos dedinhos das crianças" colocava uma horrenda capinha plástica vermelha, num telefone preto, acho que o "anti-flamenguista" deve ter começado aí.
Conforme dito anteriormente,ao longo de 50 anos , apenas 2 mudanças ocorreram:
O acréscimo de um 2 no início do número do telefone;
A substituição do prefixo quando tornou-se digital
Os últimos 4 algarismos permanecem iguais.
Em 28/10/2009, às 00:04:39,
Evelino
disse:
Zzzzzzzz
Em 28/10/2009, às 08:24:16,
RENATO
disse:
Evelyn,
Foi UMA atendente
Em 28/10/2009, às 09:03:24,
Evelino
disse:
Zzzzzzzz
Em 28/10/2009, às 09:28:29,
JBAN
disse:
Como é ? Ninguém trabalha aqui não ? Essa foto já começa a cheirar mal !
Em 28/10/2009, às 10:44:10,
Manitu
disse:
JBAN, o seu abraço foi transmitido pessoalmente.
Em 28/10/2009, às 11:35:33,
NALU
disse:
Deixem-me adivinhar: net-virtua com problemas novamente?
Em 28/10/2009, às 13:00:24,
Dormonid
disse:
O Evelino me ama.
Zzzzzzzz
Em 28/10/2009, às 14:32:39,
Inspetoria Geral dos Fotologs
disse:
Este fotolog corre risco de ser descontinuado por abandono de emprego.
Em 28/10/2009, às 15:46:14,
FOTOLOG - SAUDADES DO RIO
disse:
ESQUECERAM DE MIM?!?!?!?!
Em 28/10/2009, às 16:52:07,
A Gerência
disse:
Senhor D,
Seu Fotolog está atrapalhando o trânsito parado deste jeito.
Por favor, providencie uma solução o mais rapidamente possível ou chame o reboque Urubu para retira-lo deste local.
Foco e Seriedade, este é o nosso lema.
A Gerência
Em 28/10/2009, às 17:50:41,
NET-VIRTUA
disse:
Não temos nada a ver com isso !!
Em 28/10/2009, às 18:01:34,
JBAN
disse:
Acho que o Dr. D' ficou retido no Estudão e não pode postar hoje.
Em 28/10/2009, às 19:32:05,
Augusto
disse:
O Velox de hoje pode ser comparado à linha fixa do século passado. Em alguns lugares, o Velox não pode ser instalado por falta de par físico disponível na região!!!!
Em 28/10/2009, às 19:42:29,
Alcyone
disse:
Sentimos muito a falta do "Saudades do Rio" hoje. Desejamos pronto restabelecimento.
Em 28/10/2009, às 19:44:56,
JBAN
disse:
Já foi providenciado fita durex, goma arábica e cola de maizena para consertar a conexão internética do Dr. D'.
Em 28/10/2009, às 19:56:54,
NALU
disse:
Chama o "magáiver"!
Em 28/10/2009, às 20:44:38,
Evelyn
disse:
Já que hoje é tema livre:
Lembrei da cola Polar,( ainda existe?) praticamente todo aluno nos anos 60 e 70 tinha uma, fundo branco e letras em azul-marinho, havia a concorrente cola Tenaz(?), fundo branco e letras vermelhas, qualidade não tão boa.
RENAATOOO
O foco era sua (excelente) memória, se era um ou umA atendente é um mero detalhe.
Você deve saber todos telefones de amigos e parentes de cor!
Em 28/10/2009, às 21:58:50,
Urubulino
disse:
O que aconteceu? Cadê o post de hoje?
Vou fazer força para não pensar no pior.
Em 28/10/2009, às 22:01:00,
Senna
disse:
Agora é que não sai postagem hoje, já começou o jogo do Fla.
Em 28/10/2009, às 23:27:30,
Evelino
disse:
Zzzzzzzz. O comentário da Evryn dá sono. Zzzzzzz.
Em 29/10/2009, às 00:22:32,
Evelyn
disse:
Evelino ( muito original o nick!)
Não seria exatamente o contrário?
Bocejo é contagioso! Ou seria um caso de sonambulismo o seu?
Francamente!
Em 29/10/2009, às 01:52:00,
Evelino
disse:
Zzzzzz
Em 29/10/2009, às 04:55:16,
Dalmadorm Cáps. 30 mg
disse:
Zzzzzz...