Comentários (31):
Em 30/10/2009, às 06:52:56,
Fernando
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e-mail
disse:
Presenciei isso muitas vezes em Copacabana ( na Chico Sá ). Antes havia sido proibida a pelada junto ao mar antes da 1h da tarde. Depois proibiram todo tipo de futebol que não ocorresse na areia fôfa. Depois o frescobol, e por aí foi...
Em 30/10/2009, às 07:09:50,
Plinio
disse:
Que me desculpem os adeptos desses esportes praianos mas é impossível caminhar pela beira do mar nas praias da Zona Sul no horário da tarde. Ali ficam milhares de jovens jogando frescobol e altinho com as consequentes boladas nos que se arriscam a caminhar ou cruzar da areia para o mar. São boladas a toda hora e o mais que se escuta é um "foi mal" como desculpa.
Duvido muito que na situação atual de desrespeito à ordem pública alguém consiga dar um jeito nesta situação.
E se a proibição estava mesmo no AI5 era ridículo.
Em 30/10/2009, às 07:15:54,
Senna
disse:
O reflexo do menino de short branco, tentando esconder a raquete, deixa a gente com pena, 40 anos depois.
Fiquei imaginando o Alberto Cury anunciando essa proibição na TV. Será possível?
Em 30/10/2009, às 07:16:48,
Alcyone
disse:
Não sei se a proibição do frescobol se deveu ao AI5, mas se tal aconteceu, foi algo positivo. Era impossível ficar com crianças à beira-mar, com um bando de marmanjos jogando bola ou frescobol, sem correr o risco de uma bolada ou raquetada. Não acho que devam proibir mas que joguem na areia fofa, longe de crianças.
Em 30/10/2009, às 07:31:58,
Derani
disse:
Hoje não se tem mais autoridade... nem acatada, nem merecida.
Em 30/10/2009, às 08:08:42,
Saudades do Rio - AD
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fotolog
disse:
Post-Duplo em:
http://fotolog.terra.com.br/sdorio:1603
Em 30/10/2009, às 08:19:56,
RENATO
disse:
Se acham donos da praia!
A praia é nossa e ninguém tasca!
Fica notório na maioria que pratica frescobol que a intenção é fazer com que a bola bata numa outra pessoa que nada tem a ver para se iniciar uma confusão. O "foi mal" é raro de se ouvir o que se vê é um carão quando as bolinhas atinge outrém. Atingem os outros e ainda acham que esses lhes atrapalhou o jogo!
Incomoda sim! pois entre os 2 jogadores ninguém pode permanecer, logo se apropriam da região onde estão jogando. Mas, como eu não vou a praia mesmo que se lasquem por lá.
O mesmo cabe para a linha de passe, vendo o local cheio mas mesmo assim teimam em mandar bomba que sempre atinge alguém e pronto! está armada a confusão
O mesmo se aplica aos surfistas, que ficam putinhos da vida quando algum banhista chega perto de onde querem "fazer as manobras" como se fossem proprietários do mar, xingam e ofendem os banhistas. Cadê os tubarões da praia da Boa Viagem? precisam fazer um turismo por aqui.
Ídem para os que teimam em navegar próximo a faixa de banhistas com suas lanchas e barcos motorizados, vira e mexe amputam um membro por ai.
Eu sou completamente a favor do choque de ordem nas praias. Sem o pulso forte da autoridade para manter a ordem, cada um passa a exercer ao seu entender o seu dereito e vira a praia vira terra de ninguém e acaba por ninguém se entendendo e se respeitando. Isso acontece porque cada um se acha melhor e superior ao semelhante.
Em 30/10/2009, às 09:01:06,
NALU
disse:
Era um problema ir à praia com meus filhos.
Em 30/10/2009, às 09:12:44,
RENATO
disse:
Transcrição do diálogo capturado pela foto:
(p) policial
(r) rapaz
(g) garoto
(p) - você não sabe que não pode jogar frescobol na praia?
(r) - que mal há nisso?
(g) - seu guarda a gente só tá brincandu!
(p) - não interessa! é proibido
(r) - mas a praia está deserta
(p) - favor me dê as raquetes e a bolinha?
(g) - por favor seu guarda
(s) - favor?
neste instante o rapaz estufa as peitolas, entra em rispe e solta a pérola:
(r) - não vou entregar, você sabe com quem você tá falando?
Em 30/10/2009, às 09:23:23,
Zé Carioca
disse:
Pôxa esta aí algo que não tem haver com as comunidades só com os pitboys e filhinhos mal educados da zona sul e isso sem falar no cocô de cachorro da praia do diabo.
O Nanato tem perna fina?
Em 30/10/2009, às 09:26:23,
Pgomes
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página pessoal
disse:
Apesar de convidativo, praticar esportes na praia gera sempre um conflito com banhistas. Democracia, a maioria(banhistas) tem que saisr ganhando.
Em 30/10/2009, às 09:56:44,
JBAN
disse:
Quer dizer que favelado e suburbano quando vai à praia não leva raquete, nem bola ? Interessante a teoria. É baseada em que ? Achismo ?
Francamente.
Todos estão metidos nisso. E os pobrezinhos dos barraqueiros que só querem ganhar a vida honestamente ? Quase choro emocionado quando escuto isso. Alguém já olhou como fica a areia ao final de um dia de atividade comercial na praia ? Ontem fui pedalar na orla de Ipanema para aproveitar a luz do horário de verão e digo: É de sentar no meio fio e chorar lágrimas de esguicho. A praia estavas IMUNDA.
Em 30/10/2009, às 11:00:45,
BELLETTI
disse:
Muito interessante a foto.Não me recordo de ter sido incluido no AI 5,o que seria piada,mas ,contra a vontade de alguns adeptos,sou totalmente a favor da proibição.Qualquer tipo de jogo na praia,sem horário previamente estabelecido é uma falta de respeito para com a maioria.
Em 30/10/2009, às 11:07:58,
RENATO
disse:
Em 16/10/2009, às 11:29:37, RENATO disse:
"... Domingo passado (11/10) resolvi caminhar por Ipanema as 16 hs e me perguntava a todo instante: passear pelo lixão de Gramacho surtiria o mesmo efeito, tamanha era a quantidade de lixo jogada na areia e nas pistas interditadas de todos os domingos. Se joga de tudo em todos os lugares e independente de situação sócio-econômica..."
Em 30/10/2009, às 11:08:55,
Lexotan
disse:
Calma Nanato. Assim vai enfartar.
Em 30/10/2009, às 11:41:04,
Beca
disse:
Será que eu sou a única carioca que não sabe o que é "altinho" ? Isso porque sempre fui muito à praia !
Em 30/10/2009, às 12:02:16,
Laerte
disse:
No meu tempo de garoto, "altinho" era linha de passe. Quem deixasse a bola cair, estava fora! Mas vamos ao tema principal: Já presenciei uma banhista levar com uma bolinha de frescobol na altura dos olhos. A mulher foi à nocaute e o jogo suspenso temporariamente. Minutos depois, os "atletas" voltaram a vibrar suas raquetes como se nada tivesse acontecido. Tem que proibir e está acabado. Não adianta criar áreas específicas, pois eles querem é jogar no meio dos banhistas. Deve ser porque o barato é acertar a "cara" dos outros.
Em 30/10/2009, às 12:54:54,
Lavra
disse:
Quando tinha 15 anos, pratiquei. Depois disso entendi que era uma agreção aos banhistas e parei antes da proibição. Hoje, passou a ser, para mim, um problema teórico porque a praia tem além desse, problemas de outros tipos, como excesso de gente, de vendedores e de arrastão. Estou fora.
Em 30/10/2009, às 13:05:18,
JBAN
disse:
Tem gente demais no mundo. Quando teremos uma praga daquelas de filme de ficção científica para dar "um jeito" na humanidade ?
Se levar a metade
embora, garanto que o planeta melhora. A curva demográfica projeta um declínio populacional para depois de 2040, mas vou aproveitar pouco isso.
Em 30/10/2009, às 13:40:52,
Anjo do apocalipse
disse:
Vou começar por você.
Em 30/10/2009, às 13:54:47,
JBAN
disse:
Está combinado. Mas por favor leve o resto.
Em 30/10/2009, às 14:00:46,
Richard
disse:
Post duplo em:
http://fotolog.terra.com.br/crich
Em 30/10/2009, às 14:03:12,
Luiz D´
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página pessoal
disse:
Ninguém quer jogar frescobol ou linha de passe lá na areia quente. Além do mais, na beira da água é mais fresco e a rapaziada fica se exibindo.
É impraticável, como disse o Plinio, caminhar pela beira-mar numa tarde em Ipanema ou Leblon.
Mas numa cidade que vale tudo quem colocará ordem nisso?
Em 30/10/2009, às 14:13:58,
Ciro
disse:
O PM não parece estar armado, nem mesmo com cassetete. Era uma época em que havia respeito à autoridade.
Em 30/10/2009, às 14:36:25,
Candeias
disse:
Quer dizer que linha de passe, agora, se chama "altinho"? Essa, não... Também, depois de encontrar um flanelinha argentino em Búzios, nada mais me surpreende.
Em 30/10/2009, às 14:53:13,
Andre Decourt
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página pessoal
disse:
A praia no final de tarde de um dia quente é depressiva, tudo imundo, o pessoal mal ajambrado, turistas mulambos, espertalhões tentando ganhar uma grana em cima dos turistas...enfim... para não me chatear evito as avenidas litorâneas a pé ou de bicleta a partir das 10:00 da manhâ
Em 30/10/2009, às 16:27:12,
Pedro Gomes
disse:
Fiz meu primeiro comentário aqui no Saudades do Rio e por aqui também quero divulgar:
http://fotolog.terra.com.br/pehego
Ainda estou pegando o jeito e continua:
http://riodeoutrosjaneiros.blogspot.com
Em 30/10/2009, às 18:26:30,
Richard
disse:
Apesar de estarem chamando de "altinho", na realidade é "altinha".
Vem de: "manda essa bola altinha", ou seja para não mandar rolando.
Não entendo porque mudar o nome de coisas que já estavam nomeadas.
Isso é "linha de passe"!
A mesma coisa é falar "surf de peito" o que sempre se chamou de "jacaré".
Em 31/10/2009, às 09:13:25,
Laerte
disse:
Candeias,
Até em novelas da Globo eles estão trabalhando! Quando voltar a Búzios, observe melhor a Praia de João Fernandes. O flanelinha é argentino, o quiosqueiro é argentino, o camelô é argentino, o dono da pousada, o vendedor de passeio de escuna, de côco, canga, o chamariz de restaurante, etc, etc... Tomaram conta geral!
Em 2/11/2009, às 21:21:29,
Observador desatento
disse:
Frescobol, um joguinho fresco e muito bom para quem o joga e péssimo para os demais banhistas que se arriscam a levar uma bolada, principalmente se a vítima for uma criança. E o cara-de-pau vem em socorro e muito mal pede uma desculpa amarelada.
Quem joga frecobol em praia movimentada tem massa amarronzada na cabeça.
Em 3/11/2009, às 12:35:49,
marcio cibreiros
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e-mail
disse:
É por essas e outras que em alguns países a praia NÃO É pública. Eu mesmo defendo a tese de que se não se tem educação para usar, não se pode usar e pronto. Assim, imaginem: cerca-se a praia, 10 reais por favor; lixo, frescobol, altinho e vendedor, cada um no seu lugar. Vacilou, dançou, está FORA, expulso por conduta incivilizada. Pronto, acordei do sonho! Mas...pq não? Pelo menos em parte da praias poderia ser assim. Essa estória de democracia e liberdade é muito bonita, mas a democracia também permite a defesa dos direitos das minorias, correto? Correto, nada de errado. O problema é quando esses direitos das minorias passam a ser "direitos" como jogar frescobol atrapalhando todo mundo, por exemplo. Nosso problema é que há direitos demais e deveres de menos. No final, a culpa é nossa mesmo. Tomou uma bolada? Ora, pegue o pau da barraca e parta para cima!! Mas somos bonzinhos, não é...por isso estamos ilhados pelos maus.