Comentários (33):
Em 31/10/2009, às 07:45:17,
Jason_1900
disse:
Se a foto de
http://fotolog.terra.com.br/sdorio já era produzida com mão pesada pelo fotógrafo, essa então...
Parece que estão vendo um disco voador - e não uma radio-vitrola!
Em 31/10/2009, às 07:56:04,
Alcyone
disse:
Como sempre, um texto que é um primor.
Lembrei-me de todos os programas que nos faziam ficar colados ao rádio. E lembrei-me de um fato há muito esquecido.
Fui colega no Mello e Souza de Denise Faissal, filha do radioator de voz inconfundível, FLoriano Faissal. Ainda pequena, ela trabalhou em uma novela com o pai, novela essa, muito triste. Eu chorava em casa ouvindo os capítulos e chorava no dia seguinte quando a via no colégio.
Ainda me lembro da música que ela cantava na novela.
"Todo dia bem cedinho, gosto de acordar
pra beijar o meu paizinho que vai trabalhar". Pela canção já se pode ter uma idéia do dramalhão que era.
Boas lembranças!
Em 31/10/2009, às 08:04:24,
Lavra
disse:
O aparelho é um Rádio Eletrola. Floriano Faissal com sua vôz grave, ligeiramente nasal. Algumas novelas marcaram época: Banzo, foi uma delas. Ambientação rural. A personágem Neguinha, sofria muito. A tarde um dramalhão chamado Présídio de Mulheres, onde cada detenta contava porque estáva presa. Os meninos ouviam o Anjo, um detetive meio misterioso, que resolvia qualquer caso. Na rádio Tamoio, o Capitão Atlas prendia a atenção da garotada, com suas aventuras na selva.
Em 31/10/2009, às 08:26:13,
Plinio
disse:
Acho que essas reuniões familiares em volta do rádio permitiam uma maior conversa entre pais, filhos e avós. Criava-se assim um relacionamento melhor onde as pessoas dialogavam e muitos problemas eram evitados.
Lembro-me bem de todos os programas citados no texto.
Em 31/10/2009, às 08:42:57,
lserte
disse:
Até hoje, o rádio é o meu canal de comunicação favorito, apesar dos pesares. Se tivesse que destacar um programa de rádio, seguramente seria ENCONTRO MARCADO, com Dom Marcos Barbosa, diariamente ás 18h na Jornal do Brasil AM. Os temas abordados, a narrativa firme e a música de fundo eram inconfundíveis. Tive o prazer de conhecê-lo em 1987 em muitas de minhas visitas ao Mosteiro de São Bento. Não posso afirmar, mas foi o programa de maior longevidade da historia do rádio brasileiro. Destaco também a JB AM como um todo. Lamentavelmente tendo sucumbido ás investidas de um canal religioso, assim como a saudosa Rádio Relógio.
Em 31/10/2009, às 10:16:16,
Etiel
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e-mail
disse:
Luiz, grato por me reavivar lembranças radiofõnicas no aparelho Pilot, companheiro de infância. Ao correr de memória e pena, aí vão algumas, das décadas de 40 e 50. Após a Hora do Pato (Jorge Cury), Coisas do Arco da Velha (Nilza Magrassi) e das transmissões esportivas (Gagliano Neto, Antônio Cordeiro e Jorge Cury), os domingos na Rádio Nacional emendavam com os programas humorísticoa de José Vasconcellos, Neguinho e Juraci (Ismênia dos Santos & Floriano Faissal e/ou Paulo Gracindo), Tancredo e Trancado (Brandâo Filho e Apolo Correia), Piadas do Manduca (Lauro Borges, Castro Barbosa, Renato Murce etc); seguiam-se Nada Além de Dois Minutos (Paulo Roberto) e Papel Carbono (Renato Murce). Às sextas, depois do Repórter Esso, todos sintonizavam o esperado Balança mas não cai (patrocínio da Perfumaria Myrta e produtos Eucalol), com seus quadros famosos: Primo Pobre (Brandão Filho) e Primo Rico (P. Gracindo) e Peladinho (Germano), o folclórico flamenguista. E não vamos esquecer os começos de noite na Tamoio, com As Mil e Uma Noites (Haydê Miranda e Antônio Leite), programa que durou exatamente esse tempo (1001 noites), logo seguido do Capitâo Atlas e da mudança p/ a Nacional, p/ ouvir as Aventuras do Anjo (Álvaro Aguiar). E as reminiscências me atropelam: Alma do Sertão, Lira de Xopotó, Obrigado Doutor, Um Milhão de Melodias, Música Melodiosa etc etc etc. Sinto que, com esse fluxo nostálgico interminável, alonguei o texto e abusei da paciência de todos. Mas o que fazer, senão pedir desculpas por minhas evocações incontroláveis.
Em 31/10/2009, às 10:48:27,
Pgomes
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página pessoal
disse:
Desses programas todos, pelo menos a maioria, eu só ouvi falar, e me lembro que meu avô, lá pelos anos 70 ouvia toda manhã, enquanto se arrumava, a Radio Relógio do Observatório do Valongo(?). Gostava do "Você Sabia?"
Em 31/10/2009, às 10:49:35,
Jaime Moraes
disse:
Sem esquecer do Aloysio Silva Araujo, com suas críticas à politica da época,no programa " cadeira de barbeiro" Salvo engano, na Tupy.
Em 31/10/2009, às 11:19:06,
BELLETTI
disse:
A radionovela o "Anjo",com o Alvaro Aguiar precedia Jeronimo ,O Heroi do Sertão.O Jeronimo era Milton Rangel e tinha Moleque Sacy(Cauê Filho) como "ajudante".O Jeronimo tinha uma namorada chamada Aninha.Tanto o Anjo como Jerônimo fgicaram mais de 10 anos no ar.O Jeronimo era uma criação de Moisés Weltman.
Alvaro Aguiar e Milton Rangel também foram para a TV e atuaram em vários programas humoristicos
Em 31/10/2009, às 11:38:22,
Senna
disse:
Você sabia?
Que realmente era comum uma "passada" pela Rádio Relógio, assim que acordávamos, para conferir os relógios.
Acho que o Observatório do Valongo não é mais o "fornecedor" da hora oficial do Brasil.
Em 31/10/2009, às 11:48:54,
Etiel
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e-mail
disse:
Bem lembrado, Jaime. Aloysio vivia, eufemisticamente falando, interditado pelos censores, por causa de suas mordazes críticas políticas no quadro Cadeira de Barbeiro , no programa Rádio Seqüência G3. Ele era o barbeiro, Otávio França o cliente e Matinhos o engraxate. Apresentava ainda outro humorístico cáustico: o Recruta 23. Sua lembrança puxou-me outra: Silvino Neto e seus caricatos personagens, como Pimpinela, Anestésio, Seu Acácio etc. Assim vamos
longe, meu caro!
Em 31/10/2009, às 12:18:47,
NALU
disse:
Depois do sol, quem ilumina o seu lar é a Galeria (xíii, esqueci!)
O móvel em que está o aparelho também é de época, incluído o telefone de baquelite.
Em 31/10/2009, às 13:21:12,
Luiz D´
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página pessoal
disse:
SILVESTRE, NALU!
Ótimo o resgate feito por nossos comentaristas.
Em 31/10/2009, às 13:53:11,
Gustavo Lemos
disse:
Pôxa! Ninguém se lembrou do tio Janjão? Ele contava histórias infantis na Rádio Nacional. Minha irmã e eu éramos assíduos ouvintes do programa e ainda obrigávamos nossa babá a decorar as histórias, para repetir à noite antes de dormir. Muitas vezes ela esquecia ou misturava as bolas e ficávamos furiosos. Nossa querida Amália ainda vive.
Em 31/10/2009, às 13:57:33,
Menezes
disse:
Etiel, você deu um show de bola sôbre a Rádio Nacional...
Em 31/10/2009, às 14:02:13,
Ciro
disse:
E do Carlos Pallut na rádio Continental alguém se lembra? Era o chefe de reportagem.
Onde se consegue agora a hora certa?
Em 31/10/2009, às 14:48:17,
NALU
disse:
Luiz, obrigada pelo socorro!
Gustavo Lemos, eu adorava o Tio Janjão!
Em 31/10/2009, às 14:48:45,
Laerte
disse:
"...Diamon! Diamon relógio bom! Diamon!...". "...Voce sabia que... o bairro do Leblon foi fundado pelo francês Charles Leblons? Voce...sabia?"
Saudosa rádio Relógio!
Em 31/10/2009, às 14:49:08,
Richard
disse:
Essa foto é da família ou é propaganda?
Nunca vi uma família com essa expressão
ouvindo vitrola.
A Denise Faissol foi colega da Ana, minha irmã.
Em 31/10/2009, às 14:49:26,
Alcyone
disse:
Lendo os comentários, os quais me remeteram ao passado, lembrei-me que meu pai, ouvia à noite, a BBC de Londres em ondas curtas. Era um som meio engraçado que aumentava e diminuia
o tempo todo. Destas transmissões não esqueço.
Em 31/10/2009, às 14:49:53,
Laerte
disse:
.. LEBLON e não LEBLONS.
Em 31/10/2009, às 14:51:13,
Cristina Coutinho
disse:
Ciro, para saber a hora certa, pelo telefone, 130 (Hora certa Oi - que dá hora, minutos e segundos). Penso que seja gratuita a ligação. Ultimamente tenho a hora certa pelo celular da Vivo que automaticamente acerta a hora oficial.
O rádio da minha casa era um móvel com direito a duas portas. Quando fechado, ninguém - de geração mais recente - diria que é um rádio.
Como desde sempre tivemos televisão em casa (outro móvel), não ouvíamos muito rádio. Lembro do Balança mas não cai (Nacional?) e quando ia para casa de meu avô em Petrópolis, onde não tinha televisão, ele ouvia Jerônimo, herói do sertão.E às 18 hs tocava a Ave Maria. Achava tão triste!
Ouvia a rádio Tamoio que tinha um programa de músicas em que se votava pela cor - cada música tinha uma cor. Foi aí que ouvi pela primeira vez a palavra ciclame. Pelo nome, naquela época, passou a ser minha cor favorita para a votação, independentemente da música, para desespero de nossa empregada que queria que eu telefonasse para a rádio e votasse em outras cores.
Pelo que vejo a Rádio relógio era muito ouvida de manhã cedo. Achava que só meu pai tivesse essa mania. Enquanto eu me preparava para a escola e ele para o trabalho, aquele som ecoando pela casa pontuava nosso tempo lembrando minuto a minuto que nos apressássemos.E nunca mais me esqueci que a Galeria Silvestre era a galeria da luz.
Em 31/10/2009, às 14:54:23,
Alcyone
disse:
Richard, através dos fotologs já encontramos algumas amigas.Esqueci de perguntar à Ana em que ano estudou no M.e Souza. Entro em contato com ela através de e-mail.
Em 31/10/2009, às 15:40:53,
Ricardo Galeno
disse:
PGomes,
Vc citou o Programa "Você Sabia?", Lembro dele muito pouco! Nasci em 75, acho que ficou até o início da décade de 80, não é?
Em 31/10/2009, às 15:42:20,
Ricardo Galeno
disse:
Hoje, programa mesmo de notícia só a BandNews!
Em 31/10/2009, às 16:05:38,
Marillia .
disse:
que divertido, devia ser o máximo ! tanta coisa pra se fazer, falar, contato pessoal hoje em dia não existe mais ;/
Em 31/10/2009, às 16:21:04,
JBAN
disse:
Na década de 60 em Itaipava sem TV, a distração da noite era a Turma da Maré Mansa, patrocinado pela Impecável Maré Mansa ou pela Esplanada (nome, endereço e mais nada !).
No Transglobe Philco escutava a BBC, a Voz da América e a Radio Moscou em português. Achava-me o maior dos subversivos ao escutar a Rádio Moscou. O Transglobe era tinhoso para sintonizar ondas curtas, mas a gente pegou o jeito.
A Galeria Silvestre ficava na Av. Princesa Isabel.
Um dos personagens do "Cadeira de Barbeiro" sempre interrompia a conversa no climax dizendo: "Vai graxa doutor". Meu avô sempre falava isso conosco e só anos depois entendi. O mesmo valia para as piadas da PRK-30, que eu na minha inocência achava que eram criação dele.
Em 31/10/2009, às 16:28:12,
Augusto
disse:
Sou do tempo da Turma da Maré Mansa, já na década de 70, na Globo ou na Tupi (não lembro) e do Show dos Bairros na Mundial 860.
Em 31/10/2009, às 16:53:06,
Senna
disse:
Um dos programas que duraram mais foi A Hora da Ave Maria na Rádio Tupi. Talvez até exista ainda.
Em 31/10/2009, às 21:30:03,
GMA
disse:
Algumas lembranças:
1.Ouvir à noite as ondas curtas do radio Transglobe da Philco em Itaipava.
2. A impecável Maré Mansa
3. Piadas do Zé Trindade
4.Pergunte ao João, na Ra´dio Jb
Em 1/11/2009, às 00:00:36,
Hélio D. Fonseca
disse:
Ninguém ouvia o "Boa noite prá você", com o Carlos Frias?(uma das melhores vozes do rádio que já ouvi).Acho que era na Tupi ás 18:45h,diariamente.
Em 4/11/2009, às 14:29:36,
Guylherme Veras
disse:
Prezado Dr. luiz D'.
Boa tarde,
Há muito tempo venho sendo um assíduo freqüentador deste fotolog, que descobri realizando uma pesquisa escolar para meu filho, sobre o centro histórico do Rio
Fiquei admirado com o material deste fotolog sempre enriquecido com excelentes comentários e por isto estendo minha admiração a todos que diariamente colaboram com as postagens feitas pelo autor.
Fico a pensar do alto dos meus 32 anos, como seria morar no Rio da metade do século passado, fico literalmente viajando nas fotos e nos comentários expostos.
Um povo só preserva aquilo que ama!
Um povo só ama aquilo que conhece!
Em 10/11/2009, às 11:02:24,
Hamilton da Silva Gomes
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e-mail
disse:
Dra. Fernanda,
Como você diz, nasceu fora da época..
Esta era uma época romântica, por excelência. Ginástica pelo Rádio Professor Oswaldo Diniz Magalhães