Comentários (60):
Em 8/11/2009, às 07:06:14,
Alcyone
disse:
Brilhante texto que descreve com muita propriedade, um domingo de verão (ainda primavera) na praia.
Mas com todos esses inconvenientes, eu gostaria de estar aí e poder ir à praia.
A moça de maillot amarelo está com um bronzeado da fazer inveja.
Em 8/11/2009, às 07:26:50,
Lavra
disse:
O texto disse tudo. No "gran finale", o cidadão poderia retrucar que teria que enfrentar um tremendo engarrafamento na Niteroi Manilha, além de precisar arrumar uma tralha enorme dentro do carro. Hoje, o melhor é mesmo evitar a praia. Existe uma forte probabiliade de acontecer algumas brigas de gang e arrastão.
Em 8/11/2009, às 08:12:33,
Plinio
disse:
Mesmo muito cheia a imagem da praia de Copacabana passa a sensação de um dia agradável com as pessoas muito tranquilas. As roupas de praia caracterizam bem a época bem como todo mundo sentado na areia.
O texto descreve muito bem o caos que é ir à praia aos domingos e só esqueceu de contar o que aconteceu depois do comentário da patroa.
Em 8/11/2009, às 08:43:06,
JBAN
disse:
Texto brilhante.
Nesta época do ano,ir à praia no Rio de Janeiro, só de 2a. à 6a. feira ou então bem cedo no final de semana. De resto é garantia de aporrinhação, a menos que você seja um basbaque alienado e descerebrado como existem aos magotes por aí.
Ontem fui pedalar na orla no início da noite e constatei o resultado do caos descrito aí em cima pelo Dr. D'. Para lixão de Gramacho só faltaram os urubus. Montes de lixo na areia e na calçada. A ciclovia e a pista repletas de garrafas pet. Catadores de latinhas arrastando seus sacos e amassando latas em meio à turistas, banhistas e a turma saindo da praia. Milhares de copinhos de agua vazios jaziam na sarjeta após uma competição esportiva, sendo levados pelo deslocamento de ar dos carros que passavam dando um toque todo especial de final dos tempos à cena. Ainda assim as pessoas passeavam pela calçado com sorrisos nos lábios, alheios ao caos, como se estivessem caminhando por algum local civilizado.
Pensei com meus botões: "Que nojo, que povinho bunda, mas pelo menos a heróica Comlurb vai deixar isso aqui limpo". Mais tarde sai de carro conversível com um amigo francês e qual não foi a minha surpresa quando vejo que às 22:30 tudo contiunuava igual. Um gari aqui e outro acola tentavam limpar o resultado da falta de educação e civilidade de milhares de pessoas. Seguimos pela orla e ao entrar em Copacabana, a surpresa. Tudo limpo, arrumado, organizado e sem lixo aparente ? O que será que houve ?
Em 8/11/2009, às 08:44:41,
Publicitário
disse:
Notem que os guarda-sóis ainda não possuiam publicidade. Eram adquiridos nas lojas pelos "praieiros" e tinham intensas cores alardeando o verão.
Em 8/11/2009, às 09:07:46,
Wagner Bahia
disse:
A Comlurb, com certeza, é a maior companhia de limpeza urbana do Brasil. Manter dignamente limpa uma metrópole de mais de cinco milhões de habitantes, cuja população é de um desleixo de dar inveja aos cidadãos de Porto Príncipe, é tarefa que apenas a Comlurb consegue cumprir.
O tal povo apenas precisaria saber que para cumprir esta tarefa árdua a dita entidade consome algo em torno de 15% dos cofres do município...
Em 8/11/2009, às 09:19:35,
Menezes
disse:
Esta praia que existiu e livre de todos os males da modernidade só aparece mesmo nos fotologs. Não mais existe.
O povinho "bunda" só tem como opção de lazer barato a ida a Copacabana e adjacências e como não se PAGA nada cada um sente-se dono do pedaço e age de qualquer maneira. A maior concentração de pessoas em torno de uma orla é lá mesmo e pessoas de várias categorias sociais juntas dá no que dá.
Por exemplo: esta praia que aí aparece na foto nos idos de 50 era boa? Conversa fiada. Tinha jogo de futebol, frescobol, pipas, ambulantes e outras coisas mais. Vai dizer que quem frequentou nesta época não reclamou do frescobol? Quem quiser praia de boa qualidade, ordeira, bonita, limpa e pedalar sem ser incomodado tem que pagar.
A tempos estive em Búzios e quando quis ir a uma praia( pública) tive que pagar em torno de R$30,00 para ter o direito de ficar numa praia totalmente ocupada por cadeiras e quiosques. Não era permitido sentar na areia que já quase não existia. Tinha que alugar aos "hermanos" Argentinos o direito de ficar alí. O consumo era a parte...
Não tem jeito minha gente. É daí para pior.
Em 8/11/2009, às 09:26:07,
Ciro
disse:
Concordo em parte com o Menezes pois as línguas amarelas que corriam em frente a quase todas as ruas que davam acesso à praia de Copacabana eram horríveis.
Mas não havia frescobol na beira da praia da forma que há hoje. Eram muito menos jogadores e a polícia se fazia respeitar.
Quanto às barracas, como morávamos na Domingos Ferreira, sempre as comprávamos na loja Balnéa na esquina da SAnta Clara.
Em 8/11/2009, às 09:34:11,
NALU
disse:
Há muito tempo deixei de frequentar praia. Guardo ótimas lembranças do tempo em que chegava de manhã e saía com o sol. Hoje, não dá. Assino embaixo do comentário de JBAN.
Em 8/11/2009, às 09:44:16,
Alex
disse:
A muito tempo só vou a praia 'dia de semana' e quando vou.
Em 8/11/2009, às 10:30:31,
Alcyone
disse:
No fim, tudo se resume à uma só coisa. A falta de educação e civilidade de um povo.
Acho que povo nenhum do mundo nasce educado. Ele é sim, educado, através de
uma coisa que em países civilizados se chama "law enforcement" e penas duras para os infratores.
Enquanto o "jeitinho brasileiro" persistir, não vai ter remédio não.
Em 8/11/2009, às 11:02:33,
Candeias
disse:
Estive ontem no Pigalle, Posto Seis, em companhia dos meus amigos e amigas do tempo de adolescência, pertinho de onde foi sacada a foto daquele time de volleyball. O chop e o papo estavam bons demais.
Praia? Que diabo é isso?
Em 8/11/2009, às 11:17:53,
Rafael Netto
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fotolog
disse:
O calor está insuportável. Preciso me mudar desta cidade, ou pelo menos arrumar um jeito de ficar confinado no ar condicionado durante uns 3 ou 4 meses (da mesma forma que o pessoal lá na Rússia e Escandinávia fica confinado no aquecimento durante seis meses).
Em 8/11/2009, às 11:18:44,
Pgomes
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página pessoal
disse:
Em dia de grande inspiração, Dr. D' exemplificou muito bem o que é um dia de praia para milhares de pessoas que se dispões a frequenta-las ainda hoje. E esse é o problema,e não tem volta, milhares de pessoas, egoístas e sem educação, que frequentam as praias. Já no meu tempo de adolescência, anos 80, eu não gostava de ir aos domingos, no máximo passeava no calçadão.Eu sempre frequentei Ipanema. Perto do meu prédio era um ponto final de ônibus e no final do dia era impossível passar pela calçada de tanta gente e sujeira. Chegava a dar a volta no quarteirão para evitar tal ponto. Por mais que se queira fazer campanha para educar o povo, é muita gente, gente demais, e que só faz aumentar. Essa nossa praia, que fazemos aqui, só desperta as saudades de um Rio (sem trocadilho) que já cresceu demais. Tudo isso que está no texto do Dr.D', já existia, mas ainda era suportável pelo tamanho da população existente.
Para terminar, será que o cidadão apesar de tudo e enfrentar tantas dificuldades, não pensou com seus botões, diante das duas opções, "que bom que fomos à praia.
Em 8/11/2009, às 11:40:02,
JBAN
disse:
Quanto mais gente, mais carros e mais trânsito, mais gentis, educados e civilizados devemos ser. Infelizmente vemos que acontece exatamente o contrário. Parece que todos caminham na direçào contrária, piorando ainda mais o problema.
O que nos impede de matar a pauladas o cara ao lado que nos incomoda é uma coisa chamada "civilização", que chegou ou foi criada como uma solução para os malefícios da barbárie. São as regras de civilidade que nos permitem viver em pas junto com outros seres humanos. Sem isso estaríamos nos matando na rua.
Ontem terminava a minha pedalada pela orla,quando para desviar de um corredor passei rente a outro ciclista que irritado me chamou de "palhaço" e seguiu. O sangue calabrês ferveu e quase parti para dentro do camarada, mas contei até 459, mantive a fleuma que só o Dr. D' teria e decidido a não estragar o meu sábado, segui em frente. As pessoas perderam a noção de educação e principalmente a noção de perigo. Numa dessas o camarada pega um outro cara menos educado que o arrebentará de porrada ou lhe dará um tiro. As pessoas perderam inclusive o instinto de auto-preservaçào haja visto o modo tresloucado como dirigem e como andam pelas ruas.
Me consolei com o fato de que agindo daquela forma ele não vai mesmo durar muito.
Tive um vizinho em Niterói que sóbrio era uma dama e bêbado puxava o revolver para os porteiros e para quem mais fosse. Não passou muito tempo, levou três tiros em uma discussão de bar e terminaram os nossos problemas no condomínio. Alguém resolveu o nosso problema.
Em 8/11/2009, às 11:41:05,
JBAN
disse:
viver em paz...viver em pás seria exatamente o contrário.
Em 8/11/2009, às 11:41:43,
Luiz D´
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página pessoal
disse:
Almoço na casa da sogra em Maricá ninguém merece.
Em 8/11/2009, às 11:58:59,
Nana
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fotolog
disse:
Parabéns Luiz, o texto é fantástico!
Retrata um domingo de sol na praia, com requintes de crueldade. Não saberia dizer qual o pior programa, se a praia ou o almoço na sogra em Maricá.
Em 8/11/2009, às 12:00:15,
Alcyone
disse:
Aproveitando o gancho do JBAN, a última vez que estive no Rio, uma sobrinha que tenho que corre todos os dias bem cedinho pela orla, contou-me que passava em frente ao Country, quando viu um rapaz urinando na areia.
7 horas, a praia já com os madrugadores correndo e o cara sem dar a mínima para quem passava, parado ali, próximo da avenida. Ela indignada com o que ocorria, gritou para ele que tivesse compostura e um pouco de civilidade. Ele foi atrás dela e enquanto ela continuava correndo, ele aos gritos desfiou um rosário de nomes feios. Ou seja, ele achava que o que fazia era certo. E ela me disse que era um rapaz de boa aparência , parecendo ter um bom poder aquisitivo.
Em 8/11/2009, às 12:10:28,
Candeias
disse:
Êpa, minha filha mora em Maricá!!!
Alcyone, é pura falta de educação, aquela educação de dentro de casa. Em festas da minha família sou obrigado a conviver com algumas (poucas, felizmente) crianças insuportáveis, daquelas que acham que os outros seres humanos são rarefeitos e simplesmente tentam passar através deles sem ao menos pedir licença ou se desculpar depois do esbarrão. Que saudades do Analista de Bagé...
Em 8/11/2009, às 12:36:15,
Lavra
disse:
Parei de ir à praia há muito tempo. Não dava mais. Os mal educados são maioria e como as baratas, herdarão a Terra.
Em 8/11/2009, às 12:39:59,
O Analista de Bagé
disse:
Bá guri...me chamaste? Tu fostes criança também. Então vem cá e sentas no meu pelêgo. Tu falas eu escuto. Vamos ver se tens algum trauma de infância. Se tudo estiver bem contigo é porque as crianças são umas pestinhas mesmo, tchê.
Em 8/11/2009, às 12:46:22,
Menezes
disse:
Estou com o Lavra. Para não dar tiros ou levar socos e pontapés e discussões estéreis aproveito as prerrogativas da vida e sempre vou ao Forte da Urca. A África fica do outro lado...
Em 8/11/2009, às 13:47:19,
Beatrice Portinari
disse:
Nos meus tempos de praia diária eu não reclamava de nada. Eventualmente alguém sacudia a toalha em cima de mim e voava areia para todos os lados. Disso eu não gostava não. Naquele tempo, até os mocorongos passavam desapercebidos.
Dom Luiz D', você nós brindou com um texto primoroso. Por melhor que a sogra seja, almoço obrigatório aos domingos é verdadeiro atentado.
Em 8/11/2009, às 13:49:15,
Zé Carioca
disse:
Não adianta fazer a mesma coisa do que se reclama ao contrário afinal a má educação e a violência são as únicas coisas que reinão no país.
Como se quer um país moderno com pessoas de idéias antigas?
Em 8/11/2009, às 13:54:12,
Helio Ribeiro
disse:
Perfeito o texto do Luiz D'. Deixei de ir à praia no Rio em 1975. Não aguentava mais ver os ratos-de-praia rondando todo o mundo. Como eu ia sozinho, tinha de ficar alerta o tempo todo. Não valia a pena.
Depois, quando eu digo que de Maravilhosa a cidade do Rio só tem a paisagem vista bem de longe, todo o mundo joga pedra em mim. Mas o Luiz D' descreveu com propriedade o que é uma ida à praia na cidade dita Maravilhosa, que divulga para todo o planeta a visão de suas praias e os indefectíveis Pão de Açúcar e Corcovado.
O carioca vive atrás de grades, anda pelas ruas a pé ou de carro sempre com medo, tem de fazer cooper em volta da Lagoa em grupo ou acompanhado de seguranças, as mulheres seguram as bolas bem coladas ao corpo para não serem roubadas. Não pode circular em certos locais nem em certos horários. Haveria mais a narrar, mas acho que já chega.
E mesmo assim o bairrismo faz com que o carioca considere sua cidade o máximo. Valha-me Deus! Se isso é o máximo, prefiro o mínimo.
E não adianta dizer que no Brasil todo a situação está assim. Primeiro, porque é uma enorme mentira. Essa situação se aplica a poucas cidades. Segundo, porque pelo menos as outras cidades não se intitulam Maravilhosas.
A beleza paisagística do Rio se deve a fatores que independem da ação do carioca. Este não tem nenhum mérito por isso.
Sou carioca da gema, mas nunca me orgulhei disso. Se notarem, meu texto é escrito de tal forma que eu não me incluo como pertencente a este clã.
Em 8/11/2009, às 13:55:22,
Zé Rodrigo
disse:
A coisa tá preta aqui hoje, né não?
De interessante mesmo foi a descoberta de que o Jban é mais francês do que Calabrês...
Vou passear em Maricá e volto mais tarde.
:-))
Em 8/11/2009, às 13:58:09,
Helio Ribeiro
disse:
Corrigindo: "as mulheres seguram as bolsas bem coladas ao corpo".
Em 8/11/2009, às 14:02:56,
Helio Ribeiro
disse:
Para completar: todas as fotos de propaganda do Rio mostram apenas 2,5% de sua área. É sempre a mesma xaropeira: Pão de Açúcar, Corcovado, Copacabana, praias, mulheres popozudas saindo da água do mar. O mesmo do mesmo, ano após ano.
Trabalho no IBGE, unidade de Parada de Lucas, e moro no Engenho Novo. São 22km de distância, percorridos no ônibus da linha 639 - Jardim América x Saens Peña. Atravesso 17 bairros: Parada de Lucas, Cordovil, Vista Alegre, Irajá, Colégio, Rocha Miranda, Turiaçu, Madureira, Cascadura, Quintino Bocaiúva, Piedade, Abolição, Encantado, Engenho de Dentro, Todos os Santos, Méier e finalmente Engenho Novo.
Nenhum deles vale m... nenhuma, com exceção talvez do Méier. E olha que não é uma parte pequena da cidade. É ali que se conhece o Rio, e não na orla da Lagoa.
Maravilhosa? PQP!
Em 8/11/2009, às 14:25:44,
Popozuda de Cordovil
disse:
Hélio Ribeiro, você já imaginou se por este motivo todos morassem na Lagoa?
Em 8/11/2009, às 15:00:26,
Complexo
disse:
E os paraibinhas e manés? Os nordestinos são benvindos, mas aturar os da classe média que tem complexo de inferioridade é dose.
Em 8/11/2009, às 15:02:04,
Peituda de Turiaçu
disse:
Se não levo minhas bolas coladas ao corpo os ratos levam! E eles são carníveros!
Em 8/11/2009, às 15:06:04,
Peituda de Turiaçu
disse:
Mas qual cidade turística do Brasil não tem seus cartões postais e 95% de áreas feias? A zona Norte do Rio realmente está muito degradada.
Em 8/11/2009, às 15:18:40,
Silvio
disse:
Boa tarde!
Viver no Rio sempre exigiu jogo de cintura. Nos idos anos 1960, já recebíamos a orientação de não usar relógio, jóias ou boas roupas na rua. Ao fazer compras, cuidar para não expor o dinheiro de forma ostensiva. Não ficar parado dentro do carro na rua. Entrar e sair rápido dos automóveis em estacionamentos. Não parar em sinais fechados tarde da noite e na madrugada. Manter distância do carro da frente nos semáforos. Enfim, manter-se sempre alerta.
Estas regras me são úteis até hoje, mesmo não morando mais no Rio.
Com relação a praia, meu negócio sempre foi o mar. Ia com meus pés de pato orca, um par de presilhas presas ao tornozelo, a chave de casa amarrada no calção e um dinheiro para um lanche. Entrava no mar e passava o dia pegando onda. Frescobol, vôlei e peteca, nunca me incomodaram.
Não sei como seria hoje. Me pergunto se ainda teria fôlego para enfrentar uma ressaca no Arpoador. O tempo dirá.
Em 8/11/2009, às 15:28:31,
Evelyn
disse:
Heliooooo
Mas o carioca nunca disse que é o responsável pela beleza da cidade.
Esse Rio "Maravilha" é de que ano?
Quando foi que que Andre Filho compôs a música 'Cidade Maravilhosa"?
Numa época em que a população era muitíssimo menor, e que havia governantes sérios, e controle, liderança.
Hoje...é um verdadeiro navio à deriva, ao sabor das ondas, sem comandante., um verdadeiro "oba-oba".
Porém,nenhuma outra cidade se intitula maravilhosa porque na verdade, não há, em termos de beleza natural, não de monumentos tais como Torre Eiffel ou Estátua da Liberdade.
Qual cidade do Brasil que reúne praias, montanhas, cachoeiras, rios, lagoas, florestas?
Não estamos falando de qualidade de vida, apenas do quesito beleza.
Você conheceu o Professor Furtado, no IBGE?
Em 8/11/2009, às 16:01:58,
Evelino
disse:
Pronto. Chegou a farofada na nossa praia.
Em 8/11/2009, às 16:12:33,
Helio Ribeiro
disse:
Não, Evelyn, não conheço essa pessoa. Estou no IBGE há somente 8 meses.
Quanto ao fato de o Rio reunir praias, montanhas, cachoeiras, rios, lagoas e florestas, tudo isso é muito bonito falado. Quem tem coragem de passear na Floresta da Tijuca? As praias, o Luiz D' já descreveu. Cachoeiras e rios? Quais? O Maracanã, o Faria-Timbó, o Joana? Lagoas? As de Marapendi ou de Jacarepaguá, despejos de esgoto?
O fato é o seguinte: mudanças ocorrem primeiro na cabeça das pessoas. Se todos vivem num caos urbano e social e continuam achando isso uma Maravilha, nada vai mudar. Qual é o governante que vai mexer em algo de que as pessoas se orgulham?
Vejam o governo Lulla: corrupção sem igual, taxação recorde, impunidade campeando, saúde um caos, educação falida. Mas 80% de aprovação. Se você fosse ele, mudaria algo? Eu, não. Em time que está ganhando não se mexe.
A revista VEJA publicou há alguns meses uma reportagem em que 90% (pasmem!!!) dos pais se diziam satisfeitos com a educação que os filhos estão recebendo nas escolas. Se você fosse o Ministro ou Secretário da Educação, mexeria nisso? Eu, não.
Enquanto isso, nos testes da OECD/PISA os alunos brasileiros tiram sempre os últimos lugares entre os 40 países que participam do certame. Mas é melhor não mexer nesse vespeiro. Os pais estão satisfeitos.
Então, prezados visitantes deste fotolog, convençam-se de que nenhuma revolução (não importa o contexto em que esse termo seja considerado) pode ser feita se os interessados estão satisfeitos como o status quo. Não se muda aquilo com o qual todos estão satisfeitos.
Em 8/11/2009, às 16:43:03,
Nana
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fotolog
disse:
Flamengo 2 x 0 no Atlético, aos 40min, no Minerão!
Que beleza!...
Em 8/11/2009, às 17:07:49,
NALU
disse:
Nana. saudações rubronegras!
No tema: Fui almoçar no Iaiá Garcia (R. Machado de Assis) com minha irmã. Ela teve polio e usa aparelhos e muletas para se locomover. É independente, trabalha, vive sozinha. Mas isso muda de figura, quando nos deparamos com pivetes e pivetas cheirando cola e fazendo confusão na rua do Catete. Imagina o que deve sentir alguém que sabe que não pode correr diante de uma situação dessa! Demos meia volta, debaixo desse sol de maçarico, esperamos eles sairem para então continuarmos nosso caminho. Outro dia, fui reclamar com uma dondoca que parou o carro na faixa de pedestres e ela me mandou "procurar homem"! Esses são alguns exemplos bem atuais dos níveis de barbárie a que chegamos, e parece que todos estão se adaptando. E haja propaganda!...
Em 8/11/2009, às 17:16:56,
Mineirinho
disse:
Minha Evryn sempre conhece alguém em algum lugar dessa cidade... Estou começando a ficar preocupado.
Em 8/11/2009, às 17:42:43,
Observador Ortográfico
disse:
o Zé Carioca aprendeu português em Hollywood ?
Em 8/11/2009, às 17:49:12,
Evelyn
disse:
Helioooooo
Vamos tentar organizar:
Em primeiro lugar, perguntei se você conheceu porque achei que já estava a mais tempo no I.B.G.E.; acho que o professor já é falecido, mas era bastante conhecido, dava aulas de matemática no Colégio Princesa Isabel, e tinha o apelido de "jarrão", por seu porte físico.
Era querido pelos alunos, deixou saudades.
Eu não quis dizer que a cidade é uma maravilha, acho realmente que está caótica, sem rumo, sem âncora, sem leme, sem nada, FALTAM empregos, falta um bom transporte de massa, em que as pessoas possam se locomover com conforto e não a verdadeira gincana que se transformou o metrô a partir de 1800h da tarde,faltam escolas com bom ensino, faltam serviços adequados de saúde, falta administração, faltam salários dignos e compatíveis aos profissionais de saúde e educação, acho que em momento algum de sua história nossa cidade esteve tão agonizante.
Apenas ... que ela é linda!
Que a maravilha tão apregoada seria pela beleza, a meu ver, inegável.
Já ouvimos falar coisas bastante negativas sobre o Rio, várias procedem, mas jamais que ela é feia, nisso parece haver uma unanimidade.
Não deve ser o preço que temos que pagar, não é justo, nisso estou de pleno acordo.
Eu não consigo entender essa altíssima aprovação do governo, para mim seria o contrário, 80 por cento de rejeição.
O que se pode esperar de um governo que cria a cada dias mais facilidades?
Cheque cidadão, bolsa família, e outros incentivos similares?
E como eles recebem esses incentivos, gostam do governo e aprovam.
Que não tem o mínimo de bom senso e planejamento, que seria controle urgentíssimo, para ontem, de natalidade???
É um total despautério não ter dinheiro para comprar um analgésico e ter um segundo filho, quando não três, quatro, cinco.
E o governo? Mais um chequinho, mais uma bolsinha família, até 18 anos?
Qualquer dia vão extender até 80.
NALU
Tirando a primeira linha, solidarizo-me.
Em 8/11/2009, às 17:51:01,
Evelyn
disse:
...estava Há mais tempo...
Em 8/11/2009, às 17:56:34,
Evelyn
disse:
Obaaa, vai esfriar, o céu já está cinza!
Acho que já vou colocar meu casaquinho...
Em 8/11/2009, às 17:56:58,
Evelino
disse:
Para a Evryn transporte de massa é o caminhão da Piraquê.
Será que o Mineirinho vai topar fazer controle de natalidade ?
Em 8/11/2009, às 18:03:04,
Jarrão
disse:
Vamos fazer uma vaquinha e botar uns trocados a mais na bolsa da dona Evelyn. Vai salvar muita gente com seu inegável talento para a medicina. O governo faz muito mal em pagá-la menos do que merece.
Em 8/11/2009, às 18:03:50,
Evelyn
disse:
Muito engraçadinho o Evelino.
Pode ser da Adria também. Aliás, ainda existe massa Adria?
NALU,
Reparou se tinha aquela batata sorriso?
É um dos poucos "a kilo" que tem, mas nem todas as vezes.
E a cheese-cake de lá é muito boa
Mas o que tem isso mesmo com o tema? rs
Em 8/11/2009, às 18:05:01,
Jarrão
disse:
Que um caminhão de miojo atropele a dona evryn.
Em 8/11/2009, às 18:07:17,
Jarrão
disse:
Transporte de massa é um caminhão de miojo com o DeLido dirigindo.
Em 8/11/2009, às 19:06:21,
Alex
disse:
BARBARIDADE!
Em 8/11/2009, às 19:16:06,
Hélio D. Fonseca
disse:
XARÁ,discordo quanto a Quintino Bocaiúva, pelo menos do lado da Praça. As ruas ainda são calmas com famílias sentadas à beira das calçadas.Houve um tempo em que ocorriam assaltos, porém com a chegada da milícia a ocupação dos morros e a consequente expulsão dos traficantes, a traquilidade voltou a reinar.Ao contrário de Copacabana, nde, por coincidência estive participando de um seminário, na hora de voltar, a balburdia estava instalada, com os ônibus não parando nos pontos da Princesa Isabel(embora estivessem semivazios e houvesse no local policiamento do BOPE), deixando a população a pé.Tive de andar até a Cardeal Arcoverde e pegar o Metrô até o Corte de Cantagalo para vir sentado.Pelo itinerário descrito,vc transita pelo lado da Dom Héder Câmara, que é muito tumultuado.
Quanto ao objeto da postagem, a praia nos anos de 1950 e 60 era frequentada, basicamente, por moradores do bairro e de lindas jovens. Hoje o que vemos são gangs invadindo a praia e provocando desordens por toda a orla.Aquelas moças da foto não teriam a mínima chance de ficarem passeando calmamente na areia.
Em 8/11/2009, às 19:21:57,
cacique tamoio
disse:
Devolvam nosso território que resolveremos todos os problemas.
A popularidade de 80 por cento do cacique de voces é que os dos últimos 500 anos antes eram ruim demais com as tribos pobres, nativas ou não.
Em 8/11/2009, às 20:53:18,
André
disse:
Como podem perder tempo com tanta besteira.
Em 8/11/2009, às 22:41:04,
NALU
disse:
Evelyn, tinha a batata sorriso!
Em 8/11/2009, às 23:38:01,
Mineirinho
disse:
Uai sô! A Evryn não ia durmi sem sua resposta.
Em 9/11/2009, às 00:18:43,
Nana
disse:
NALU,
Retribuo as saudações.
Afinal, hoje o galo virou galinha, no Mineirão!
Em 9/11/2009, às 00:29:18,
Evelyn
disse:
Valeu, NALU
Em 9/11/2009, às 00:52:59,
Evelyn
disse:
Jarrão,
Agradeço a gentileza!
Em 9/11/2009, às 10:24:28,
Observador desatento
disse:
Hélio Ribeiro, você disse que as mulheres cariocas seguram as bolas bem coladas ao corpo.... bolas, que bolas? As cariocas têm "bolas"...?!?
Em 9/11/2009, às 21:31:27,
Helio Ribeiro
disse:
Observador desatento, às 13:58:09 h de ontem eu fiz a correção.