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Saudades do Rio - Luiz Darcy

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Categoria: Adulto
Postado por SAUDADES DO RIO em 02/12/2005 09:09

ACADEMIA IMPERIAL DE BELAS ARTES
...
Ontem, no "post" sobre o Museu Nacional de Belas Artes, falou-se da Academia Imperial das Belas Artes, criada por D. João VI, em 1820.

Na foto de hoje, vê-se o pórtico desta Academia, conservado no Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

É obra do arquiteto Grandjean de Montigny e apresenta relevos de Zeferino Ferrez.
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RIO: justiça pelas próprias mãos pode satisfazer ao emocional mas é mais um caminho em direção à barbárie.

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Visite meu outro fotolog sobre o Rio em http://www.fotolog.net/luiz_d



Comentários (42):

Em 2/12/2005, às 09:18:47, GUI | fotolog disse:
Bom dia, Luiz! Agora você está chegando próximo, pois cursei a EBA, após a sua transferência para a UFRJ, já na Ilha do Fundão. Esses últimos post só me trazem mais saudades do Rio. Um abraço amigo, Nana do Gui
Em 2/12/2005, às 09:48:43, Lucia (fotolog) | página pessoal disse:
Lindo esse pórtico!

>>Sou a favor da barbárie! Aliás, já estamos nela, de qulaquer maneira.
Não sou politicamente correta.
Que venham as pedras!! :)

Bom dia chuvoso!
Em 2/12/2005, às 09:49:54, lucia disse:
gulaquer=qualquer !!!!!!
Em 2/12/2005, às 09:50:43, Marisette | fotolog disse:
Belo portal!
Luiz, o Rio é tudo isso em matéria de violência como a mídia mostra?
Estarrecedor se for verdadeiro, :(

//bom dia e ótimo final de semana//
Em 2/12/2005, às 10:05:12, JBAN disse:
Quem aplaude bandidos agirem no lugar do Estado e fazerem justiça com as próprias mãos, não tem idéia do que está falando. Ambos os episódios são lamentáveis e pior do eles foi a reação pífia (se houve alguma) das pessoas que nós, cidadãos, elegemos e pagamos para cuidar deste problema.

Encerro aqui meus comentários sobre este caso.


Em 2/12/2005, às 10:07:39, JBAN disse:
Marisette,

Você vive onde ? Na Ilha da Fantasia ? Que tipo de pergunta é essa ? Toda grande cidade da America Latina é violenta. Em maior ou menos grau, mas igualmente violenta. Reconheço que o Rio extrapolou, mas ainda assim está inserido neste contexto.

Descumpri minha promessa, mas agora encerrei mesmo.


Em 2/12/2005, às 10:09:19, JBAN disse:
Mr D´,

A demolição da Academia de Belas Artes foi um episódio ainda obscuro para mim. Se alguém souber da história completa terei imenso interesse em escutar (ou ler)

Em 2/12/2005, às 10:21:55, marcia bonnet | fotolog disse:
Pois é. Um prédio histórico, projeto de Gradjean de Montigny, um dos que vieram na Missão Artística Francesa, um dos fundadores da Academia Imperial de Belas Artes, reduzido a quê? Virou ruína, daquelas que enfeitam os jardins europeus. Só que nesse caso, o que enfeita o Jardim Botânico é um pedaço da nossa história. Sobrou apenas a fachada, jogada lá, numa aléia daquele jardim maravilhoso, vista por milhares de pessoas que sequer supeitam o seu passado glorioso. Faz a gente pensar... Não seria este descaso com a própria identidade que nos leva a eventos tão vergonhosos quanto esses episódios de volência absurda que vem acontecendo no Brasil? Sim, pq o Rio não está sozinho nessa. É um fenômeno nacional. Talvez se cuidassemos melhor da nossa auto-estima como povo teriamos menos episódios lamentáveis como aquele da Penha. Vale a pena refletir a respeito...
Em 2/12/2005, às 10:38:25, Ze Rodrigo disse:

Lucia, decida-se:

a) qulaquer
b) gulaquer
c) qualquer
d) NDA

:-)))))
Em 2/12/2005, às 10:42:27, Lu Arte | fotolog disse:
Obrigada pelo post! Adoro esse pórtico... Ano passado fiquei emocionada ao encontrá-lo pela primeira vez no Jardim Botânico. E fico imaginando como seria o restante deste prédio... Será que não existe nenhuma imagem do prédio completo? Será que nenhum dos "acadêmicos" representou essa construção?

Um abraço, Lu
Em 2/12/2005, às 10:46:08, Karen | fotolog disse:
considerar "normal" o q aconteceu é o primeiro passo para "evoluirmos" de uma democracia falha para uma ditaduta(ou uma bagunça).


Em 2/12/2005, às 10:51:14, AG disse:

Luizíssimo,
minha capacidade de ser chato é oceânica; o velho Arnaldo, meu bom pai, às vezes me dizia: - Oh filho, não sejas desagradável.

Mas, até para puxar de novo o Zé Rodrigo, que levantou-se e foi sentar na mesa lá ao fundo, eu queria dizer uma coisa sobre essa violência que nos assalta.

O que mais me preocupa e espanta é que ontem mesmo, nos belos apartamentos da Zona Sul, nos estúdios de filmagem, nos estúdios das gravadoras, nos palcos dos shows, centenas, milhares de cidadãos indignados com a barbarie , fumaram muita maconha, cheiraram muita cocaína, tomaram muito exctasy (sei lá como se escreve isso) e, em alguns casos mais extremos, tomaram muito pico de heronia na veia.

E sabe quem são essas pesoas ?

São artistas consagrados, que vão para os comerciais da televisão falar em natal sem fome; se indignar com uma expressão "gloriamariniana" e "pedrobialsiana" contra esses estado de coisas em que precisa ser dado um basta.
Sei que as autoridades, do Rio e do Brasil inteiro (sem exceção, infelizmente) são omissas, incompetentes, desastrosas mas, também sei que por mais que se aumente o número de políciais nas ruas, o avião que vai levar uma erva para que o conjunto que está vendendo horrores possa arrendodar o arranjo da última faixa do CD que vai sair no natal, não será preso e muito acusado de traficante. Pelo contrário será protegido por gente influente.

Gente tão influente que até ganha mais de 30 mil reais por mês para ser presidente de associações em defesa do Rio em abandono.

Sinceramente, não vejo saída. Ou a sociedade inteira (eu disse inteira) se concientiza que acabar com o tráfico e portanto com a violência, significa também meter o pé na porta dos apartamentos luxuosos e dos estúdios e redações dos formadores de opinião tão indignados com essa bábarie toda ou então não tem jeito possível

No seguimento vou contar uma historinha nada edificante mas muito explicativa.:


Em 2/12/2005, às 11:05:38, JBAN disse:
AG,

Aguardamos ansiosos !!!!!
Em 2/12/2005, às 11:07:29, AG disse:

Luizíssimo,
minha capacidade de ser chato é oceânica; o velho Arnaldo, meu bom pai, às vezes me dizia: - Oh filho, não sejas desagradável.

Mas, até para puxar de novo o Zé Rodrigo, que levantou-se e foi sentar na mesa lá ao fundo, eu queria dizer uma coisa sobre essa violência que nos assalta.

O que mais me preocupa e espanta é que ontem mesmo, nos belos apartamentos da Zona Sul, nos estúdios de filmagem, nos estúdios das gravadoras, nos palcos dos shows, centenas, milhares de cidadãos indignados com a barbarie , fumaram muita maconha, cheiraram muita cocaína, tomaram muito exctasy (sei lá como se escreve isso) e, em alguns casos mais extremos, tomaram muito pico de heronia na veia.

E sabe quem são essas pesoas ?

São artistas consagrados, que vão para os comerciais da televisão falar em natal sem fome; se indignar com uma expressão "gloriamariniana" e "pedrobialsiana" contra esses estado de coisas em que precisa ser dado um basta.
Sei que as autoridades, do Rio e do Brasil inteiro (sem exceção, infelizmente) são omissas, incompetentes, desastrosas mas, também sei que por mais que se aumente o número de políciais nas ruas, o avião que vai levar uma erva para que o conjunto que está vendendo horrores possa arrendodar o arranjo da última faixa do CD que vai sair no natal, não será preso e muito acusado de traficante. Pelo contrário será protegido por gente influente.

Gente tão influente que até ganha mais de 30 mil reais por mês para ser presidente de associações em defesa do Rio em abandono.

Sinceramente, não vejo saída. Ou a sociedade inteira (eu disse inteira) se concientiza que acabar com o tráfico e portanto com a violência, significa também meter o pé na porta dos apartamentos luxuosos e dos estúdios e redações dos formadores de opinião tão indignados com essa bábarie toda ou então não tem jeito possível

No seguimento vou contar uma historinha nada edificante mas muito explicativa:


Em 2/12/2005, às 11:08:27, AG disse:

Eu ia contar só uma historinha mas me lembrei d outras.
As historinhas:
Tempos atrás, o ator Stephan Necessian, depois de ter tomado todas, subiu na contramão da Niemeyer (que nessa hora tinha a mão interditada) e matou um pobre homem que vender peixe para ganhar o sustento da família. Alguém sabe quais foram as penas do transgressor? Pergunto numa boa, por que eu não sei. Imagino que nada.

Um pouco antes, a bela e badaladíssima Vera Fischer depois de ter cheirado todas, agrediu e feriu gravemente co uma faca a empregada da sua casa que, se não fosse esperta, poderia ter morrido. A não ser ter perdido a guarda do filho por uns tempos, alguém sabe mais alguma punição para a senhora atriz ?


Um dia o pintor badalado e já falecido Iberê Camargo foi estacionar o carro na rua Sorocaba. No mesmo instante, um homem com mulher e filho no carro, queriam a mesma vaga. Discute daqui, discute de lá, Iberê puxou uma arma e matou o homem. Sabe o que aconteceu com ele ? Absolutamente nada; nem indiciado foi.

Vou parar por aqui para não alongar essa lenga-lenga. Mas o que eu queria dizer é o seguinte: uma sociedade que dá uma grana por baixo da mesa ao delegado, ao promotor, ao escrivão ao juiz para livrar o filho que foi pego com um bituca de maconha no bolso, não pode falar em impunidade. Aceito que um pai faça tudo para salvar o filho de uma prisão filial do inferno que são as nossas. Mas esse pai ou mesmo alguém que já molhou a mão do guarda na esquina, não tem o direiro de se indignar com nada.



Em 2/12/2005, às 11:10:34, Zé Rodrigo disse:
"Mas, até para puxar de novo o Zé Rodrigo, que levantou-se e foi sentar na mesa lá ao fundo, eu queria dizer uma coisa sobre essa violência que nos assalta."

Já voltei. Estou quieto, mas estou presente.
:-)

Em 2/12/2005, às 11:12:38, Andre Decourt | página pessoal disse:
Essa foto tem cara de ter sido feita logo após o pórtico ter ido para o JB, ainda vemos nosegundo andar as molduras de cantaria que seguravam as janelas, além também de dois pedestais que seguravam estátuas, as quais não me enganam sumiram para nunca mais.....

Tanto a demolição do prédio da velha academia, como o do velho prédio do Tesouro criaram enormes vazios urbanos naquela região da Av. Passos, vazios que até hoje permanecem, vazios federais....os quais 90% viraram as favelas que hoje atormentam a cidade !!!
Em 2/12/2005, às 11:19:13, AG disse:

Luizíssimo,
apaga, pela-môr-de-de deus, um desses post duplos que cometi.
Brigadíssimo.
Em 2/12/2005, às 11:23:36, Manolo Conde disse:
Continuando meu comentário do anterior log, eu pergunto: Se segundo o Luiz as passetas não surtem efeito, porqué no Brasil é diferente por exemplo a Argentina, Bolivia, Equador, Guatemala e alguns paises da Europa, como a Espanha ou a Ukrania onde os Presidentes cairam após passeatas multitudinarias de protesto? O que não se pode, e fazer passeatas cantando samba.
Em 2/12/2005, às 11:26:22, Andre Decourt | página pessoal disse:
Numa foto de 1979 as molfuras de cantaria ainda continuam lá, bem como os pedestais..sem estátuas..claro

A fachada como era, e no lugar dela pode ser vista em um dos meus primeiros post's há mais de 2 anos atrás aqui: http://ubbibr.fotolog.net/andredecourt/?photo_id=2458385
Em 2/12/2005, às 11:28:36, Andre Decourt disse:
Vale a pena ver essa outra foto: http://ubbibr.fotolog.net/andredecourt/?photo_id=2490838
Em 2/12/2005, às 11:43:05, Luiz D´ | página pessoal disse:
Não é que as passeatas em si não surtam efeito (não caiu o Collor por pressão das ruas?).
A grande questão é o que NÓS podemos fazer.
Como você mesmo disse em "post" anterior, Manolo, teríamos que ser liderados por "artistas, pessoas influentes, etc".
A depender deles, como bem frisa o Alvaro, estamos ralados.
Faltam lideranças, é evidente.
Falta consciência política.
Falta educação.
Falta cidadania.
Falta um projeto.
Não conheço a realidade de todos os países citados mas não se pode comparar a tradição política, a conscientização, a educação, de povos como os da Argentina ou Espanha, com o que aqui há.
O império da hipocrisia, o "sabe com quem está falando", é um dos males do Brasil.
Bem disse o Hélio Luz, aquele do "Ipanema brilha à noite": "cada sociedade tem a polícia que merece".
Se um conhecidíssimo empresário que está nos jornais todos os dias vai almoçar no Gero e vai ao banheiro (e na frente de quem quiser ver) dá uma "cheirada" na pia, como reclamar de alguma coisa?
Se uma amiga nossa, Manolo, vai na Polícia Federal tirar passaporte e para furar a fila leva um atestado médico falso, o que esperar da classe média?
Se para garantir o som alto numa festa, um amigo nosso tira a carteirinha de militar e intimida os PMs, o que esperar?
Se na volta de Búzios ou Angra, nossos companheiros ultrapassam pelo acostamento, como exigir respeito às leis?
Se quase todos compram nos camelôs (todos têm uma bela desculpa, é claro), favorecendo a evasão fiscal, a pirataria e o roubo de cargas, como reclamar?
Se quase todos escrituramos a compra/venda de imóveis por valores falsos para não pagar Imposto de Renda, que sociedade criamos?
É esta que está aí: egocêntrica, sem valores, onde impera o "se dar bem".
Estamos colhendo o que plantamos.
Está difícil!
Em 2/12/2005, às 11:45:22, fco patricio disse:
Também não sou politicamente correto Lucia. Mas que tal usarmos essas pedras como objetos de arremesso para cima do pessoal que apoia o Pobrismo - que vêem com essa conversa de desigualdade social para justificar aquilo que não tem justificativa : barbari? Bengaladas (muito em moda ultimamente) é pouco para esses vigaristas.Como a Karen é, visivelmente, bem intencionada (para afasta-la do tumulto) seria bom usar a seguinte programação : enquanto justiçamos os picaretas alguèm acompanha a inocente Moça a lugar tranquilo onde esteja sendo exibido o ultimo documentário de Fco. Patricio intitulado : "Como ganhar dinheiro facil... montando uma Ong".
Em 2/12/2005, às 11:56:22, GUI | fotolog disse:
Caro Luiz, você está certíssimo! Nós estamos colhendo o que nós plantamos... O homem é mesmo um imbecil, por estas coisas que você acaba de enumerar. Com que moral vamos reclamar de algo? Nós compomos essa sociedade medílcre e insana. O egoísmo, o egocentrismo, o materialismo, o consumismo, permeiam ativamente as cabeças da sociedade. É muito triste admitir, mas é a verdade. Nana do Gui
Em 2/12/2005, às 12:01:35, Bellatrix | página pessoal disse:
É Luis. Escrevo para tentar amenizar um pouco o absurdo destes dias.
Quem dera estes portais antigos fossem mágicos...
Bom vir aqui e ler os comentários: a realidade chama e pede algo mais que poemas e textos escapistas. Mesmo sendo tão difícil achar uma solução.

Grande abraço.

Em 2/12/2005, às 12:13:42, Elka | fotolog disse:
Um Pórtico ao Paraíso das Artes...me lembra um Portal Mágico....
bjus Luiz
Em 2/12/2005, às 12:43:37, AG disse:

Luizíssimo,
agora mesmo entrou um cidadão pressuroso na minha sala perguntando se faço parte de algum movimento anti-drogas porque ele queria também fazer parte.
Disse a ele que não faço parte de movimento anti-nada e tenho raiva de quem faz.
Detesto esses moralistas que vão para os púlpitos pregar a censura disfarçada em conselhos sadios.
Acho que cada um é livre para fazer as escolhas que quiser desde que, naturalmente, não interfira no meu direito de também escolher o que eu quero.
Nesse momento, por exemplo, a escolha de se drogar de vários intelectuais e artistas deste cidade está interferindo na segurança de todos.
E não adiantam passeatas e campanhas publicitárias na TV se a base delas não é a coragem de enfrentar a realidade nua e crua.

Acho muito engraçado algumas mães que me desfiam suas preocupações em relação às drogas com seus filhos e se entopem de Lexotan; ou servem generosas doses de whisky para as vistas domingueiras.

Volto a dizer que a única salvação possível, a meu ver, é liberar as drogas da mesma maneira que o alcool (aliás, a mais perigosa das drogas) é liberado.
O cara está afim de morrer cheirando cocaína que morra. Quer derreter injetando heroína nas veias, que derreta. Eu só não quero é sustentar o vício dessas milhares de viciados que convivem diariamente conosco (alguns absolutamente insuspeitos) com sangue de gente inocente.
Não aceito que sejam a bomba relógio que vai me acertar uma bala perdida na cabeça, porque a facção A do Dona Marta quer dominar o movimento da facção B.

Aos atacadistas não acontece nada e, ainda bem; já pensou essa multidão de viciados entrando em crise por abstinência. Aí é que a gente ia ver o que é calamidade pública.

A verdade é essa. Estamos sentados em cima de um barril de pólvora. Barril esse criado pelos rigores morais de uma religião hipócrita e por uma sociedade cínica.
A saída e reverter esse quadro e tirar as máscaras.
Mentir, reprimir, se enganar não é solução.
Em 2/12/2005, às 12:56:14, JBAN disse:
AMEN ! Faço minhas as suas palavras... Sempre que falo isso sou atacado de todos os lados. A saída é liberar e tirar o poder financeiro do tráfico.
Em 2/12/2005, às 14:06:32, Karen | fotolog disse:
Sr. fco patricio

salvo engano, não me recordo de termos sido apresentados, e muito menos de lhe dar essa itimidade ao falar da minha pessoa!

faça uma guerra, se acha isso válido! faça guerra em nome da paz.. saia matando todos os "culpados" - apenas cuidado para não morrer com o próprio veneno.

Como diaria shakespeare.. maturidadde não tem nada a ver com idade, mas com as experiências q se tem ao longo da vida. Acho q vc tem muito a aprender.. (e eu tb, é claro)

nada mais!

karen


Em 2/12/2005, às 14:25:36, Fco Patricio disse:
Karen não tive intenção de ofender a sua pessoa - se fizer uma releitura do meu comentário verificará que foi bem humorado e nada ofensivo. Se, ainda assim, mantiver a mesma opinião peço,sinceramente, desculpa.
Abraço
Em 2/12/2005, às 14:37:40, Roberto Tumminelli disse:

Passando rápido pra dar um boa tarde a todos. To enroladaço com ua tradução a ser entregue até às 16hss de hj.

Ja vi que o bar ta agitado.

Reserve minha cadeira ao lado da Karen!

:-)))))

Mais tarde volto!
Em 2/12/2005, às 15:10:24, Ze Rodrigo disse:
Só voce pode legendar aquela foto!!!
Comece com ela, porque depois tem mais...
:-)))
Em 2/12/2005, às 15:18:11, walter Lima disse:
Incrível como o Rio tem história, belo Pórtico.
Incrível como o Rio resume a situação de todas as nossas cidades.
Em Porto Alegre os ladrões de carro estão matando o dono do carro, assim por nada, friamente.
Não vejo luz nenhuma no fim do túnel, só se ve bala e bala.
Um abraço.
Em 2/12/2005, às 15:29:27, Rafael Netto | fotolog disse:
"Em vez de luz tem tiroteio no fim do túnel... sempre mais do mesmo"

O autor vocês sabem quem é... um certo cantor que fumou todas, cheirou todas e morreu de AIDS.
Em 2/12/2005, às 15:55:17, AG disse:

Rafa,
deve ser o Renato Soviético -- acho que ele se foi antes que houvesse a nova estruturação depois da queda do muro.

Aliás, o Renato foi o melhor cover do Jerry Adriani.
Em 2/12/2005, às 18:39:43, analuciafrusca | página pessoal disse:
Depois de todos os "articulistas" que tão bem expressam suas opiniões nesse animado boteco filosófico/histórico/cultural, pouco me resta a dizer que já não tenha sido dito.

Em relação ao post de ontem e o de hoje:
Belíssimas páginas de nossa história você abordou, Luiz! Parabéns!
A chegada da Missão Artística Francesa ao Brasil, com destaque para Grandjean de de Montgny, Debret, Taynay e Lebreton, foi de suma importância para o desenvolvimento cultura no país, mas o ensino das artes foi estabelecido antes disso, através da carta régia de 1800, estabelecendo o ensino sistemático do desenho e fixação de artes no ensino. Após a chegada de D.João em 1807 e da Missão Francesa em 1816 foi criada a Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios. Essa foi a verdadeira semente da Academia Imperial de Belas Artes (mudança de nome e instalaçao definitivas em 1826).

Quanto aos últimos fatos deprimentes e revoltantes ocorridos em nossa cidade, concordo com o comentário do Bertoni de ontem.
Lamento essa "justiça pelas próprias mãos". Penso, porém, que isso é fruto do caos e do abandono em que se encontra a Segurança Pública nesse país (não somente no Rio). Os populares estão tomando para si poderes de polícia porque não vêem nenhuma ação que os livre do banditismo que está tomando o poder, ocupando o vazio deixado pelas autoridades.

(imagine se eu tivesse algo a dizer, ainda bem que o espaço é grande para tanta letrinha...)


Tenho andado meio sem tempo, ou com o tempo dilacerado em mil atividades, mas não deixarei de vir aqui. Separe, por favor, uma cadeirinha para mim. Assim que der, eu volto aqui, nem que seja na hora da saideira.

beijos
Em 2/12/2005, às 18:41:06, analuciafrusca disse:
errata: (para variar)
depois de todos os "articulistas" que tão bem expressARAM...


(pressa é fogo!)

Em 2/12/2005, às 20:31:31, Karen | fotolog disse:
fco patricio - não vi em seu comentário como humor.. mas aceito suas desculpas.

Roberto: q história é essa de cadeira ao meu lado? Suicidio?? kkkk Até ontem tinha q ter cuidado com os animais de estimação perto de mim.. kkkk.


Esse "bar" é tudo de bom!! Adoro esse lugar! (Luiz'D quero um autografo kkkk).

boa noite a todos!

beijocas tulipais, karen
Em 2/12/2005, às 22:10:55, cllaudia pitombo | fotolog disse:
Adorei a foto!!!
Boa noite!!
Em 3/12/2005, às 00:28:55, Malú Auler | página pessoal disse:
"""justiça pelas próprias mãos pode satisfazer ao emocional mas é mais um caminho em direção à barbárie. """

CONCORDO PLENAMENTE !
Em 3/12/2005, às 00:48:21, analuciafrusca | página pessoal disse:
Já vim aqui algumas vezes e estava me perguntando onde anda todo mundo.
Estavam falando de mim, é? Olha que eu senti a orelha quente...


beijos
Em 3/12/2005, às 00:53:07, analuciafrusca | página pessoal disse:

Em tempo:Deixaram, ao menos, algum choppinho geladinho?
Desce um!
Chopp gourmet, com colarinho de 3cm, gelado na medida: entre 2,5 e 3º, em tulipa de cristal, tamanho "garoto".
Luiz, o que eu tenho lido sobre chopp, você nem imagina, está arriscado a ser expulsa pelos garçons, de todos os botecos da cidade, se pautar meu nível de exigência "choppística" pelo tanto que aprendi.
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