Comentários (67):
Em 21/01/1974, às 05:48:47,
Senna
disse:
Terreno vazio, alguns sobrados. Um lugar tranquilo.
Em 21/01/1974, às 05:49:06,
Candeias
disse:
Isso é um autêntico Fundo do Baú. Conheço bem o lugar, mudou muito mesmo. Bela postagem.
Em 21/01/1974, às 05:50:32,
Marcelo Almirante
disse:
Serás que ali era o ponto final das linhas
para a Barra da Tijuca (Hotel Leblon) ?
Em 21/01/1974, às 05:50:37,
Rouen
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fotolog
disse:
Bela casa arquitetura anos 50 alí colocada no prédio.
Em 21/01/1974, às 05:51:10,
Plinio
disse:
Eu gostei bastante desta fotografia do antigo Leblon provavelmente tirada daquele mirante Chácara do Céu ou nome parecido.
Eu gostaria de saber qual a finalidade daquela comporta que está ali. Ela serve para controlar a vazão do canal? Este canal é formado pelo desague dos rios que vêem da Gávea? Desculpem o excesso de perguntas mas são dúvidas que eu tenho há muito tempo.
E por incrível que pareça eu tenho saudades dos lotações.
Em 21/01/1974, às 05:52:52,
Alcyone
disse:
É a minha região, quando vou ao Rio. Era bem melhor assim, como está na foto. Prédios mais baixos, de 8 ou 9 andares.
Em 21/01/1974, às 05:53:08,
Menezes
disse:
Vindo das terras Alencarinas em 1957 adotei este Rio como minha cidade. Durante boa parte de minha vida aqui fui morador da zona norte(Tijuca) e pouco andei por essas paragens. Para mim vale o que a fotografia mostra e o sentimento é de saudade apesar de não ter vivido o local.
PLINIO meu amigo: e por falar em saudade, sinto também saudades do Lotação. Era sempre emocionante e confortável viajar nele já que só levava passageiros sentados e não tinha ponto de parada.
Em 21/01/1974, às 05:56:52,
Andre Decourt
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página pessoal
disse:
Essa foto, se não me engano é de uma revista Manchete ou Fatos&Fotos sobre as antigas corridas no Trampolim do Diabo, post duplo na segunda...
Em 21/01/1974, às 05:56:56,
Candeias
disse:
Menezes, Terras Alencarinas foi ótimo!
Em 21/01/1974, às 05:57:20,
Belletti
disse:
Interessante este angulo mostrando o canal com a citada comporta.Muito boa foto.Ponto de onibus,aliás"lotações".
Quanto valeria este terreno,aí esperando um espigão?
Em 21/01/1974, às 05:58:17,
Rafael Netto
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fotolog
disse:
Pelo que o Andre está dizendo a reportagem devia ser um "ontem & hoje" da época. Aguardamos o post duplo.
Em 21/01/1974, às 05:58:39,
FlavioM
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página pessoal
disse:
Interessante os tubos dentro do canal. Era uma obra qualquer, mas não consigo "chutar" o que eles estariam fazendo. Aquele jipe deve ser do engenheiro da Prefeitura do DF - esse chute eu consegui dar... (ou da Secretaria de Obras da GB).
Em 21/01/1974, às 05:59:15,
FlavioM
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página pessoal
disse:
O Almirante lembrou bem: existia uma linha chamada Hotel Leblon - Barra da Tijuca (555), que fez ponto na Atahualpa e aí onde estão os lotações.
Mas não me lembro de lotações nessa linha. Me lembro sempre de ônibus. Peguei muito, durante muuuitos anos.
Em 59 e 60, São Conrado era servido pela linha São Conrado - Bar 20, essa, sim, de lotações. E que deixou de existir quando, acho que em 60 ou 61, começou uma linha de ônibus São Conrado - Real Grandeza, que, depois, virou Vidigal - Mourisco (521 e 522). Aí São Conrado passou a ter só o 555.
Em 21/01/1974, às 05:59:17,
Lavra
disse:
Acho que aqueles lotações faziam a linha Urca - Leblobn.
Em 21/01/1974, às 06:03:48,
Paulo Z
disse:
Muito boa a foto! Bons tempos do Leblon.
Me lembro de lotações fazendo a linha H.Leblon-B.daTijuca. Nos anos 60 os carros desta linha, em sua maioria, não eram 'torpedo' como os 3 primeiros que vemos nesta foto e sim 'cara chata' como o último lotação na fila.
Em 21/01/1974, às 06:08:06,
Luiz D'
disse:
Havia um onibus Rocinha-Mourisco, via Lagoa e Corte do Cantagalo, nos anos 60. Plinio, nâo sei as respostas, alguèm sabe?
Em 21/01/1974, às 06:08:37,
Belletti
disse:
Gostei das definições do Paulo Z:torpedo e cara chata.
Em 21/01/1974, às 06:08:43,
NALU
disse:
É impressionante a mudança!
Em 21/01/1974, às 06:11:08,
rochacampos
disse:
A linha era Vidigal-Mourisco (533?)que sofria de preconceitos por atender ao pessoal da favela do Vidigal (era chamado de navio negreiro).
O mirante chama-se Sétimo Céu porque tem sete curvas até lá em cima. Desci muito de carrinho de rolimã por ali.
Pelo que eu sei a comporta visa controlar o fluxo do canal (os rios vêm da Gávea/PUC entre outros) com o das marés.
Em 21/01/1974, às 06:13:04,
Derani
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fotolog
disse:
Esta parte aí do Leblon ainda guarda muito da tranquilidade desta época.
Muito silêncio e canto de passarinho.
Em 21/01/1974, às 06:14:04,
Gustavo Lemos
disse:
O funcionamento do sistema de comportas pode visto em
http://obras.rio.rj.gov.br/index.cfm?sqncl_publicacao=824
Em 21/01/1974, às 06:15:11,
M.Lobo
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página pessoal
disse:
Se hoje esta região da Visconde de Albuquerque ainda é um área relativamente tranquila pra se morar, imagina naquela época... deveria ser o paraíso!
Em 21/01/1974, às 06:17:41,
Ze Rodrigo
disse:
Faz pouco tempo, 1 ou 2 meses, um carro desceu a San Martin tão rápido que atravessou o canal voando e parou fincado na parede da margem do outro lado. Isto foi exatamente atrás de uma das torres de operação da comporta, que aparecem nesta foto.
Em 21/01/1974, às 06:21:27,
Menezes
disse:
Como disse o Derani, muito silencio e canto de passarinho.
Mas de vez em quando o pipocar das AR-15 do Morro do Vidigal é ouvido.
Em 21/01/1974, às 06:21:48,
JBAN
disse:
Respondendo ao Plínio e outros.
O canal da Visconde de Albuquerque se interliga com os rios Rainha e Macacos e com a Lagoa Rodrigo de Freitas. Trabalha em conjunto com o canal do Jardim de Alah e suas comportas são abertas ou fechadas conforme o nível das águas da Lagoa, caudal dos rios e a altura das marés. Essa obre foi feita para acabar com os alagamentos das margens da lagoa e permitir a urbanização que resultou na atual orla lagunar.
Gostaram do caudal ? JBAN é cultura.
Para mim esse lugar sempre foi o final da cidade e ainda é. Mais além é Terra Incógnita e depois do Joá vivem os dragões e monstros do fim do mundo. Além disso é o abismo.
Em 21/01/1974, às 06:22:08,
Belletti
disse:
Encerramento cultural: A Voz do Apocalipse!!!
Em 21/01/1974, às 06:23:07,
Menezes
disse:
Caudal ou vazão é o que precisam todos estes canais.
Pela matemática pura e aplicada, vazão = velocidade x área. Aumentou a área aumenta a vazão. Simples...
Mas para acabar com as enchentes tem que se arranjar ÁREA para esta equação dar certo.
Pensar em alargar o canal da Visconde e outros mais é que é o grande desafio.
Para mim estas obras feitas é colocar o lixo debaixo do tapete.
Em 21/01/1974, às 06:23:53,
Candeias
disse:
Como bom tricolor que é, JBAN diz o mesmo que Nelson Rodrigues ao falar do outro extremo da cidade. Nelson dizia que se tornava nostálgico já a partir do Meyer.
Em 21/01/1974, às 06:27:25,
Victor
disse:
JBAN,
Além dos rios citados, o Cabeças também alimenta o canal da Visconde Albuquerque, isto por intermédio dos canais da Lineu de Paula Machado e Jockey Club.
Em 21/01/1974, às 06:27:53,
Paulo Z
disse:
João Saldanha, que morou no Leblon na época da sua crônica "O Gato da Pilha", tinha uma frase engraçada citando a Praça da Bandeira.
Em 21/01/1974, às 06:28:24,
Anonimato
disse:
rochacampos,
A linha 521/522 era Vidigal x Mourisco, que já foi Botafogo x Leblon, que virou Botafogo x Vidigal.
Em 21/01/1974, às 06:28:46,
Evelyn
disse:
Este Rio Cabeças tb não passa ali pela Ponte das Tábuas?
Esta estória de final da cidade é relativo e depende da época em que se fala, Copacabana já foi considerado um areal muito distante; se o referencial for o Centro, que seria o marco zero, Ipanema passa a ser considerado distante. Mais que São Cristóvão ou Caju, por exemplo, logo, é relativo, longe em relação a que?( ou a quem?)
Em 21/01/1974, às 06:33:06,
Einstein
disse:
Dona Evelyn deveria ler a minha teoria antes de pontificar obviedades. Tudo é relativo, mas notamos que a noção de longe ou perto, final ou começo é sempre em relação ao observador. Quanto a isso não há dúvida.
Em 21/01/1974, às 06:33:32,
Luis Lopes
disse:
O nome do rio é Cabeça e não Cabeças. No alto da Rua Faro há a capela de N.S.da Cabeça. Acredito que o rio passe por lá.
Em 21/01/1974, às 06:33:46,
rochacampos
disse:
Eu estudei o primário na Escola Vieira Machado que ficava na Visconde de Albuquerque logo à esquerda desta foto e morava na Rainha Guilhermina. Me lembro que em uma redação escrevi que morava no "começo" do Leblon e fui corrigido pela professora...Pra mim sempre foi o começo.
Alguém se lembra qual era a linha 533?
Em 21/01/1974, às 06:36:32,
Evelyn
disse:
Luis,
Você tem toda razão, acabei de ver no Guia de Arquitetura, realmente é só uma cabeça, aliás essa Capela que vc citou está na minha listinha para conhecer, andou fechada, mas agora já está aberta p/ visitação.
Então a Capela deve ter dado nome ao rio.
Quanto à teoria da relatividade, informo ao sapichão que justamente por ser óbvio, é que tem que ser pontuado.
Há uma frase, não sei a quem pertende a autoria, que fala algo assim "Só os gênios percebem o óbvio", se não é exatamente essa, é quase.
Em 21/01/1974, às 06:36:43,
Evelyn
disse:
Corrigindo um ÓBVIO erro de digitação,
... a quem pertenCe...
Em 21/01/1974, às 06:37:58,
Houaiss
disse:
O que seria um "sapichão"?
Um sapo sabido?
Em 21/01/1974, às 06:39:00,
Gustavo Lemos
disse:
Evelyn, a frase de Nélson Rodrigues é: "Só os profetas enxergam o óbvio".
Em 21/01/1974, às 06:39:22,
Evelyn
disse:
Gustavo,
Realmente aprendi como sendo "Somente os gênios..."
Vou perguntar a quem me disse, quando eu encontrar a pessoa.
Em 21/01/1974, às 06:41:36,
SABICHÃO.....
disse:
Uma Santa deu nome a fazenda, a capela e ao rio...........
Em 21/01/1974, às 06:42:04,
Nelson Rodrigues
disse:
Estava escrito desde a lauta ceia dos apóstolos que eu seria condenado ao escárnio de ser triturado por incautos comentaristas de fotologs.Foi uma sentença rungida pelo Scassa.
Em 21/01/1974, às 06:46:37,
Luis Lopes
disse:
Só não sei se o Rio Cabeça se junta com o Macacos na Ponte de Tábuas ou desagua na Lagoa.
Em 21/01/1974, às 06:48:37,
Bicheiro
disse:
Hoje deu macaco na cabeça !
Em 21/01/1974, às 06:53:32,
Belletti
disse:
Bicheiro,
Na minha igreja tinha um fiel que quando eu perguntava o número do seu telefone ele me respondia: é macaco com viado,ou seja 6896...
Em 21/01/1974, às 06:54:34,
Evelyn
disse:
Aquele "sapichão" viria de sapiência, mas tanto no Houaiss , que até compareceu hoje aqui, como no Aurélio , não constam, então não existe.
Em 21/01/1974, às 06:55:13,
Gustavo Lemos
disse:
Evelyn, li a frase do Nélson no livro "O melhor do mau humor" do Ruy Castro (1989). Mas ela pode ser encontrada em
http://www.frasesfamosas.com.br/de/nelson-rodrigues/pag/10.html
Em 21/01/1974, às 06:57:03,
Evelyn
disse:
Valeu, Gustavo, já fui lá ver.
Não sou fã dele, principalmente a primeira frase da lista, é de péssimo gosto, cada vez mais, ainda mais nos dias de hoje, ainda que realmente tenham algumas que sejam interessantes.
Minha tia paterna conta que ela ganhou um sorteio(?), e ele, Nelson, foi pessoalmente na casa deles( ela e meu pai) entregar o prêmio, um livro, no bairro de Bonsucesso.
Em 21/01/1974, às 06:58:01,
Gustavo Lemos
disse:
Evelyn, a frase ali está fora do seu contexto original. Não se esqueça que Nélson é um autor teatral e muitas frases dele foram retiradas dos seus textos e outras das suas crônicas. A frase completa é: "Toda mulher gosta de apanhar, menos a neurótica. O homem é que não gosta de bater".
Em 21/01/1974, às 06:58:51,
Evelyn
disse:
Ah, tá!
É que pinçando assim, às vezes dá outro sentido.
E ele tinha problemas, uma estória de vida pesada.
Aquele filho dele ainda não foi interditado pelo IBAMA? É (era) figura corriqueira no Leme, creio que more ali.
Em 21/01/1974, às 07:00:27,
Luiz D´
|
página pessoal
disse:
O "Saudades do Rio" já falou sobre a capela de N.S. da Cabeça em
http://fotolog.terra.com.br/luizd:376
Em 21/01/1974, às 07:02:24,
Menezes
disse:
Colaram no poste:
Hoje deu GATO no Paratodos.
Em 21/01/1974, às 07:05:00,
Miguel de Cervantes
disse:
Pesada não é a "estória" de vida do Nelson. "Pesada" (en español) é uma certa comentarista.
Como diriam em Madrid, "Que pesada"!
Em 21/01/1974, às 07:05:15,
Certa Comentarista
disse:
Está falando de mim? Confere?
Em 21/01/1974, às 07:06:23,
Luis Lopes
disse:
Não entendi bem o que está no fundo da foto. É o alto Leblon?
Aliás, o que houve por aqui?
Em 21/01/1974, às 07:09:47,
Evelyn
disse:
Alguns esclarecimentos:
. Aprendi que quando se usa o termo estória sem ser HISTÓRIA do Brasil, por exemplo, escreve-se com E, com H somente quando for História oficial.
Estaria errado?
. Acho que o Miguel de Cervantes aí de cima, confundiu minha pessoa com Sancho Pança. Que tal substituir seus Lulu e Dudu pelo Rocinante?
. Esse ser que enviou comentário como "Certa Comentarista" não fui eu
. Na minha concepção, uma pessoa que presenciou o assassinato de seu irmão, na redaçaõ do jornal em que trabalhavam, que perde o pai meses depois desse episódio, que cai em dificuldades financeiras com a família, que tem uma filha, de seu terceiro casamento com problemas mentais, que contrai tuberculose, se isso não é ter uma estória de vida pesada, então o que é?
Em 21/01/1974, às 07:13:19,
Senna
disse:
Esse monte de espírito que posta me fez lembrar do desaparecido Manitu.
Einstein, Cervantes, Houaiss e Nelson Rodrigues. Que time!
E antes que alguém fale que tem mais um, eu não me chamo Ayrton.
Em 21/01/1974, às 07:15:50,
Evelyn
disse:
Ô Senna, o Nelson foi citado pelo Gustavo e eu complementei, ainda não baixou aqui na galeria dos famosos ocultos.
Aliás, pegando a deixa, qual seria seu primeiro nome, ou seria sigilo total que nem o nosso Docastelo?
Em 21/01/1974, às 07:17:09,
Senna
disse:
Sou Paulo, Evelyn. Mas o sobrinho, para não confundir com meu tio.
E o Nelson comentou às 4 da tarde.
Em 21/01/1974, às 07:20:20,
Evelyn
disse:
Paulo? Muito prazer!
Parece que estou falando com outra pessoa, acho tão mais simpático tratar pelo primeiro nome! Senão fica parecendo contador da firma, contador para ter credibilidade, anda com uma pastinha preta de couro e gosta de ser chamado pelo sobrenome, é Sr Vieira, Sr Costa e por aí vai.
O WHM, ficou muito mais próximo quando descobriu-se ser Walter.
Só falta o...se apresentar, ele sabe de quem estamos falando rs
Você tem razão , é que esses pseudônimos são tão voláteis que nem merecem registro.
Abs
Em 21/01/1974, às 07:22:17,
Roberto Tumminelli
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fotolog
disse:
O ponto agora é do outro lado e do 43 alguma coisa.
Outro dia estava um inferno sde transito por conta dos ônibus ali parados.
Em 21/01/1974, às 07:29:41,
Samsonite
disse:
Isso é uma mala! E de mala eu entendo.
Em 21/01/1974, às 07:30:51,
Alice
disse:
Hotel Leblon era a última construção antes da subida da Niemeyer? Meu pai se encontrava com um grupo para uns whiskies nos fins de semana. Eu não sei o que eu fazia no meio dos marmanjos, mas me lembro que gostava de ficar por lá... Bem, sei que aprendi a jogar ´palitinho´ nesta época...
Em 22/01/1974, às 06:51:14,
Honorio Vargas
disse:
Aí no final do Leblon, em 1965, ficava o ponto final do Barão de Drumond- Leblon -433 e 438.
Em 3/02/1974, às 08:55:42,
Geraldo
disse:
Em 1965 mudei para o Rio. Tinha 12 anos.
Me disseram para pegar o circular para voltar do Colégio (Santo Inácio)
Pequei no final da tarde o Vidigal - Mourisco, Via Jockey.
Cochilei. Acordei no ponto final. NO meio da favela. E não havia mais ônibus de volta.
Não tinha idéia de onde estava, e nem sabia o que era uma favela.
Fiquei ali, parado, absolutamente perplexo e sam saber o que fazer.
Diversas pessoas foram simpatissíssimas comigo. E no fim um taxista me levou para casa.
Mais tarde eu jogava vôley e futebol na praia, em Ipanema e diversos dos companheiros - alguns se tornaram amigos - moravam no Vidigal.
Há muita gente boa nas favelas.
E há muito preconceito.
Em 3/02/1974, às 08:57:04,
Geraldo
disse:
Tô quase apostando...
Loloca, faz tempo que estou tentando 'achar' você!
E 'acho' que 'achei'!
Meu e-mail é meu nome INTEIRO, SEM PONTOS E SEM ACENTO @gmail.com.
E, se não estiver de todo enganado, FlavioM é o Sertã.
Viajei na maionese, ou a velha intuição geraldiana ainda está em forma?
Em 3/02/1974, às 09:04:38,
Luiz D'
disse:
Geraldo, saudaçoes inacianas. È o Sertå sim