Comentários (26):
Em 6/05/2006, às 01:23:01,
Cadito
disse:
Alouôô
Belo post.
Quando se recorda algo feliz, a gente revive a felicidade de então.
Quando vc falou em cumbuquinha, me lembrei da velha máquina Kodak que meu pai me emprestou pra minha primeira excursão de colégio.
Só a excursão em si já era um acontecim ento, levar uma máquina fotográfica então.....eu tava no céu!!!
Era uma caixa preta de +ou- 10cm X10cm
com uma capa em couro bem trabalhada... Se batia a foto com a máquina na altura da cintura...era difícil mirar...
Acho que tenho umas fotinhas dela guardadas.
valeu
sifuime
Ah, tava esquecendo, hoje o
OOOPS!!! FALHA NOSSA!!! tá em greve de fome:
http://fotolog.terra.com.br/cadito:313
Em 6/05/2006, às 01:27:10,
Marisette
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página pessoal
disse:
Nem imagino como isso funcionava...bom estar aqui revendo e recordando com vc.
//bom final de semana//
Em 6/05/2006, às 03:36:16,
Mauro_AZ
disse:
Dr. D', excepcionalmente estou comparecendo no sabado, que na verdade ainda e' sexta `a noite aqui. Voce acorda cedo mesmo, hem?
Meu tio tinha um bem parecido com esse ai'. Ele converteu o chamado quarto de empregada num laboratorio fotografico e secava as fotos nas paredes da area de servico. Foi ele que me deu a minha primeira camera seria, uma Minolta toda manual. Que saudades.
Em 6/05/2006, às 04:22:54,
EDUARDO BERTONI
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fotolog
disse:
Golpe baixo e acusado!
Eu já andava meio saudoso desde que vi um velho ampliador na casa do Celso e, ainda sensível, dou hoje de cara com o seu. Que maldade. As lembranças são enormes!
No início, na casa dos meus pais, tudo era muito difícil. O pequeno banheiro social era pequeno demais, a luz insistia em penetrar por todos os lugares, cobertores eram usados nas janelas e rolos de areia na parte de baixo da porta. Só havia um bocal para luz e todas as horas a lâmpada tinha que ser trocada pela vermelha. E sempre estava quentíssima!
O primeiro ampliador era um velho projetor de slides que, devido à potência da lâmpada, necessitava de uma velocíssima piscada senão velava o papel. Tudo era difícil, mas o pior era quando, no meio de uma revelação, alguém insistia em usar o banheiro. Eu tinha acessos de ira!
Quando casei aproveitei um espaço que era reservado para uma lavanderia, absolutamente vedado de luz, e fiz o laboratório dos meus sonhos. Tudo ficava montado. Bacias, prateleiras com os produtos, caixa para contatos, tubos de PVC para revelação de filmes, varais, pinças ( gostava das de bambu como as de pegar sushi). Uma gambiarra com todas as lâmpadas de todas as cores e interruptores separados, água corrente...Era o paraíso!
Para culminar ganhei de presente um velho ampliador do meu falecido Marcos Malta ( neto ou sobrinho do Augusto).
Nunca fui um grande fotógrafo. Gostava mesmo de laboratório. Ficava lá umas 3 horas por dia. Os fins-de-semana eram praticamente dedicados a ele. Será que foi por aí que o casamento começou a desandar?
Alegria mesmo foi quando eu ganhei uma xerox de um livro da Kodak que trazia as fórmulas químicas de todos os produtos. Foi uma economia enorme, pois comprava tudo na Herzog a preço de banana e os resultados eram muito superiores.
Jamais gostei de papeis brilhantes. Usava o Kodak fosco grau 3 e o filme Orwo NP15 de 15 ASA. que dava um contraste fantástico! Bons tempos!
Em 6/05/2006, às 08:22:31,
Landeira
disse:
Luiz D e Andre Decourt:
Ontem vcs conseguiram esclarecer uma dúvida que me acompanhava há mais de 25 anos. Sensacional!
Grande abraço
Landeira
Em 6/05/2006, às 08:54:16,
JBAN
disse:
É isso aí. Temos que preservar esses objetos que foram marcantes em nossa vida. Eventualmente coloca-los para funcionar de novo só pelo prazer, apesar de achar que hoje em dia tudo é mais fácil. E como a gente aprendia !
Aqui em casa tenho uma filmadora Super 8, duas Canon uma com 26 e a outra com 34 anos, uma máquina que era de meu pai (de fole) e todas funcionando perfeitamente... De vez em quando coloco filme e saio fotografando. Meu Polyopticon está aqui e outras muitas bugingangas e badulaques, apesar dos protestos veementes de Mme JBAN, a famosa Doutora Psicóloga que me acompanha por todos esses anos. Hay que resistir.
Aliás, Mme JBAN manda avisar que se solidariza com Mme D´.... esposas ...
Em 6/05/2006, às 08:55:04,
A Gerência
disse:
A Gerência deseja a todos um bom Sábado com Foco e Seriedade !!
A Gerência
Em 6/05/2006, às 08:56:02,
JBAN
disse:
Subo para a serra, voltando amanhã. Vamos curtir um friozinho.
Em 6/05/2006, às 09:17:06,
Lua Nua
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fotolog
disse:
Eu sempre digo que o bom de ficarmos mais velhos, são as lembranças. Quando algum objeto nos remete ao passado, as lembranças são contadas de forma belíssima, como você e o B' acabaram de fazer. O jovem não lembra, vive.
Tenha um excelente fim de semana.
Beijos
Em 6/05/2006, às 09:38:34,
Nana
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fotolog
disse:
Luiz, hoje seu texto parece um romance. Você é apaixonado mesmo pelo velho ampliador, heim!?
Em 6/05/2006, às 11:44:50,
Celso Serqueira
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página pessoal
disse:
Aristocrata é assim mesmo: até o ampliador de preto e branco é importado e tem grife. Curioso como as suas memórias, as minhas e a do Bertoni são tão similares, apesar de que cheguei a ter estúdio e fotografar profissionalmente. Representante da plebe, meu ampliador era um nacionalzinho mesmo, e funcionava bem. Tá certo que a lente eu troquei, botei logo uma Zeiss e com esse equipamento fazia qualquer serviço de laboratório.
Também preferia as pinças de bambu às de aço, as quais comprava apenas para retirar as ponteiras de borracha e colocá-las nas de bambu. Preferia o papel Agfa, mas quando ele sumiu do mercado, usava muito o Kodak F3, dureza média, brilhante, e o esmaltava na secadeira rotativa ou, se era pouca coisa, na esmaltadeira plana.
Filme era sempre o FP4 da inglesa Ilford, 400 ASA, que eu rotineiramente puxava para 800 ou 1.600 ASA nas fotos-reportagem. Infelizmente, já estava casado quando usava o quarto escuro e a minha primeira mulher não suportava o cheiro da química. Solidão...
Bertoni, devo ter em algum lugar por aqui um antiquíssimo livrinho alemão com fórmulas para fotografia, devidamente traduzido. Quando achá-lo, vou fazer um site só com essas receitas! Também gostava de fazer minha própria química e ainda tenho a balança de precisão!
Em 6/05/2006, às 12:07:34,
Luiz D'
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página pessoal
disse:
Vocês estão me fazendo viajar no tempo ao relembrar os detalhes: filmes Orwo, esmaltadeira (tinha uma pequena), papéis (desde o H2 comum, ao F2 ou F3), o cheiro da química (o que sobrava guardava em garrafas de água sanitária, casco escuro).
Muitas experimentações para criar efeitos especiais nas fotos e muito improviso, porque a grana era curta...
Em 6/05/2006, às 13:07:47,
analucia
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fotolog
disse:
Espetacular!
Mme D' nem deveria reclamar tanto. Pelo que posso ver na foto, o seu ampliador de fotos nem era tão parrudo como o que usávamos aqui em casa, que ocuparia, certamente, muito mais espaço!
Ainda me lembro dos três "tabuleiros" brancos de plástico e das pinças grandes, de ponta chata revestida de borracha.
Eu só faltava chorar, quando o filme prendia na "cambuquinha".
O único efeito especial que descobri que podia criar era escrever com ácido na foto. Ou ampliar a foto com o ampliador na horizontal e o papel na parede, montando uma foto enooooorme composta de várias folhas de filme, em partes que compunham um poster gigante, em tamanho natural (meu tamanho).
Ou ampliar a foto e ter uma foto 18x24 do meu olho em close.
Era uma delícia brincar de laboratório fotográfico, no quarto de serviço.
Eu sempre usei lâmpada vermelha comum...que lâmpada você usava antes?
Imagino o sucesso que você fazia com as meninas!!!
Eu fazia sucesso com o namorado, era um hobbie em conjunto (a três, contando com o meu irmão, grrrrrr!)
beijos
Em 6/05/2006, às 13:09:03,
analucia
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fotolog
disse:
Será que ainda existem pinças de bambu? Essas eu nunca vi! Deviam ser bonitas!
Só conheço as pinças de bambu de restaurante japonês...
beijos
Em 6/05/2006, às 13:32:50,
AG
disse:
Luizíssima e ampliadíssima personagem,
vivi anos da minha vida envolvido com esse "senhor" que hoje você colocou na berlinda: o ampliador. O velho Arnaldo era um apaixonado por fotografia e nem preciso descrever a parafernália fotográfica que nos acompanhava diariamente. Confesso que fotografia nunca foi minha fraqueza; preferia desenhar e pintar. Vez por outra montava umas esculturas de arames e chapas de cobre.
Mas não podia ficar longe do Arnaldo's Foto World. Quantas vezes eu assistindo Kojak na televisão da sala, era enterropido aos gritos de "- Anda cá ver, anda cá ver !" Resignado lá ia eu contemplar uma foto do rosto minha irmã, ainda na bacia do fixador, ostentando um grão da capa da última Photo. " - Beleza, heim pai ! - dizia eu contemplativo. E aí vinha a enchurrada de explicações técnicas de como conseguir uma foto como aquela.
" - Vais ver a próxima, vais ver a próxima !!!"
Na nossa casa de Petrópolis, onde mora minha irmã e o marido, ainda existe o velho laboratório abandonado. Quando vou lá, resisto ao máximo chegar perto do templo abandonado mas, quem aguenta ? Quando dou por mim estou ali, lembrando de cheiros, de luzes, de frases " - Oh raios"; " -Rais-parta" "- Isto é giro, pá".
Hoje quando vejo a Cora Ronai puxar o cordão dos "vapt-vupt"; das fotos tiradas, reveladas e mostradas em miconésimos de segundos, me lembro daquele gurizinho que se espantava quando a mãe contava a festa que era a avó preparar um bolo na cozinha de domingo.
- Ela tinha que fazer o bolo em casa ?! -- se espantava o menino. Não tinha Parmê naquele tempo ?! Que chato.
Em 6/05/2006, às 13:35:58,
Andre Decourt
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página pessoal
disse:
Meu avô tinha todos esses badulaques nos anos 40 e 50, mas com uma das mudanças que meus avós fizeram quando saíram do Guarujá e o prédio que eles tinham comprado apartamento se arrastava por problemas de fundação no sensacional solo do Bairro Peixoto minha avó o obrigou a vender tudo....pequei ele com uma Pentax 35mm, mas ele já mandava revelar na loja
Em 6/05/2006, às 13:52:28,
Cláudio Rangel
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fotolog
disse:
Hmnnnnn! Menos um mistério. Acho eu.
Ando lendo tantas coisas estranhas por aqui. ETs, abduções, "quartoescuros"...
Quer dizer que o objeto aqui apresentado hj era a força motriz das abduções nos "quartoescuros"?
Do "fundo do baú" do Celsão, a pergunta que não quer calar:
- O que Dr. B´ fez pra Dr. D´???
No foco (ou quase).
Em 6/05/2006, às 15:27:09,
Tom Rê
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fotolog
disse:
Salve, mestre D'. Belo "traste" você nos mostra hoje. Nada como viajar no tempo. De carona na sua série, hoje publiquei um rádio toca-disco da década de 30. Um grande abraço!
Em 6/05/2006, às 17:18:29,
Celso Serqueira
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página pessoal
disse:
Mr D´, sua reputação está nas mãos do Bertoni! O que será que ele vai revelar???
Em 6/05/2006, às 17:51:23,
.Fabiano.
disse:
Gastei uns 2 minutos pra entender o que era isso, realmente, mas acho que agora foi.
Essa seria "do fundo do baú" é ótima.
Em 6/05/2006, às 18:29:46,
EDUARDO BERTONI
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fotolog
disse:
Depois de tantas emoções que as lembranças do velho ampliador trouxeram, a conquista do Dr.D' através do orégano ficou sem sentido e sem graça.
Não conheço o AG pessoalmente porém tenho certeza de já conhecer um bocado da sua alma e algo me diz que as lembranças de hoje foram demais para ele. Ou se esvaiu em lágrimas ou encheu a cara para se esvair em lágrimas depois. Certo ou errado?
Em 6/05/2006, às 19:26:17,
Nana
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fotolog
disse:
Eu sei. Tô aqui...
Acabamos de chegar da praia. E que praia!... Tô viva, tô inteira, tô feliz, tá?
Tô aqui...
Em 6/05/2006, às 19:28:18,
Nana
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fotolog
disse:
Olá Luiz, cheguei...
Em 7/05/2006, às 02:16:55,
Roberto Tumminelli
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página pessoal
disse:
Olá Luiz, cheguei...
Em 7/05/2006, às 22:05:18,
JBAN
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página pessoal
disse:
Olá Luiz, cheguei...
Em 18/05/2006, às 01:14:04,
VHS
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e-mail
disse:
JBAN, estudo cinema e estou precisando de uma super 8, vc não tem interesse em vender?