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Saudades do Rio - Luiz Darcy

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Categoria: Adulto
Postado por SAUDADES DO RIO em 19/05/2006 11:45

CONJUNTO HABITACIONAL DO PEDREGULHO - BENFICA
.
Foto do Conjunto Habitacional do Pedregulho, obra de Reidy, com o ginásio com painel de azulejos de Portinari.

A política nacional para a área de habitação teve início na década de 1940 e foi conduzida pelos Institutos de Aposentadoria e Previdência (os IAPs), nos quais foram transformadas, a partir de 1933, as antigas Caixas de Aposentadoria da República Velha.

Os IAPs foram responsáveis pelo maior programa de construção de moradias populares da primeira metade do século XX, destacando-se o IAPI (industriários), o IAPC (comerciários), marítimos (IAPM), IPASE (servidores do Estado) e IAPETEC (transportes e cargas).

Além disso, estes IAPs tinham seus próprios hospitais (os hoje conhecidos como da Lagoa, de Ipanema, do Andaraí, dos Servidores e de Bonsucesso.

Foram fundidos, pelo governo da Ditadura, em 1966, no INPS.

Quanto aos hospitais, tiveram sua derrocada final a partir de 1988 quando ali passaram a ser atendidos todos os cidadãos brasileiros, independente de contribuintes ou não para o sistema de Previdência Social (demagogia, má gerência e roubo não podem dar certo mesmo).

Recomendo uma ida a http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq000/esp318.asp onde há um texto e fotos muito interessantes sobre o Conjunto do Pedregulho.



Comentários (40):

Em 19/05/2006, às 11:50:03, Rafael Netto | fotolog disse:
Na miniatura eu pensei que fosse o Monte Líbano...

Interessante o último parágrafo. Não sabia (ou melhor, não tinha me tocado) que existe diferença entre "cidadãos brasileiros" e "contribuintes da Previdência". Tenho na cabeça que essa contribuição é obrigatória...

Então até 1988 essa seria a diferença entre os hospitais do antigo INAMPS e os hospitais verdadeiramente públicos como o Miguel Couto?
Em 19/05/2006, às 11:52:05, A Gerência disse:
FINALMENTE !!!

Que falta de compromisso !!

Compromisso, Foco e Seriedade !!

Esse é o nosso novo lema !

A Gerência
Em 19/05/2006, às 11:56:20, Luiz D´ | fotolog disse:
Exatamente, Rafael: somente os que contribuiam para o INPS, para fins de aposentadoria, podiam se consultar nos hospitais próprios.

Os demais, utilizavam os hospitais da rede municipal ou estadual, as Santas Casas e por aí vai.

O serviço, no INPS, era muito melhor e seus hospitais eram referência no Rio de Janeiro.
Em 19/05/2006, às 12:06:29, Ana Lucia | página pessoal disse:

Parabéns pelo post, comprovando que a beleza está em toda parte, nesta Cidade Maravilhosa!

Conheço a obra de Reidy no Parque Proletário da Penha, ou IAPI da Penha.

O DEC da Escola onde eu dava aulas, ficava no meio do conjunto. Ali funcionavam os cursos de atualização e aconteciam as reuniões.

O aspecto externo da escola municipal onde se situava o DEC tinha exatamente o mesmo aspecto que se vê na figura 04, na página do Arquitextos cujo link você forneceu acima.

Os projetos eram semelhantes, partindo de um mesmo plano básico, a partir do qual eram elaboradas as plantas levando em conta a topografia.

Sendo assim, o conjunto do IAPI da Penha é muito semelhante a esse de Benfica.

Esses IAPs tinham não só o próprio Hospital, mas também Igreja, Escolas, praças, formando uma verdadeira Vila, dentro do conceito estrito do termo.

Mas nem me lembre dessa apropriação que o governo fez, através da fusão dos Institutos que antes eram gerenciados e administrados pelos próprios órgãos representantes das classes de trabalhadores, tinham bens, rendiam, pagavam os benefícios em dia e, após a fusão, passaram a ser administrados somente pelo governo.
Nem preciso dizer o que aconteceu, você já disse uma parte, em seu texto e o resto está aí, para todos verem.

Minha avó recebia a pensão de meu avô, através do extinto IAPI. Era uma pensão digna, sem ser nenhuma fortuna.
No final da vida, recebia menos que um salário mínimo. Ele era industrial, proprietário de fábrica de vidro. Imaginem quanto o governo roubou dela?
Ela pediu atualização e correção e foi negado o pedido.

O governo não pode ver nada dando certo, sem colocar logo "seus grandes olhos sobre nós".

Inventa logo um modo de tomar para si e sumir com tudo.

Como no caso da PREVI, do Banco do Brasil e com outras organizações de classe.

O maior e pior sócio que podemos ter é o governo. Dá desfalque, lesa o sócio (nós) e alega falência (fraudulenta, lógico).

beijos
Em 19/05/2006, às 12:08:22, Nana | fotolog disse:
Não consigo entender porque as coisas, na administração pública, só mudam para pior! Fico impressionada com tanta incompetência...
Em 19/05/2006, às 12:10:07, Ana Lucia | página pessoal disse:
Em tempo:
DEC -Distrito de Educação e Cultura da SME (Secretaria Municipal de Educação). Coordena as Escolas Municipais, cada DEC agrupando uma ou mais Regiões Administrativas (depende do número de UEs e do total da clientela).


Em 19/05/2006, às 12:12:42, Ana Lucia | página pessoal disse:
Quem não tinha a cobertura de um órgão de classe, tinha que chamar a "Assistência" do SAMDU!

Essa lembrança estava no fundo do baú da minha memória centenária! Vixe!
Em 19/05/2006, às 12:24:27, Roberto Tumminelli | página pessoal disse:

Eu acho que tenho uma foto dai colorida. Será que esse mosaico (de gosto duvidoso) ainda existe?

:-))
Em 19/05/2006, às 12:24:34, derani | fotolog disse:
Puxa, parece que o Niemayer copiou um pouco da Pampulha daí!
Não dá nem pra pensar o que era e o que é hoje o sistema de saúde.
Chega a dar comichão..
Os IAPs sempre funcionaram muito bem, inclusive construindo moradias!
É isso mesmo!...construiam conjuntos de apartamentos para associados e vendiam à eles, descontando na fonte uma módica quantia por mês.
Dava pra ter tranquilamente onde morar...
A ditadura não só acabou com isso como "pilhou" todo o patrimônio..
Não acredito, nunca acreditei e nunca vou acreditar que a previdência dá prejuízo.
O problema é que desviam o dinheiro para outros fins, oficiais ou não.
Quando tem escândalo de desvio (e são muitos) , não se fala em menos de milhão.
Esse assunto me deixa doente (me leva pro IAPETEC!)..
Em 19/05/2006, às 12:30:04, AG disse:

Luizíssimo, o seu "ponto de convívio" por vezes me tonteia, sem abusar do gim.
Num curto espaço de tempo passamos do Hotel de France para a Rua Direita e agora para o Pedregulho em Benfica. Nem misturador de bolo Walita age com tantas voltas e revoltas.

Mas não pense que não percebo a causa; sou português mas meus atepassados próximos eram irlandeses -- que, cá para nós, não quer dizer muita coisa. Mas, o que eu queria dizer é que entendo essa necessidade de mudar de assunto, visto que a sua lista de visitantes é mais comprida do que a cauda do vestido de noiva da Cláudia Raya. Se deixar muito tempo com o mesmo "assunto em tela" nem Moisés daria conta para ter um "povo ordeiro e focado".
Parabéns, amigo, por esse flog campeão de audiência.

Antes de me despedir, quero lembrar um fato histórico dos Institutos de Previdência, infelizmente, mais uma vez, ligado à dupla Eurico Gaspar e Santinha que gorvenaram este país no descanso de 5 anos do caudilho Gegê em São Borja. Estou falando do grande golpe econômico contra a inflação que limpou os cofres dos Institutos de Aposentadoria e Pensões.
O velho Marechal não produziu dinheiro inflacionário mas, em compensação, deixou os comerciários, bancários, industriarios, marítimos etc limpinhos da silva em suas economias.
Enfim, esse país sempre teve seus "milagres" econômicos baseados naquela frase de mágico americano: "now you see; now you don't".
Quosque tandem, Catilina ?
Em 19/05/2006, às 12:33:03, Celso Serqueira | página pessoal disse:

Não esquecendo do IAPB (bancários), que fez um grande conjunto habitacional de amplas e boas casas à beira da então bucólica Praia das Pelônias, no bairo Jardim Duas Praias, na Ilha do Governador. Foi onde me criei (Bairro dos Bancários) e era um lugar bonito e agradável. Hoje, denominam o lugar de Parque Proletário dos Bancários; terminou ficando entre as favelas do morro do INPS, Pixunas e Teles de Menezes, cujos traficantes adoram trocar tiros por cima do bairro noturnamente. A praia, onde cações e arraias chegavam à beira d'água nos anos 1960, hoje só tem flutuando lixo e fezes.

O IAPB tinha muitos dentistas na Av Pesidente Vargas e consultórios de diversas especialidades médicas no Ed. Darke. Com o INSS, foi tudo pro ralo.

NANA, o que pertence ao governo, teoricamente, pertence a todo o povo; e como o que é de todo mundo termina não sendo de ninguém, quem está na administração investe ou gasta os recursos de forma bem menos proveitosa do que faz um empresário privado. Não há preparo técnico dos administradores, nem auditoria imparial e séria sobre os gastos; tampouco se cobra eficiência e resultados dos rsponsáveis. Como pode dar certo um sistema frouxo e leigo desses?!

LUIZ, parabéns por sair da obviedade da Zona Sul!
Em 19/05/2006, às 12:34:03, Ana Lucia | página pessoal disse:
(off-post e em off):

(O Dr.B´não pode ver aquela foto por estar fazendo dieta? Não são comestíveis.No problem.)

( ;) )
Em 19/05/2006, às 12:36:02, Nana | fotolog disse:
Você gosta delas, né!?...
Em 19/05/2006, às 12:37:22, Rafael Netto | fotolog disse:
Voltando ao foco (aliás, IAPs e hospitais também são foco hoje?) o Conjunto do Pedregulho não é um "favelão" hoje em dia?

Eu tinha vontade de conhecer esse lugar... antes da destruição.

Ana Lucia, os DECs seriam as atuais CREs?

Sobre os IAPs, tão louvados pelos comentaristas, é bom lembrar que eles foram criados no governo do ditador Getúlio, aquele do [censurado] da Glória. O homenzinho era mesmo um paradoxo...

Em 19/05/2006, às 13:18:53, Ana Lucia | página pessoal disse:
Rafael,

Os CREs são do Estado e os DECs são do Município. No mais, a atuação é a mesma.


Pois é, não se pode agradar a todos. No caso do Getúlio, seu governo favoreceu muito a classe trabalhadora, mas criou problemas para as indústrias, principalmente porque as industrias eram pequenas, administradas familiarmente. A obrigatoriedade de um valor mínimo para o salário e outras inovações trabalhistas trouxeram benefícios para o trabalhador, mas cavaram o solo abaixo de empresas, sem condições de atender legalmente os novos direitos de seus empregados. Isso também iniciou no Brasil, as primeiras vagas de desemprego.

Alguns diminuiram o numero de funcionários para poder cobrir a folha de pagamento.

Outros tentaram levar adiante, sem demissões e, acabaram por falir.

A guerra na qual ele quis entrar também ajudou a solapar as indústrias, pela dificuldade total de se importar matéria-prima de qualidade e à impossibilidade de exportar os produtos.


Quando se privilegia só um lado, se corrói o outro. O ideal seria equilibrar os pratos da balança.


Em 19/05/2006, às 13:24:57, EDUARDO BERTONI | fotolog disse:

Os IAPs eram os maiores cabides de emprego do país. Apesar de tudo funcionavam bem.
Foram aglutinados sob a sigla INPS e aí, além de continuar com os cabides, institucionalizou-se também a roubalheira desenfreada.
Os melhores hospitais do Brasil eram os hospitais dos IAPs no Rio de Janeiro.
IAPM, IAPB, IAPC,IAPI, IAPTEC etc, cada um tinha seu hospital próprio.

Rafael,
Por mais de uma vez eu disse que TODOS os governos, até mesmo o do Collor, fizeram algo de aproveitável. Acho que só o Dutra nada fez de útil.Pelo contrário.
Em 19/05/2006, às 13:30:52, Rafael Netto | fotolog disse:
Ana Lucia,

as Coordenadorias Regionais de Educação são órgãos da Secretaria Municipal de Educação...

http://www.rio.rj.gov.br/sme/estrutura/estrutura.htm

Nunca ouvi falar dos DECs.
Em 19/05/2006, às 13:57:46, Luiz D' | página pessoal disse:
Rafael,
é como a Ana Lucia falou acima: o DEC, Distrito de Educação e Cultura, coordenava as várias escolas de uma região administrativa.

Era subordinado, tempos atrás, à Divisão (ou Diretoria, não lembro) Geral de Educação e Cultura.
Em 19/05/2006, às 14:09:52, Ana Lucia | página pessoal disse:
Rafael,

Não esqueça que eu tenho 105 anos.
Até o ano de 1994, as escolas municipais eram agrupadas em 23 DECs, os CRES coordenavam as escolas Estaduais.

A partir desse ano (94) os CREs passaram a ser administrados pelo Município, agrupando em 10 CREs as escolas anteriormente coordenadas pelos DECs.

Mas nem sei como isso não gerou confusão, uma vez que os CREs do Estado continuam existindo.Em outros estados, inclusive.

Aqui é o Saudades do Rio, habitue-se a ouvir que, dentro do IAPI da Penha, localizava-se o 10ºDEC, um órgão que não existe mais.

A escola onde dei aula de Português era a Escola 10-11 Leonor Coelho Pereira. Nem sei como ficou a numeração agora.


Em 19/05/2006, às 14:37:24, Wagner Bahia disse:

E estes apartamentos do IAPI são muito bons e com uma boa área, se compararmos com as residências populares de hoje em dia.

Sempre que vejo um debate sobre administração pública brasileira, mas me convenço que deveríamos privatizar TUDO, se possível até a saúde.

Em 19/05/2006, às 14:50:47, Wagner Bahia disse:

corrigindo...

... MAIS me convenço e não MAS me convenço...

:o)
Em 19/05/2006, às 16:15:59, EDUARDO BERTONI | fotolog disse:

Luiz,

O Clube Monte Líbano é projeto do Reidy?
É a cara dele.
Em 19/05/2006, às 16:22:04, A Gerência | página pessoal disse:
Senhores !!

O foco aqui é o Conjunto Pedregulho em Benfica !!

Apenas para esclarecimento !!

Foco e Seriedade com Compromisso !! Nosso novo Lema !!

A Gerência
Em 19/05/2006, às 17:25:31, Tijucano Empedernido disse:
Amigo Luiz,

Já faz um bom tempo que o amigo não prestigia o nosso amado recanto da Tijuca. O que houve ? Não gosta mais dos tijucanos ?

Saudações Tijucanas

Em 19/05/2006, às 17:31:41, Tertuliano Delacroix | e-mail disse:
Gosto do moderno mas, honestamente, que coisa mais pavorosa este projeto do Reidy.
Aliás acho que este arquiteto é endeusado imerecidamente. Seus desenhos são infantis.
Francamente!
TD
Em 19/05/2006, às 17:40:08, Creusa disse:
O seu dotô luiz inxuto, aqui é eu a Creusa, diarista e mêcânica do seu jiban dos Zé pelinhos. Tudo bein aí seu dotô ??? Sabe seu dotô, a edileusa me falô que o sinhô tá di novo sem a internática ? Ihhhh tá azarado hein !!!
toda veiz essa tar de internética fica fora... parece inté a antena da tevê la do barraco ondemeperco e ondemeescondo. toda hora o Craudionor meu noive tein que subi no teiado e arrumá a maldita da antena. Inté bombriu a gente coloca, mas nun dianta nada. Eu quiria assim ser bein ricona, igual ao sinhô seu dotô pra tê TV di plásmica acabo... Ahhhhh que beleza..

Ihhhhh seu dotô seu jiban vorto da rua.... dexa euzinha ir simbora...

tchau seu dotô..
Em 19/05/2006, às 17:44:08, karen | página pessoal disse:
falando em favela.. Li em algum lugar que o RJ teria em torno de 513 favelas.. Coisa pouca!! rs

Fui..


Em 19/05/2006, às 17:46:07, karen disse:
Ana Lucia,

era professora de Português?

Agora esta explicado..
Em 19/05/2006, às 18:06:35, JBAN disse:
Do site do Ministério das Cidades:

"O número de favelas cresceu de 124 vilas no início dos anos 70, representando 11.14&25 da população, para 249 vilas e 33.66&25 da população, no início dos anos 90, ou seja, mais de 400 mil pessoas. A cidade irregular e informal cresceu a taxas de 9&25 ao ano, enquanto a outra Porto Alegre, legal e formal, dotada de infra-estrutura e serviços cresceu 1.9&25 ao ano".
Isso no inicio dos anos 90. Imaginem agora em 2006.

Esse negócio de falar mal dos outros sem olhar para o próprio rabo é muito interessante. Os paulistas acabaram de passar por esta experiência. Sempre esculhambaram o Rio de Janeiro e agora eles sentiram na carne.
Não falo isso com prazer, mas com tristeza e amargura. A verdade é que estamos todos, no Brasil inteiro, no mesmo barco. Se afundar, vai todo mundo para o fundo, ou os gaúchos realmente acreditam que são outro país ?
Politica excludente não resolve problema. Vide Estados Unidos e Europa.

fui.
Em 19/05/2006, às 18:08:17, JBAN disse:
Corrigindo

"O número de favelas cresceu de 124 vilas no início dos anos 70, representando 11.14 porcento da população, para 249 vilas e 33.66 porcento da população, no início dos anos 90, ou seja, mais de 400 mil pessoas. A cidade irregular e informal cresceu a taxas de 9 porcento ao ano, enquanto a outra Porto Alegre, legal e formal, dotada de infra-estrutura e serviços cresceu 1.9 porcento ao ano".

Em 19/05/2006, às 18:27:01, Ana Lucia | página pessoal disse:
JBAN,

clap, clap, clap!

Não tem jeito, já fomos a Capital Federal, hoje somos a Capital Cultural.
Vendemos notícia, mais do que outras cidades.
Os olhos de todos se voltam para o Centro Cultural do País.

Tudo o que acontece aqui é do conhecimento de todos.

O dado que você apontou passa despercebido, em razão disso.


Tudo bem, Creusa?
Quanto tempo!
Seu Jiban está pegando muito no seu pé? Dá Veedol pra ele!

: )))))




Karen,

Positivo e Operante!
Só mudo o tempo do verbo. Quem nasce professor, infelizmente, morre professor.
È uma questão de vocação, claro!
Não haveria de ser pelo salário...

Deixa-se de dar aulas, mas continua-se professor.

È mais que vocação, é "praga-de-família".

Por isso, e ter adquirido o título apenas nesta área, era, fui, sou e serei Professora de Português e Literatura.

:-)



Em 19/05/2006, às 19:09:03, JBAN | página pessoal disse:
E marca de Sorvete !!!

:-)))))))))

Sabores La Frusca:

Café de Café
Pistache Tijucano
Veedol
Hemo-Kola
Coca-Cola
Bem-te-vi

Em 19/05/2006, às 19:22:04, Cláudio Rangel | fotolog disse:
IAP
IAPB
IAPI
IAPC
IAPM
IPASE
IAPETEC
INPS
INSS
PREVI
DEC
CRE
SME
UE
SAMDU..

Só recaptulando. Perdi algum!?


Fico em Niterói.
É perigoso, "ma non troppo"! ;))))

Em 19/05/2006, às 19:26:06, Ana Lucia | página pessoal disse:
Tem também:
A griffe La Frusquier
e
A dançarina de tango: La Frusca!

: ))))))))))))))
Em 19/05/2006, às 19:31:35, JBAN disse:
Alguém lembra do grito de guerra dos "Impossíveis", desenho animado dos anos 60, da Hanna Barbera ?
IAPI ! IAPB ! IAPETEC !
Outro dia escutei e cai para trás !!!

O pessoal da dublagem fez uma tremenda blague !
Aliás, a dublagem dos desenhos e séries dos anos 60 usava um português bem cuidado, bem falado e correto. Impressionante !
Prestem atenção... Assistam o Nick at Night.
Em 19/05/2006, às 22:54:10, karen | página pessoal disse:
"Esse negócio de falar mal dos outros sem olhar para o próprio rabo é muito interessante".


JBAN, sem comentário! Como vc é uma pessoa simpática! Sabia q em Paris tb existe favelas?! Apenas postei uma informação, não estou faladno dos outros sem olhar o meu rabo... (aliás, quanta educação!)


Tenho de concordar com o Manolo.. o Rio é lindo apesar (de alguns) cariocas!


Em 20/05/2006, às 08:27:55, ROUEN disse:
Tenho a mesma dúvida que o Roberto Tumminelli. Como estará agora ? Passo sempre de longe. Nunca cheguei mais perto. Temos que investigar !!!
Em 20/05/2006, às 08:30:08, ROUEN disse:
Esqueci de dizer:
Que maravilha de trabalho do Reidy.
Parabéns Luiz D´ pela bela foto !
Em 18/10/2008, às 20:09:58, Marcos disse:
quem elogia muito o Pedregulho não deve saber o que é morar lá dentro.
É semelhante ou igual ao conjunto JK em Belo Horizonte, essa burrice do Oscar Niemayer. Foi uma época da arquitetura modernista, sem dúvida, mas, dicussoes academicas à parte, a gente sabe quem mora ou frequenta esses lugares. Não deu certo essas idéias, como tudo que é comunista.
Em 23/02/2009, às 09:47:40, Almeida disse:
O local é antro de vagabundos e traficantes, como a maioria dos lugares do Rio de Janeiro. O Governo militar unificou os institutos de previdência e os govêrnos pós 85 vão acabar com o restante. Presidentes mal qualificados são a delícia de banqueiros e especuladores, e a corrupção vai levar o Brasil à ruína. A oitava economia do mundo não poderia admitir tanta desigualdade e injustiça, mas com um povo ignorante e desnutrido, tudo é possível, até mesmo acreditar que é feliz...
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