Comentários (47):
Em 20/11/2006, às 08:09:05,
EDUARDO BERTONI
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fotolog
disse:
.
Não me lembro de ter visto esta excelente foto.
Que prédio bonito!
Já imaginou o custo de alfafa importada para 1.300 cavalos?
Em 20/11/2006, às 08:10:48,
Wilson
disse:
Genial! Entraram na era da eletricidade por causa de alfafa importada ser muito cara (nós importávamos alfafa!?).A evolução tecnológica não foi, então, o fator preponderante. Muito legal! Adoro bondes.
Em 20/11/2006, às 08:31:23,
Luiz D'
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página pessoal
disse:
A companhia Ferro Carril do Jardim Botânico, em 1900, tinha bondes que partiam de 5 em 5 minutos do Largo da Carioca para Copacabana, Gávea, Laranjeiras, passando pelo Catete, Flamengo, Rua Bento Lisboa, Praça Duque de Caxias, Praia de Botafogo, Rua Sergipe (Real Grandeza), Largo dos Leões e Jardim Botânico, segundo informava o Almanaque Histórico da Cidade do Rio de Janeiro.
Os bondes, que inicialmente eram pintados conforme o bairro a que serviam, foram em 1899 uniformemente pintados de verde, com as iniciais CFCJB nas longarinas do teto.
Em 1903, conta-nos W.C.Stiel, foi inaugurada a tração elétrica nas linhas do Leme e Ipanema.
Em 20/11/2006, às 08:51:00,
JBAN
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página pessoal
disse:
Imagino o investimento que foi eletrificar todas as linhas, além da instalação dos trilhos pela cidade inteira, mudanças e retificações de linhas. Podia-se sair de Ipanema e ir até a Penha de bonde. Era uma das, ou a mais extensa rede de bondes do mundo. Corrija-me o Almirante se eu estiver errado. Todo este investimento foi para o lixo !! Isso me revolta até hoje.
Para quem ainda não viu, vale a pena ver:
http://www.youtube.com/watch?v=XeoTQPThz80
http://www.youtube.com/watch?v=U4H_sXF6lp4
http://www.youtube.com/watch?v=aG3wcgeVy5Q
Não conhecia a foto. Para mim, inédita.
Era aí que os burricos Lulu e Dudu trabalhavam ?? Parece que Dudu comia alfafa demais...
Em 20/11/2006, às 08:51:38,
Nana
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fotolog
disse:
Que bela construção a sede da Companhia Ferro Carril. Sinto um certo fascínio por bondes e trens, acho que por ter convivido pouco com esses meios de transporte.
Atualmente, também não convivo com os metrôs, embora me encantem os transportes que serpenteiam pelos trilhos. Talvez Freud explique!
Em 20/11/2006, às 10:06:37,
Andre Decourt
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página pessoal
disse:
O mais impressionante é ver ao lado da estação o sobrado colonial baixo e acanhado, quase do mesmo jeito de séculos atrás onde o nome do largo surgiu.
Segundo Luiz Edmundo mesmo nessa época a atividade de açouque continuava no velho estabelescimento, só que sem o enorme machado em sua porta.
Quanto aos bondes é um absurdo o que se fez com toda um infra-estrutura que poderia ter sido modernizada e adaptada aos poucos, e que se estivesse aqio hoje daria uma outra cara ao transporte público em nossa cidade
Em 20/11/2006, às 10:11:36,
Wilson
disse:
Nana: incrível esse negócio de fascínio por bondes e trens. Acontece comigo também e eu fico me perguntando de onde vem isso. Já pensei até em construir um modelo de linha férrea em um cômodo da casa. Esta idéia me persegue desde a infância.
JBAN: ótimos os vídeos dos bondes naquele sitio americano. Ver fotos é uma coisa, agora, ver os bondes em movimento, a estação do Largo do Machado, o Tabuleiro da Baiana, Cinelência e 13 de Maio, com as pessoas andando na rua, descendo do bonde andando, etc, como eu fazia, é demais!
Aconselho a todos visitar.
Em 20/11/2006, às 10:34:57,
Luiz D'
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página pessoal
disse:
Sensacionais os vídeos sugeridos pelo JBAN.
Pelo menos alguma vantagem os mais velhos tivemos: andamos muito de bonde!
Em 20/11/2006, às 10:59:19,
Milu
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fotolog
disse:
Eu já vi estes vídeos muitas vezes só para ver o bondinho fazendo a volta na Praia Vermelha. Me dá uma saudade...
Luiz,
o fotolog do Rafael tem que estar na lista acima. As fotos de "antes e depois" dele são sempre sensacionais.
Em 20/11/2006, às 11:09:54,
Luiz D´
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fotolog
disse:
Bem lembrado, Milu.
Já corrigi.
Em 20/11/2006, às 11:38:15,
Celso Serqueira
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página pessoal
disse:
Luiz, maravilha de foto! Mas esse negócio de alfafa importada está me parecendo lenda.
A cidade possuía vários rócios (local onde os muares ficavam 'estacionados' e se alimentavam), os quais deram origem à maior parte das praças do Centro carioca.
A colheita e comercialização de feno e capim gordura nos rócios era uma das atividades econômicas mais intensas no século 19.
Não me parece provável que, com tamanha fartura de alimento no Rio, a Carril se submetesse às incertezas e altos preços da alfafa estrangeira chegada em navios. Tem algo estranho nesse texto dos Reis & Mendonça.
Em 20/11/2006, às 12:59:25,
Upanakashad
disse:
Errata (para Evelyn):Nos meus comentários recentes, onde se lê "Evelyn", leia-se "Ana Lucia".Peço humildes desculpas pelo erro de pessoa, e compreenderei perfeitamente se não as aceitar.Foi um lapso imperdoável de minha parte, para o qual não encontro justificativa.Sinto imensamente.
Dê-se ciência do fato a quem de direito.
Em 20/11/2006, às 13:00:38,
EDUARDO BERTONI
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fotolog
disse:
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Alguém se deu conta da quantidade de merda que 1.300 cavalos depositavam, por dia, nas ruas da cidade?
Em 20/11/2006, às 13:04:30,
RENATO
disse:
Boa tarde Senhores,
Ontem numa conversa após um almoço de confraternização, surgiu assunto sobre casas que se tornaram rede de lojas e que comercializavam vestimentas masculinas e como por encanto (traduza-se: crise econômica) sumiram na década de 80.
Abaixo segue algumas que me lembrei mas outras eu não me lembro, e fiquei de fazer este levantamento, peço a ajuda dos senhores pelas suas infindáveis memórias:
1- Casa Tavares (o endereço do cachorrinho).
2- Casa José Silva que virou Taco (outrora nome para a linha jovem).
3- Ducal (em São Paulo ainda existe esta rede)
4- Scotchman (ainda existe na Rio Bco e Rosário)
5- Impecável Maré Mansa (uma única loja na Uruguaiana)
6- A Insinuante (ainda existem lojas no Rio, Nit e São Gonçalo) virando loja popular
7- ?
6-
Em 20/11/2006, às 13:24:22,
Silvio
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e-mail
disse:
Boa tarde a todos.
Celso, convém lembrar que o setor primário no Brasil do séc. XVIII para o XIX era ainda incipiente.
Tínhamos basicamente a monocultura da cana-de-açúcar e creio que o café, culturas voltadas à exportação. Os demais gêneros, creio que importávamos todos, exceto o que era produzido para subsistência dos camponeses, por eles próprios.
Neste contexto, não é difícil imaginar que a alfafa para alimentação dos animais de tração da Companhia Ferro Carril do Jardim Botânico fosse importada.
Os rocios a que você se refere, deveriam servir para um rápido pastoreio no período de descanso dos animais, não tendo suporte para uma alimentação adequada aos mesmos. Ademais, a comercialização da matéria vegetal oriunda destes rocios deveria ser pulverizada entre vários consumidores, uma vez que a tração animal nesta época era largamente difundida.
Em 20/11/2006, às 13:35:48,
Silvio
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e-mail
disse:
Concordo com o André.
Foi lamentável a destruição da infraestrutura do transporte urbano baseado em bondes elétricos, não só no Rio de Janeiro, como também nas demais capitais das regiões Sul e Sudeste.
Dr. Luiz D'.
Quando reabrirá o outro Fotolog?
Um abraço,
Silvio.
Em 20/11/2006, às 13:51:11,
Luiz D'
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página pessoal
disse:
Silvio,
por algum motivo inexplicável não consigo mais fazer o "login" lá.
Temo que terei que tentar um novo "fotolog/net".
Vamos ver se algum especialista me diga como conseguir fazer o "login".
Em 20/11/2006, às 13:58:46,
Luiz D'
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página pessoal
disse:
Renato,
com lojas em Copacabana havia, entre outras, o Formosinho, o Príncipe (veste hoje o homem de amanhã), a Helio Barki, o Pavilhão...
Em 20/11/2006, às 14:21:26,
EDUARDO BERTONI
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fotolog
disse:
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A loja TACO é oriunda das Casas Tavares e não da José Silva.
Em 20/11/2006, às 14:23:03,
JBAN
disse:
A Jopar, originária da Casa José Silva, continua a funcionar..
A Impecável Maré Mansa (quem se lembra do programa "A turma da Maré Mansa), tem lojas em São Gonçalo e Alcântara.
Tinha a Colegial, a Esplanada (nome, endereço e mais nada !).
Apesar de não ser de moda masculina havia a inesquecível Khalil M.Gebara (ninguém, ninguém segura o Khalil !)
Casa Nelson (Centro e Copacabana) continuam funcionando.
Temper - outra que morreu.
Em 20/11/2006, às 14:23:38,
RENATO
disse:
Luiz D'
Grato,
Destas só me lembro da Helio Barki mas como loja de cama, mesa e banho.
As que me referí acima foram lojas tradicionais de vestuário masculino que tiveram seu auge entre 75/85 e que vieram a falir ou mudar de nome e clientela, tem outras famosas mas não me lembro. As redes de roupas deu uma quebrada naquelas lojas (que eram bem caras por sinal mas mantinham a qualidade).
Em 20/11/2006, às 14:27:40,
JBAN
disse:
Dr. D´,
Me coloco à disposição para ajuda-lo a resolver o problema do seu fotolog.
mande identificador e senha por email e eu vejo o que posso fazer.
Em 20/11/2006, às 14:55:19,
Serviço de Suporte dos Fotologs
disse:
Prezado Sr. LuizD,
Fomos contactados pelo Sr. JBAN, a respeito de um problema no fotolog.com.
Informamos que o problema técnico reportado já foi resolvido. Estamos à disposição caso haja alguma outra solicitação.
Ass.
Serviço de Suporte dos Fotologs
Em 20/11/2006, às 14:56:36,
Robereto Tumminelli
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página pessoal
disse:
Havia uma Tamakavi (lei-se Grupo Silvio Santos), na Av Copa entre as ruas Djalma Ulrich e Miguel Lemos. Ao lado dela havia a joalheria Masson.
Gaio Marti eram 5 só em Copa.
Bem pertinho uma Óticas Brasil.
Foi tudo pro saco.
Em 20/11/2006, às 15:33:06,
RENATO
disse:
Roberto Tumminelli,
Gaio Marti tb me lembro só de nome:
Mas no final dos anos 70 início dos anos 80 eram três lojas masculinas mais conhecidas: Casa José Silva, Casa Tavares, e uma outra que não me lembro desde ontem.
Mas será fácil, basta ir ao museu do telefone e consultar uma lista telefônica dos anos 70/80. A Tavares era a mais cara das lojas, mas em todas elas tinha o incoveniente das roupas durarem muito o que acabavam por enjoar. Eu mesmo comprei um casaco de frio do Pierre Cardin em 1985 na Tavares e o tenho até hoje (um pouco justo mas ainda serve!, 21 anos de bom serviços enquanto outros contemporâneas já foram pro vinagre na terceira ou quarta lavagem).
Em 20/11/2006, às 15:57:09,
JBAN
disse:
Renato,
Mal posso esperar a hora de ir ao Museu do Telefone, consultar a lista dos anos 70/80...
Francamente...
Em 20/11/2006, às 17:42:32,
Nana
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fotolog
disse:
Luiz, os mais velhos tiveram toda a vantagem do mundo! Inclusive e principalmente, envelhecer. Será que teremos as mesmas chances? E com a mesma qualidade? O "pulo do gato" é viver sem lamentos, se é que isso é um lamento...
Em 20/11/2006, às 17:48:07,
Celso Serqueira
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página pessoal
disse:
Sílvio, você tem razão ao lembrar que o setor primário no Brasil no final do séc. 18 era incipiente.
E acrescento que, além do café e da cana citados, o Rio era grande produtor e exportador de arroz e anil. Tá certo.
Mas acontece que o assunto de hoje aborda outra época, 100 anos mais tarde: a Carril trocou os burros pela eletricidade no final do séc. 19 (1892), quando era farta a produção de forragem para os muares. Capim nunca foi coisa que faltasse em qualquer terra carioca.
Colher fardos de mato para vender nos rócios foi o que manteve ativos economicamente os milhares de escravos lançados de sopetão à própria sorte pela Lei Áurea e seus descendentes.
Eles embrenhavam-se pelas encostas para colher enormes quantidades de capim que levavam até os rócios e trocavam, quase sempre, por um punhado de rango, fumo ou cachaça.
Então, continuo estranhando o requinte da alfafa importada; a menos que a tenham usado para alimentar o General Souza Aguiar...
Abração!
Em 20/11/2006, às 17:50:58,
JBAN
disse:
O burrico DUDU, de linhagem francesa, só comia alfafa importada do Vale do Loire. Burrico de sangue azul é outra coisa.
O burrico LULU, com pedigree inglês, também ia pelo mesmo caminho.
Parece que eram as melhores raças para puxar bonde.
Em 20/11/2006, às 17:58:27,
Celso Serqueira
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página pessoal
disse:
Agora ficou claro. O JBAN tem sempre razão!
Em 20/11/2006, às 18:10:18,
EDUARDO BERTONI
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fotolog
disse:
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Celso,
Não encha a bola deste débil mental!
Em 20/11/2006, às 18:21:47,
Celso Serqueira
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página pessoal
disse:
"...deste"? É autocrítica???!
Em 20/11/2006, às 18:28:38,
Observador Anônimo
disse:
A troca de gentilezas entre o casal é digna de nota.
Em 20/11/2006, às 18:33:08,
JBAN
disse:
Celso,
Nosso Bertoni é um personagem impar... Boquirroto no Flogs alheios e sério e compenetrado no próprio espaço. É o que diz o ditado: Palavrão no Fotolog dos outros é refresco...
Francamente...
Em 20/11/2006, às 20:07:55,
Silvio
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e-mail
disse:
Celso.
Desculpe a confusão.
Queria dizer do séc. XIX para o XX.
Com relação a dieta para os animais de tração, não podemos comparar capim gordura com feno de alfafa.
Animais de trabalho devem estar bem nutridos. Se você optasse por manter uma dieta exclusivamente à base das gramíneas disponíveis no rocio, certamente o período de repouso dos animais entre as jornadas de trabalho aumentaria consideravelmente. Com isto você precisaria aumentar em muito o efetivo, passando de 1.300 animais para mais de 13.000, por exemplo.
Creio não ter entendido sua definição para a palavra "rócio". Imaginei que você estava se referindo a "rocio", que conforme o Houaiss significa "roça ('plantação') abandonada e utilizada para capinzal".
Nesta acepção fica díficil imaginar que alguém levaria capim cortado para tal local. É mais plausível que se extraia a referida forragem do lugar em questão.
Desconhecia que o corte de capim gordura para troca por gêneros de primeira necessidade...
Em 20/11/2006, às 20:17:03,
Silvio
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e-mail
disse:
...fosse atividade importante desenvolvida pelos ex-escravos à época, porém, isto demonstra que era realmente uma atividade pulverizada, tanto por parte de quem o extraia quanto de quem o consumia.
Um abraço,
Silvio.
Em 20/11/2006, às 20:51:35,
Waldenir
disse:
Luiz, Evelyn, pessoal,boa noite.
Passando no bar no final do feriado.Afinal,os bondes passaram a ser elétricos "apenas" porque a alfafa importada era cara?:)
Em todos os outros países que adotaram este meio de transporte houve a necessária evolução da tração animal para a elétrica.O ruim foi não terem se adaptado aos novos tempos.
Em 20/11/2006, às 21:47:55,
Malú Auler
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fotolog
disse:
Emocionante!
Em 20/11/2006, às 22:00:57,
FlavioM
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página pessoal
disse:
Voltando para fora do foco:
- A Esplanada ainda passou um tempo sendo Newsplan.
- A Ducal tinha o terno com 1 paletó e 2 calças. E um outdoor enorme onde hoje é o Rio Sul.
- O principal concorrente da Gaio Marti era a Casas Mar e Terra.
- Mais algumas: 5a Avenida, Adonis, Figurinha e Figurinha Jr, Adamo (ainda existe?), Torre Eifel (tinha roupa masculina?), Camisaria Progresso (não deixe para amanhã o que pode fazer hoje), Sapasso, Polar (DNB), Casa Cadete (ainda existe?),...
Em 20/11/2006, às 23:26:05,
FlavioM
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página pessoal
disse:
Agora no foco: a linha de Barra de Guaratiba ainda usou a tração animal por muitos anos. Meu pai diz que ainda se lembra de ver os bondes de burro por lá (só não sei em que ano, mas ele nasceu em 1925).
Em 21/11/2006, às 00:06:26,
Rafael Netto
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fotolog
disse:
Depois de todas as pesquisas que andamos fazendo nos fotologs há algum tempo, ainda não consegui determinar se essa entrada da garagem de bondes ficaria ao lado do atual Ed. São Luiz, ou dentro do terreno do prédio. Pela questão fundiária do local eu votaria na primeira hipótese (a área da garagem de bondes continuou pertencendo ao Estado, e essa lateral do prédio ficou bloqueada por vários anos até a rua de serviço ser aberta), mas pelas fotos publicadas pelo Decourt na época, parece que a segunda opção seria razoável.
Em 21/11/2006, às 00:57:46,
Evelyn
disse:
Bertoni
Casa Nelson, no centro acabou há bastante tempo, hoje é depósito das Lojas Americanas(Uruguaiana com Ouvidor, e antes foi Casa Corrente(armarinho)
Casa Nelson, em Copacabana, não fechou?
Em 21/11/2006, às 01:04:17,
Evelyn
disse:
OBSERVAÇÃO
O comentário acima não é para o Bertoni, é para JBAN.
Em 21/11/2006, às 01:28:43,
Celso Serqueira
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página pessoal
disse:
WALDENIR,
A cara alfafa importada é inocente; entre os bondes puxados por animais e os elétricos, houve os movidos a vapor, lançados em 1862.
Provavelmente, ferviam água Perrier nas caldeiras, o que inviabilizou financeiramente a empreitada.
;)))
Em 21/11/2006, às 01:39:22,
Celso Serqueira
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página pessoal
disse:
Sílvio, os "rócios" ou "rossios" eram áreas circulares, situadas na periferia das cidades (até que a expansão urbana os tragasse) e que serviam de pátio para intenso comércio popular e de descanso para os quadrúpedes, que lá eram alimentados com suculenta forragem colhida nas redondezas.
Embora vários locais do Rio tenham servido de rossio (p. ex., Largo de São Francisco, Campo de São Cristóvão) apenas dois ficaram assim caracterizados na história carioca: o Rossio Pequeno ou da Cidade Nova (atual Praça Onze) e o Rossio Grande, na Praça Tiradentes.
Não por acaso, os primeiros ônibus do Rio, tipo londrino, de dois andares, com tração animal, em 1837, partiam (para Botafogo) de um local desses, o Rossio Grande. Também as gôndolas (ônibus menores, correspondentes às vans atuais), em 1846, saíam do Rossio Pequeno (para o largo do Moura). Idem os primeiros bondes, em 1859, ligando o Rossio à Tijuca.
O "rocio" do Houaiss é outro - dicionário não entende de história. Abraço
Em 21/11/2006, às 08:29:26,
Silvio
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e-mail
disse:
Celso.
Obrigado pela atenção e esclarecimento.
Um abraço,
Silvio.
Em 7/12/2006, às 01:26:24,
neuza
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e-mail
disse:
Como e onde posso encontrar fotos dos modelos ou manequins que posaram para a Ducal? Revistas, Out-door, talvez na tv.?
Por favor, me ajudem nesta busca.
Grata,
Neuza.