Comentários (3):
Em 5/11/2009, às 10:41:40,
João Gomes de Sá
disse:
Caravaneiros! Poetas cordelistas!
Assino embaixo, em cima, assino em todos os impressos imagináveis e inimagináveis, todos artigos, revistas e documentos que confirmam a habilidade,capacidade, produtividade e criativiade do nosso poeta maior LEANDRO GOMES DE BARROS!
Este mês é dedicado a este grande cordelista! Novembro é o mês da Literatura de Cordel.
Dia 19/11/09. às 19h00, no auditório
da APEOESP - Praça da República/Centro.
Palestra com ilustres pesquisadores, estudiosos, professores e folcloristas privilegiando a poesia cordeliana de Leandro Gomes de Barros!
Aguardem a programação completa!
Fui!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Em 5/11/2009, às 11:35:30,
ARIEVALDO VIANA
disse:
O saudoso pesquisador Sebastião Nunes Batista, em sua "Bibliografia prévia de Leandro Gomes de Barros" assegura que o Cancão de Fogo era, de certo modo, um folheto autobiográfico. Leandro misturou fragmentos de sua própria história com a ficção. Eis uma pista...
Cancão era um apelido
Que os irmãos lhe puseram
Pelas travessuras dele
Esse apelido lhe deram
Por ele nunca querer
O que os parentes quiseram.
Ele era um branco moreno
De olhos agateados
O rosto largo e pequeno
Os cabelos estirados
Não eram pretos nem louros
Eram quase acastanhados.
No quengo é que não se pode
Dar dele uma descrição
Só posso classificá-lo
Como grande aberração
Um caso extraordinário
Enfeites da criação...
Em 6/11/2009, às 21:36:02,
Zeca Pereira
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disse:
Mas isso é verdade, o personagem é fruto do próprio autor.
Não há como se falar em cancão de fogo sem falar em Leandro, diferente de outros personagens que se fala no personagem e se esquece do autor.