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Michelle Cunha

Postado por Michelle Cunha em 30/03/2006 14:23

Livro de Artista
os livros de artista são uma especie de livros-objeto que não possuem a mesma função e vão além do conceito livro para se assumirem como objetos de arte. São objetos produzidos por artistas, são unicos e possibilitam a aproximação real, tatil e visual com a produção do artista.

Quem estiver interessado em saber mais sobre esse genero artistico ou até mesmo participar de um projeto de criação de livros de artistas é só visitar o o endereço abaixo e deixar um comentario. Lá tem informações de como participar e fotos de Livros de artistas de Brasília.
www.livrodeartista.blogspot.com

www.livrodeartista.zip.net



Comentários (5):

Em 2/04/2006, às 19:47:21, Luiza Flores | e-mail disse:
Apropriação


Outros Nomes

Simulacionismo

Definição

O termo é empregado pela história e pela crítica de arte para indicar a incorporação de objetos extra-artísticos, e algumas vezes de outras obras, nos trabalhos de arte. O procedimento remete às colagens cubistas e às construções de Pablo Picasso (1881-1973) e Georges Braque (1882-1963), realizadas a partir de 1912. Nesse momento do cubismo sintético, elementos heterogêneos - recortes de jornais, pedaços madeira, cartas de baralho, caracteres tipográficos, entre outros - são agregados à superfície das telas. As apropriações, na base das colagens, representam um ponto de inflexão na arte do século XX, na medida em que libertam o artista do jugo da superfície. A partir desse momento, a técnica vai ser largamente empregada em diferentes escolas e movimentos artísticos, com sentidos muito variados. Picasso vai encontrar no novo recurso um instrumento de experimentação inigualável, que tem o seu início com Copo e garrafa de Suze (1912).

Apropriações são realizadas por Marcel Duchamp (1887-1968) em seus ready-mades, construídos a partir da utilização inusitada de elementos da vida cotidiana. Com esse procedimento, Duchamp transforma qualquer objeto escolhido ao acaso em obra de arte, em uma crítica radical ao sistema da arte, em consonância com o espírito do dadaísmo. Objetos utilitários sem nenhum valor estético em si são retirados de seus contextos originais e elevados à condição de obra de arte ao ganharem uma assinatura e um espaço de exposições, museu ou galeria. Por exemplo, a roda de bicicleta que encaixada num banco vira (1913), ou um mictório que invertido se apresenta como Fonte (1917), ou ainda os bigodes colocados sobre a Gioconda [Mona Lisa] (1503/1506) de Leonardo da Vinci (1452-1519) que fazem dela um ready-made retificado, o L.H.O.O.Q. (1919) - lidas em francês estas letras formam a frase "Elle lâche au cul". Os trabalhos de Kurt Schwitters (1887-1948) fornecem outro exemplo
Em 4/04/2006, às 17:55:54, Katherine | e-mail disse:
Michelle
Estão lindos os teus trabalhos. Quanto a proposta do Livro dos Artistas deixo um comentário do Fernando Pessoa que ilustra bem o que acho dessa forma de arte. Um grande beijo e Boa Sorte!

"Todo este universo é um livro em que cada um de nós é uma frase. Nenhum de nós, por si mesmo, faz mais que um pequeno sentido, ou uma parte de sentido; só no conjunto do que se diz se percebe o que cada um verdadeiramente quer dizer - Fernando Pessoa
Em 5/04/2006, às 11:17:08, Bicarato | página pessoal | e-mail disse:
Oi, Michelle. Estou apenas retribuindo sua visita ao meu Alfarrábio, mas adorei as fotos. Volte sempre, e vamos nos falando.
Ósculos&Amplexos :-)
Em 12/08/2009, às 20:32:14, Lenisa Hortencio | e-mail disse:
Sou paulista e estou pesquisando para meu TCC em Educação Artísica.
O assunto: Os livros de/do artista.
Fuçando, encontrei seu blog e gostaria de saber se você ou alguém aí de Brasilia, conhece bibliografia sobre o tema?
Antecipadamente agradeço...
Em 24/09/2009, às 10:44:57, Débora disse:
legal
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