Comentários (6):
Em 30/04/2005, às 18:17:27,
millinha_martins
disse:
ah miga que lindooooo!!!! saiba que eu t amo mtaum tbm neh?!!!!
eu naum faço tanta merda assim... hahauhauahauhau!!!!
bjinhux e qualquer dia eutbm vo posta no teu flog...
vc tbm sempre me escuta, me atura miga... vc eh 1000....
=)
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___0000____ Mila
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Em 30/04/2005, às 18:25:38,
gui
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página pessoal
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e-mail
disse:
ta legal mais se tivesse uma fopto sua taria 1000 vezes melhor!! heheh
Em 30/04/2005, às 18:28:23,
Lika
disse:
fala ai muleeee!! Pow to com saudade! To some poxa!!!
E ai, eh noix hj na expo??? Tempo ruim demais!!! =/
te amu mtão!
ps.: essa foto eh minhaaaaaa!!! num vale!
:)
Partiuuuu!!!!
Em 30/04/2005, às 19:02:43,
KaguraZero
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página pessoal
disse:
aiiii q linda a fotu!! nosa!!
amei!!!
bjos!
Em 1/05/2005, às 16:43:55,
rafaelbazano
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e-mail
disse:
e aew??poxa ai.......a gente nem se encontrou ontem, q pena, pra gente tomar nossos goró da vida ai, mas po, vamos marcar isso e vc jah resolveu seus rolos??..........uhauahuahhau, =P..........bjao pra vc, vc eh mt phoda!!!
PARTIU.
Em 12/02/2006, às 23:37:20,
BRANCO PAULISTA
disse:
INCLUSÃO
Por Clarissa Thomé
O estudante Luiz Carlos Simões Ribeiro Júnior, de 17 anos, ficou em 175° no vestibular de Direito, que tinha 312 vagas. Ele queria ingressar na Universidade Estadual de Rio de Janeiro (Uerj), que oferece desde 2003 o sistema de cotas, em que 20&25 das vagas são para negros, outras 20&25 para alunos vindos da escola pública e 5&25 para índios e deficientes. Foi a primeira instituição do País a reservar vagas para um determinado grupo.
Luíz Carlos diz que se sentiu frustrado. “A sensação é a pior possível. Eu me esforcei, mas foi em vão. Estou de volta ao cursinho, vendo as mesmas matérias novamente, pagando mensalidade de R$ 500.” A Acessoria de Imprensa da Uerj informou que a instituição não divulga mais a nota dos cotistas para evitar polêmica (Leia-se: Escondem esta ultrajante sujeira debaixo do tapete). A nota mais baixa dos aprovados não-cotistas foi 69,75.
Thaís Araújo Medeiros, de 18 anos, ficou a apenas 75 décimos da nota mínima. “Sinto-me lesada”, disse. “Fiquei chateada porque a Uerj é considerada a melhor faculdade de Direito do Rio”, completou Fernanda Souto Carvalho, de 18 anos, também reprovada. Elas decidiram cursar a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde não há cotas.
Já Patrícia Correia Antunes de Paiva, de 20 anos, conseguiu vaga apenas em instituição particular. Paga R$ 1.800 de mensalidade na Faculdade Souza Marques. “Eu acho essa cota um absurdo. Tentei para odontologia na Uerj e estava bem colocada. E o pior é que dificilmente quem tirou uma nota baixa no vestibular vai conseguir concluir o curso”, acredita (Com toda a razão, não é por que o ZOG decidiu ignorar o direito de nós Brancos que um negro ou mestiço microcefálico que é aceito na universidade sem mérito algum irá repentinamente se tornar inteligente o suficiente para cumprir o currículo de um curso de alto nível).
O problema pode surgir em qualquer esquema de cotas que preveja reserva de vagas. Em São Paulo, universidades cri