Comentários (14):
Em 4/11/2009, às 11:10:04,
valeria
|
fotolog
disse:
Olhando discretamente o movimento lá dentro.
Lembro do Andre Decourt comentar que as primeiras árvores plantadas eram pau brasil, depois substituídas por oitis.
Outro dia, passando por ali, lembrei que estava entre árvores quase centenárias e ninguém se dá conta
Não sou Alcyone, (que hoje ainda não apareceu), mas que os postes são uma obra de arte à parte, isso são
Em 4/11/2009, às 11:22:02,
Lavra
disse:
Encontrei uma referência a essa firma, como uma importante firma alemã, que realizou negócios no Brasil no final do século 19 e início do século 20, com uma referência ao ano de 1930, como data limite de sua atuação no pais.
Em 4/11/2009, às 11:26:08,
Andre Decourt
|
página pessoal
disse:
As árvores trocadas por oitis, foram os jambeiros, plantados nas calçadas. Os Pau Brasil, plantados no canteiro central ficaram lá, enormes, até a remoção deste na Adm .Dotsworth.
Esse prédio foi um dos demolidos para a abertura da pres. Vargas, nos seus fundos ficava o Largo da Candelária e a Rua da Quitanda.
Em 4/11/2009, às 11:36:50,
Ricardo
|
fotolog
disse:
Nós também agradecemos ao Silva essa bela imagem. Provavelmente feita por Ferrez, que fez um contrato com a prefeitura do Rio para fotografar o Bota-abaixo e o resultado. Pode setr também do produzidas por João Martins Torres, pouco conhecido da história da fotografia no Rio de Janeiro.Torres documentou cada etapa das obras de construção da Avenida Central e diversas solenidades realizadas entre 1904 e 1905 (início oficial das obras, inauguração do traçado, inauguração da avenida, etc). A presença dessas fotografias no arquivo do engenheiro Paulo de Frontin, hoje preservado por seus descendentes.
Em 4/11/2009, às 13:07:18,
Jaime Moraes
disse:
No onicio dos anos 80, próximo a Barreira do Vasco, ainda exitia uma empresa com o nome de Hasenclever ( seria a mesma ?). Cheguei a ir até lá a procura de alguma máquina, salvo engano, uma furadeira de coluna.
Em 4/11/2009, às 13:09:26,
Menezes
disse:
Mas...afinal de contas que tipo de produto esta firma importava e exportava?
Em 4/11/2009, às 13:22:24,
Andre Decourt
|
página pessoal
disse:
Ela ficava em diagonal frontal com a Hern Stoldz, que vendia verramentas e implementos, portando acho que o Jaime está correto sobre o ramo de atividade dela.
A avenida foi bem setorizada quando da sua construção.
Em 4/11/2009, às 13:22:53,
Alcyone
disse:
Há certas fotos, que tenho vontade de entrar nelas e tomar parte naquilo que ali está sendo retratado. Depois de uma manhã extenuante, presa no trânsito por mais de 40 minutos, um calor de Saara,sem poder abrir os vidros com medo de assalto, entrar nessa foto era tudo o que queria. A beleza arquitetônica do prédio, a tranquilidade dos poucos pedestres e ainda tendo os maravilhosos postes para admirar,estaria no paraíso.
Passearia de mãos dadas com o menininho.
Em 4/11/2009, às 13:38:23,
Luiz D´
|
página pessoal
disse:
Batendo na tecla de sempre: por que não se preservou uma parte do Centro histórico do Rio como tantas cidades européias fizeram?
Em 4/11/2009, às 15:40:15,
BELLETTI
disse:
Alcyone,
Não entendi bem:umcalor de Saara ou na Saara?
Em 4/11/2009, às 15:43:09,
Zé Carioca
disse:
Existe Centro Historico do Rio em outras cidades europeias?
Em 4/11/2009, às 16:23:47,
Gustavo Lemos
disse:
Luiz, nossas administrações passadas não se preocuparam em fazer obras de infra-estrutura, para permitir a expansão da cidade. O resultado é que as pessoas demoliam casas e prédios baixos, para construir outros maiores no mesmo local, aproveitando a infra-estrutura existente. Isso é verticalização, que se justifica em Nova Iorque, Hong Kong e Cingapura, que não possuem terrenos para a cidade expandir-se, mas é um crime na nossa cidade. Se essas obras tivessem sido feitas, nosso patrimônio teria sido preservado.
Em 4/11/2009, às 16:32:01,
Alcyone
disse:
Belletti, um calor do deserto do Saara, ao meio dia, para ser mais enfática.
Em 4/11/2009, às 17:54:30,
NALU
disse:
Faço coro sobre os postes. Tanto o de estilo "candelabro", quanto a obra de arte em primeiro plano são lindos!
De fato aquilo que está ali plantado não parece ser pau-brasil. Há alguns plantados na Rua das Laranjeiras, em seu início, mas devem sucumbir logo, torturados por camelôs, correntes de ciclistas, pregos para pendurar sabe-se lá o quê, sobrevivendo numa terra pobre e imunda, são heróis, como os pés de café que nascem num canteirinho lateral da Igreja N.S.da Glória, que florescem e frutificam, coitadinhos, apesar da poluição da Rua das Laranjeiras.