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Categoria: Adulto
Postado por Derani em 31/10/2007 10:38

Rio - Rua do Resende - 1906
Nesta foto de Malta vemos a Rua do Resende em tempos mais civilizados.

Nota-se curiosamente os prédios verdadeiramente amalgamados, encostados aos Arcos da Carioca.

Invejamos a tranquilidade, facilidade de locomoção e oferta de bons transporte públicos que os indivíduos da foto puderam desfrutar.

Devido à pouca população, muitos habitavam o Centro ou locais próximos o que facilitava muito as coisas.

Os que viviam mais distante podiam utilizar um razoável sistema de trens e bondes.

Exatamente como acontece na Europa até hoje.

Guardadas as devidas proporções havia, nestes idos, uma preocupação das autoridades com a infra-estrutura urbana e o bem-estar dos cidadãos.

Foto do Museu Histórico Nacional.



Comentários (11):

Em 31/10/2007, às 12:09:29, Marcelo Almirante disse:
Sem dúvida. O DF em 1906 contava com cerca de 300 km de linhas de bonde, para uma população que nem alcançava o primeiro milhão de habitantes.
Em 31/10/2007, às 13:06:39, Giramundo | fotolog disse:
Não canso de curtir essas fotos do Rio antigo.
Em 31/10/2007, às 13:32:20, Roberto Tumminelli disse:

Rua do Resende? Não estou me localizando. Essa não é a Mem de Sá?

Bela casa colonial!

:-))
Em 31/10/2007, às 13:38:45, Luiz D' | página pessoal disse:

Rua do Resende, sim. Começa nos Arcos.
Em 31/10/2007, às 14:31:57, Nana | fotolog disse:
Muito interessante a foto.
Além da beleza dos arcos,
podemos admirar o bondinho de Sta Tereza, lá em cima
e o bonde do centro da cidade, aqui no solo.
Em 31/10/2007, às 15:48:23, MENDES | fotolog disse:
toda vêz que vejo os Arcos da Lapa lembro-me de um amigo q atravessou o mesmo de fusca por causa de uma aposta!Depois foi se explicar para a policia...
Em 31/10/2007, às 17:26:37, LUIZ A. S. SILVEIRA* | fotolog disse:
.

O Maurício de Souza criou um personagem ao qual deu o nome de "Tarugo" se é que eu me lembro bem. O orifício em que a cabeça deveria estar foi transformado na admissão do radiador tal como nos automóveis de corrida dos anos 60 que depois evoluiram para os fórmulas, a cabeça era posta para fora em uma cabine de automóvel de corrida que se localizava no tôpo do casco. O personagem também usava capacete e óculos como os automobilistas anteriores aos anos 60. Quando eu ouço falar da tartaruga de periscópio, curiosamente, é essa a imagem que me vem a mente.
Em 31/10/2007, às 18:17:45, JBAN disse:

Essa aí é a Rua dos Arcos que emendava com a Rua do Rezende, quando cruza a Rua do lavradio...


Em 31/10/2007, às 18:31:02, AG disse:

E lá em cima, vai o bondinho de Santa Teresa.
O formato, hoje, continua quase o mesmo.
O que mudou é o descaso com que o poder público o trata.
Ainda que sua imagem esteja em milhares de camisetas, bonés, postais, miniaturas naïfe, chaveirinhos, quadros de restaurantes, azulejos de boteco, anúncios, comerciais de televisão, a realidade do próprio dá pena.
Mal conservados, mal pilotados, mal distribuidos, os bondinhos de Santa Teresa, como diz o poeta, "sonham em morte a sua vida".

Se querem um exemplo da hipocrisia que norteia a política administrativa dos símbolos da nossa cidade, o bondinho de Santa Teresa está aí; até quando não se sabe.
Em 31/10/2007, às 21:15:58, André Costa | página pessoal disse:
Parece a musiquinha:
... são 2 pra lá, ... 2 pra cá ( e só )
André Costa - Só Rio
Em 1/11/2007, às 09:09:20, MENDES | fotolog disse:
já não se pode falar do mesmo descaso em Lisboa...
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