Comentários (11):
Em 4/08/2008, às 12:17:35,
Rouen
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fotolog
disse:
É assim que a banda toca ?
Em 4/08/2008, às 12:50:02,
Tumminelli
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fotolog
disse:
90% deles de chapéu!
Lembrei-me do grupo de chorinho das Laranjeiras, na Rua Gal. Glicério. Fui lá uma vez, e confesso que a contra gosto. Mas gostei. Música gostosa, clima bem gostoso, tudo tranquilissimo. Nem parece Rio.
:-)
Em 4/08/2008, às 13:52:04,
Luiz D´
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página pessoal
disse:
Desnecessário dizer que o Derani é um destacado tocador de chorinhos.
Em 4/08/2008, às 14:18:23,
Derani
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fotolog
disse:
"Fui" Dr D´, fui...
Lamento ter que dizer esse verbo no passado... uma das poucas coisas que me arrependo muitíssimo de não ter dado prosseguimento.
Em 4/08/2008, às 16:04:51,
Pixinguinha
disse:
Onde foi tirada esta foto?
Em 4/08/2008, às 16:57:24,
Millu
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página pessoal
disse:
E o som devia ser da melhor qualidade.
Em 4/08/2008, às 17:49:48,
JBAN
disse:
Quase todos de chapéu de palhinha...
Em 4/08/2008, às 20:06:58,
Mauro_AZ
disse:
Essa foto e' absolutamente emocionante.
Em 4/08/2008, às 21:07:21,
Fábio André
disse:
O cara de branco na extrema esquerda...Será que deixou descendentes?
Em 4/08/2008, às 23:49:26,
Beatrice Portinari
disse:
Sinhô,
Ah, Sinhô! Que bom encontrá-lo por aqui, pranteio apenas o tocador de chorinho, Derani do Bandolim, não ter dedicado essa postagem em homenagem a mim. É Sinhô, por aqui as coisas pouco mudaram. Gosto que me enrosco de ouvir dizer...
Pixinguinha,
Meu amor, tem dó. Ciúmes de Sinhô? Nada disso. Você já foi homenageado nesse espaço e eu também já lhe reverenciei. Hoje é dia do "alto, feio, magro e desdentado". Lamento!
Em 5/08/2008, às 00:06:07,
Manuel Bandeira
disse:
(...) "A capelinha branca era muito exígua para conter todos quantos queriam bem ao Sinhô, tudo gente simples, malandros, soldados, marinheiros, donas de rendez-vous baratos, meretrizes, chauffeurs, macumbeiros (lá estava o velho Oxunã da Praça Onze, um preto de dois metros de altura com uma belida num olho), todos os sambistas de fama, os pretinhos dos choros dos botequins das ruas Júlio do Carmo e Benedito Hipólito, mulheres dos morros, baianas de tabuleiro, vendedores de modinhas... Essa gente não se veste toda de preto. O gosto pela cor persiste deliciosamente mesmo na hora do enterro. Há prostitutazinhas em tecido opala vermelho. Aquele preto, famanaz do pinho, traja uma fatiota clara absolutamente incrível. As flores estão num botequim em frente, prolongamento da câmara-ardente. Bebe-se desbragadamente. Um vaivém incessante da capela para o botequim. Os amigos repetem piadas do morto, assobiam ou cantarolam os sambas (Tu te lembra daquele choro?)." (...)