DEUS É AMOR, NÓS SOMOS O "SEU AMORZINHO"
O meu avô, José Schardosim, criou esse flog como presente para mim...
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ANO PAULINO
Hoje, 29/06/2008, o Papa Bento XVI inaugurou o ANO PAULINO. Um ano inteiro para homenagearmos São Paulo, que de tenaz perseguidor dos cristãos se tornou o maior dos santos e grande evangelizador da Igreja.
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Nunca esqueçam que "Deus é Amor, nós somos o "Seu Amorzinho".
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Categoria: Família

Postado por Scheila em 22/11/2009 13:30
Semeando Rosas Colhendo Amor - Quarta Parte: "Colhendo Amor" - Capitulo 208
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O meu amor é assim: “Amor Maduro”.
O amor maduro não é menor em intensidade. Ele é apenas quase silencioso. Não é menor em extensão. É mais definido, colorido e poetizado.
Não carece de demonstrações: presenteia com a verdade do sentimento. Não precisa de presenças exigidas: amplia-se com as ausências significantes.
O amor maduro somente aceita viver os problemas da felicidade. Problemas da felicidade são formas trabalhosas de construir o bem e o prazer.
Problemas da infelicidade não interessam ao amor maduro.
O amor maduro cresce na verdade e se esconde a cada auto-ilusão. Basta-se com o todo do pouco. Não precisa nem quer nada do muito.
Está relacionado com a vida e a sua incompletude, por isso é pleno em cada ninharia por ele transformada em paraíso. É feito de compreensão, música e mistério. É a forma sublime de ser adulto e a forma adulta de ser sublime e criança. O amor maduro não disputa, não cobra, pouco pergunta, menos quer saber.
Teme, sim. Porém, não faz do temor, argumento. Basta-se com a própria existência. Alimenta-se do instante presente valorizado e importante porque redentor de todos os equívocos do passado.
O amor maduro é a regeneração de cada erro. Ele é filho da capacidade de crer e continuar, é o sentimento que se manteve mais forte depois de todas as ameaças, guerras ou inundações existenciais com epidemias de ciúme.
O amor maduro é a valorização do melhor do outro e a relação com a parte salva de cada pessoa. Ele vive do que não morreu mesmo tendo ficado para depois.
Vive do que fermentou criando dimensões novas para sentimentos antigos, jardins abandonados cheios de sementes. Ele não pede, tem. Não reivindica, consegue. Não persegue, recebe.
Não exige, dá. Não pergunta, adivinha. Existe, para fazer feliz. Só teme o que cansa, machuca ou desgasta. ( Autor Artur da Távola )
É tão maluco o meu amor por ti
Que está meu corpo já um campo minado
Tão diferente estou do que vivi
Em outros tempos, lá num frio passado
A minha cama é terra de desejo
Onde tu plantas sempre mais e mais
Em cada poro guardo um longo beijo
E a cada beijo deixas mais sinais
Quando te vejo assim alucinado
Só vem-me a gana do que me aprouver
E quero por-te em febre e desvairado
(Silvia Schmidt)
Moralidade dos atos humanos
A liberdade faz do homem um sujeito moral. Quando atua de maneira deliberada, o homem é responsável pelos seu atos. Os atos humanos, ou seja, os atos livremente realizados após um juízo de consciência, são moralmente bons ou maus.
A bondade ou maldade dos atos humanos depende de: 1º o objeto escolhido, 2º a intenção ou fim que se busca e 3º as circunstâncias da ação.
A pessoa humana se ordena à bem-aventurança por meio de seus atos deliberados; as paixões ou sentimentos que experimenta podem dispor ou contribuir a isso, mas em si mesmas as paixões não são nem boas nem más; só recebem qualificativo moral na medida em que depende da razão e da vontade.
O que são os atos humanos?
Os atos humanos são os atos livres do homem.
Como se qualificam moralmente os atos livres do homem?
Os atos livres do homem podem ser atos moralmente bons ou maus, mas nunca indiferentes.
De que depende a bondade ou maldade de um ato humano?
A bondade ou maldade de um ato humano depende do objeto eleito, da intenção ou fim que se busca e das circunstâncias da ação.
O que requer para que um ato seja moralmente bom?
Para que um ato seja moralmente bom requer-se por sua vez que seja bom no objeto, no fim e nas circunstâncias.
Um fim bom justificaria o uso de alguns meios maus?
Nunca, um fim bom jamais justificaria o uso de meios maus, porque o ato seria sempre mau; por conseguinte, não está permitido fazer um mal para obter um bem.
Somente a inteligência e a vontade intervêm nos atos humanos deliberados?
Não, as paixões também intervêm, que são os impulsos da sensibilidade, e segundo dependam ou não da razão e da vontade, há nas paixões bem ou mau moral.
Comentários (2):
Em 22/11/2009, às 17:07:31,
Bandidas Moto Clube
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fotolog
disse:
Um dia após o outro não
é uma simples rotina e sim mais
uma oportunidade que Deus
nos dá para tentar conseguir
hoje o que não nos foi
permitido realizar ontem.
Muita luz!!!
Bom começo de semana
Grande beijo.
Em 23/11/2009, às 16:54:29,
Baby Sú
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fotolog
disse:
Amiga:
------\\;“-------------------“;;);/
------/------------------------\\;“
-----/------.;.-------.;.--------\\ A amizade é uma grande
----|------;;o;;----;;o;;------| conquista, e mesmo que
---- ;----- ““-“`----`“-““----- / estejamos perto ou longe
----/\\-----------._. ---------/ presente ou não, a simples
---;;;;;;_-----,_Y_,---- _.“ manifestação de carinho
--/;;;;;;;\\-`---.___.--- “;. e atenção mesmo que
-/|;;;;;;;;;.__.;;;.-------\\\\ seja através dos recadinhos
; -\\ ;;;;;;;;;;;;;;;;;;\\------;\\__--.;. simples, são especiais,
|-----“;;;;;;;;;;=;;;;“-------|-__;;;;/ e trazem grandes
|-------`““`- .------._-----/;/;;\\;;/ alegrias e ânimo
;------------/;;;;;;;-;/;;;;;;;/--|;/ em nosso dia.
\_,\\----------|;;;;;;;;;;;;;;;;;;|-| Amigos são joias raras.
Deus te Abençoe sempre!
Obrigado, Senhor, por essa amiga que deste!
Peço-vos que a abençoe, a guarde e proteja
Encha o seu coração de amor e caridade e que, para sempre, ela seja
muito feliz e amada de verdade...
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