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Categoria: Adulto
Postado por Conde di Lido em 25/06/2009 07:58

UM PEQUENO FUSÍVEL, UM GRANDE ERRO!
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Um Airbus 340-600 ainda na fábrica, novo, estava com 9 técnicos da companhia aérea que havia comprado o avião a bordo, e foi para a área de run-up, onde são realizados testes de motores. Nenhum funcionário da Airbus, fabricante da aeronave, estava a bordo.

O avião estava vazio (sem peso), na área de run-up, sem ter colocado calços na aeronave, apenas aplicado os freios. A equipe de bordo atacou full power nos 4 motores.

Como o "take-off warning" começou a alarmar ("buzinar"), avisando que o avião não estava configurado para decolagem (flaps, slats, etc.).
Um dos funcionários desligou o sinal de "ground sense" (uma lógica de sensores que informa, para os computadores, que a aeronave está no chão) para o alarme de "take-off" parar de soar.

De fato, o alarme parou de tocar. Ocorre que ao desligar o sinal, puxando o "circuit breaker" (fusível), os computadores (sempre os computadores da Airbus...) entenderam que o avião estava voando.

Sendo assim, os computadores desativaram todos os freios (lógica da programação do computador de bordo que evita o avião de pousar com freios aplicados).
O avião saiu com com tudo, e não deu tempo dos funcionários tomarem qualquer iniciativa de reduzir os motores (ou desligá-los), reativar o CB (fusível) de "ground sense" ou aplicar freios, que também não iriam segurar o avião nessas condições. A colisão com o obstáculo foi inevitável.

Percebam o que o desligamento "impensado" de um simples fusível num AIRBUS pode ocasionar.

OBSERVANDO ESSE INCIDENTE PODE-SE TECER UMA SIMILARIDADE COM O QUE DEVE TER ACONTECIDO NO CASO DO AIRBUS DA TAM EM CONGONHAS (MAIOR ACIDENTE AÉREO DO BRASIL) OU SEJA, O COMANDANTE TEM QUE PILOTAR DE OLHO NO COMPUTADOR E TENTAR NÃO DEIXAR O MESMO ASSUMIR O COMANDO EM MOMENTOS DECISIVOS.



Comentários (16):

Em 25/06/2009, às 08:17:08, Luiz D´ | página pessoal disse:

O Globo de hoje, na página 14, dá as conclusões sobre a investigação do acidente da TAM.

Culpa do piloto!
Em 25/06/2009, às 08:36:22, JBAN disse:

Mortos não falam...

A Airbus está com urucubaca ? Não creio...

Há algo de podre no Reino da Dinamarca.

Será que os computadores de bordo rodam Windows ?

Em 25/06/2009, às 09:38:40, Rafael Netto | fotolog disse:
E o Conde segue firme na campanha de difamação da Airbus.

O texto deixa bem claro que o FUNCIONÁRIO DESLIGOU O FUSÍVEL. Essa é uma prática altamente irregular. Ele deliberadamente tentou burlar os equipamentos de segurança da aeronave.

Não culpem os pobres computadores. Eles são feitos para garantir a segurança do avião quando está operando de forma correta. Não foram projetados para lidar com a burrice humana.
Em 25/06/2009, às 10:20:14, Pgomes disse:

Foi a burrice humana que os criaram.
Computadores são burros, fazem aquilo que mandam fazer, eles só enxergam 1 e 0, se faltar um sobra o zero. Depender só da "vontade" cibernética é perigoso; tanto para os burros, quanto para os inteligentes.
Em 25/06/2009, às 10:34:46, Conde di Lido | fotolog disse:
.
Não estou, de jeito algum, fazendo campanha de difamação da Airbus, mesmo porque nada ganho com isso.

Apenas repasso o que recebo de amigos aviadores ( reais) que me mandam dos seus forums que, compreensivelmente, estão agitadíssimos, colocando para fora tudo o que já aconteceu.

É EVIDENTE que houve falha humana no caso relatado. O que acontece é que milhares de testes assim são efetuados nas áreas de run up das fabricas sem o resultado acima.

O que se questiona é o fato de um deslize humano ( o ser humano não é infalível) levar a uma posição na qual os computadores tomam conta da situação e façam o programado, mesmo errado para o caso, não dando tempo para que o falível ser humano repare o seu erro.

Isto aconteceu com o TAM e certamente com o AF447. A máquina não perdoou o erro do piloto e só nestes dois casos foram embora 427 vidas.

Quem nunca errou nas nossas vidas profissionais?
Em 25/06/2009, às 10:58:47, Derani | fotolog disse:

1- O ladino Conde di Lido comprou milhões de dolares em ações da Boeing na NYSE.

2- Ao mesmo tempo abriu um ferro-velho em Levalois-Perret com capacidade para receber centenas de Airbus desativados.

3- Colocou uma nota no Le Figaro e The Guardian dizendo que os programas de computador dos Airbus são todos piratas, jura ter visto técnicos comprando-os no Ed. Av Central.

E ainda diz que não tem interesse nisso?

Hom´essa!
Em 25/06/2009, às 11:12:19, Pilot disse:
Nesse caso relatado pelo Conde foi falha de projeto, não imaginaram essa situação (o que eu acho bem difícil) ou quem sabe os técnicos esqueceram de desligar os computadores ou talvez há um modo "manutenção" ou "teste"

Claro que existem "erros" dos computadores como li na revista VEJA em que os reversos de um avião foram acionados em pleno voo causando sua queda. Devido a uma turbulência o computador "achou" que o avião havia pousado. Nova programação e foi posto sensores no trem de pouso, o reverso só poderia ser acionado se as duas rodas estivessem em contato com o solo. Devido a um vento lateral apenas uma roda tocou o solo, a outra 9 segundos depois, foi o bastante para impedir que o piloto acionasse o reverso manualmente, isto causou algumas mortes.

As máquinas precisam ser aperfeiçoadas tendo em vista a miríades de situações que podem ocorrer, mas repito, os computadores diminuíram em muito os acidentes em relação a época em que tudo passava pelo piloto.
Em 25/06/2009, às 11:50:11, Corregedor disse:

Além de tudo que o Derani afirmou, resta-nos a suspeita de algo ter sido feito ao JBAN. Este assunto é privativo do VOANDO PARA O RIO.

Em 25/06/2009, às 12:00:45, JBAN disse:

O meu tema é "Voando para o Rio". O tema aqui é "Caindo pelo Mundo". São coisas diferentes.

A tradução de Airbus é Ônibus Aéreo... Vocês queriam o que ?


Em 25/06/2009, às 14:40:14, Conde di Lido | fotolog disse:
.
É claro que os computadores facilitaram a nossa vida em todas as áreas.
Sem eles a aviação seria muito mais insegura.
Apenas acho que eles (os computadores) deveriam permitir que o piloto tivesse tempo de reparar seus possíveis erros. Uma questão de programação.
Em 25/06/2009, às 14:53:48, BELLETTI disse:
Conde,
Tem um Airbus por aí que a galera com pouco mais de cuca gostaria de ver com o fusível queimado (humor negro)Fácil de descobrir. Em tempo: não vamos ficar preocupado com as colocações do Derani.É que nos ultimos dias ele está tão inspirado em termos de ironia que não será surpresa a emissão de um texto elogiando o senado.
Em 25/06/2009, às 16:57:13, Pilot disse:
Não há tempo.

No caso de congonhas mesmo que o piloto conseguisse frear um dos motores estava "full"

A mesma situação aconteceu com o mesmo modelo de avião na Ásia. Felizmente havia área de escape, o que Congonhas não tem.

Nesse caso faltou treinamento ao piloto, O defeito poderia muito bem ser provocado no simulador de voo.Veja que não é puramente uma questão de tempo.
Em 25/06/2009, às 16:59:03, Paulo Z disse:
Cher amies, parece que a AIRBUS planejou suas aeronaves para uma lógica muito peculiar nos seus computadores.

Será que todos estão marchando errado e só os computadores da AIRBUS estão no passo certo?


Em 25/06/2009, às 17:28:15, Baiano disse:

Não fui eu.
Em 27/06/2009, às 06:22:30, Aviador disse:
Qual o avião que ia aguentar o Conde?
Em 7/07/2009, às 11:04:13, silton disse:
Isso tem um nome técnico "ARREGASSO"
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