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Postado por Patrícia em 20/06/2005 08:22

"há dias que os dias passam devagar"...



Comentários (10):

Em 20/06/2005, às 08:41:54, kah | página pessoal disse:
olá...
qto tempo ein hehehe
poiseh meu cabelo n eh lisinho nao... mas tb n eh crespo uhauhauhauhauh
bjaum aiii
Em 20/06/2005, às 14:59:33, Jana disse:
oie lindinha....saudade das festas....
beijos
Em 20/06/2005, às 16:47:28, Lucas_b disse:
Transparente??!! huahauaha bjos
Em 20/06/2005, às 20:48:08, karava disse:
dai amiguinha !só na ala vip na festa da veneza tais xique heim!bjuxxxxxxx te adoro
Em 22/06/2005, às 12:59:29, Marianee disse:
oieee lindonaaa...
tava devendo uma passadinha por aki nhe? sabe essa correriaa eh ruimm....

beijosss
Em 23/06/2005, às 11:52:47, Bruninha.. disse:
te adoro, primaxxx huhuuhu..
Em 1/07/2005, às 02:14:20, Marianeee disse:
ke footo mais bravaa essa!! hehhe
bjusss

ahh detalhe olha a hr e eu aki trabalhando aindaaaa afffff
Em 22/07/2005, às 11:38:42, LUIZ ALBERTO MACHADO | página pessoal | e-mail disse:
Sempre encantadoramente lindo este seu espaço, amiga, beijãozão e voltarei sempre.
Em 22/07/2005, às 11:38:56, LUIZ ALBERTO MACHADO | página pessoal | e-mail disse:
Sempre encantadoramente lindo este seu espaço, amiga, beijãozão e voltarei sempre.
Em 6/08/2005, às 09:45:16, kiko | fotolog disse:
Era uma vez um velho homem que vendia balões num parque.
Evidentemente, o homem era um bom vendedor, pois deixou um balão
vermelho soltar-se e elevar-se nos ares, atraindo, desse modo, uma
multidãode jovens compradores de balões.
Havia ali perto um menino negro.
Estava observando o vendedor e, é claro apreciando os balões.
Depois de ter soltado o balão vermelho, o homem soltou um azul, depois um amarelo e finalmente um branco.
Todos foram subindo até sumirem de vista.
O menino, de olhar atento, seguia a cada um.
Ficava imaginando mil coisas...
Uma coisa o aborrecia, o homem não soltava o balão preto.
Então aproximou-se do vendedor e lhe perguntou:
- Moço, se o senhor soltasse o balão preto, ele subiria tanto quanto os outros?
O vendedor de balões sorriu compreensivamente para o menino, arrebentou a linha que prendia o balão preto e enquanto ele se elevava nos ares disse:
- Não é a cor, filho, é o que está dentro dele que o faz subir.

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