Ponto de Cultura Espelho da Comunidade

Postado por TV OVO em 29/10/2006 11:38
TV OVO e Ponto de Cultura fazem avaliação das ações desenvolvidas durante o ano
Durante todo dia do sábado, 21 de outubro, a equipe da Oficina de Vídeo – TV OVO esteve reunida realizando uma atividade de avaliação e integração do Ponto de Cultura Espelho da Comunidade, numa chácara na localidade de Val Feltrina. A atividade contou com a participação de 20 pessoas, entre equipe, agentes cultura viva, instrutores, monitores e parceiros do projeto.
Na ocasião, sete entidades parceiras estiveram representadas na avaliação: Escola e Centro Social Marista Santa Marta, Centro Ecumênico Nova Belém, Sociedade Amigos da Vila Nonoai, Cooperativa dos Estudantes de Santa Maria – Cesma, Cineclube Lanterninha Aurélio e Movimento de Luta pela Moradia.
A avaliação foi realizada de forma a analisar cada ação específica, como as oficinas, a produção, a exibição, o cineclube itinerante, o programa TV OVO no Ônibus, a biblioteca do audiovisual e os núcleos de vídeo comunitário, do trabalho desenvolvido durante este ano pelo Ponto. Ainda foram avaliadas, a proposta pedagógica utilizada e a relação com as diversas entidades e instituições de ensino, com o poder público e com a sociedade.
Apesar de o grupo ser ainda de número inferior ao esperado, o interesse e a participação ativa de todos os presentes reafirma a credibilidade no projeto e o real envolvimento na sua condução, o que representou mais um grande avanço na realização da gestão compartilhada do Ponto de Cultura Espelho da Comunidade.
A atividade de avaliação foi uma continuação de outra realizada há quatro meses quando foi discutida a participação, a TV OVO e o Ponto de Cultura. A próxima atividade, que pretende trabalhar mais com proposições para a continuidade do Ponto de Cultura, já foi agendada para o dia 08 e 09 de dezembro.
De acordo com a avaliação da agente cultura viva, Daiane Marafiga Almeida, a realização das oficinas “é uma boa oportunidade de ensinar uma profissão, retirando muitas vezes os jovens da rua”. Segundo outro agente, Harry José do Porto Neto, quanto à Produção, disse: “Aprendi muito e notei que, além de divertido, é fácil fazer algo de que gostamos.” Já em relação aos Núcleos de Vídeo Comunitário, Cristiano Schumacker, representante do Movimento Nacional de Luta pela Moraria, disse que agora “tem muita gente gravando na comunidade, tendo contato com o equipamento. O Núcleo produz como ferramenta de conscientização e luta, mas ainda precisamos organizar melhor o registro das manifestações da comunidade”.
Texto: Silvia Eggers
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