Comentários (6):
Em 9/11/2009, às 07:54:54,
Lavra
disse:
Posso estar me tornando um preservacionista obsessivo, mas preferia a construção anterior. Claro que isso não desmerece a foto sobre os trabalhadores, que é muito boa.
Em 9/11/2009, às 08:03:14,
Alcyone
disse:
A foto é excelente Ricardo e esta serie está muito boa. Quando se olha a foto rapidamente, tem-se a impressão que o trabalhador está apoiado no que restou do antigo prédio.
Tenha um bom dia!
Em 9/11/2009, às 09:14:03,
Nana
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fotolog
disse:
A série é ótima!
Uma viagem, através de diversas atividades, inerente ao desenvolvimento de um povo. Muitas dessas stribuições nem existem mais, como chapeleiro, leiteiro e tantas outras. A série é muito legal!
Em 9/11/2009, às 10:21:37,
Roberta
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fotolog
disse:
Bom diaaaaaaaaa!!!!!!!!
Passando rapidinho pra deixar um beijinho e desejar uma linda semana!
Em 9/11/2009, às 12:21:37,
Liége
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página pessoal
disse:
Oi Ricardo,
Amei a foto anterior também, "o coletivo ambulante"...rs.
Esta série, hoje com os operários da construção civil, numa foto que revela muito da formação profissional de nosso povo, é mais uma que nos permite reconstruir em nossa mente, a evolução de nossa história, do povo, dos costumes, das atividades (muito já em extinção). Aqui, encontramos, sempre, um revival cultural muito interessante!
Uma ótima semana, abraço, Liége.
Em 9/11/2009, às 17:20:12,
jotatonho
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fotolog
disse:
Passando para uma visitinha e, como minha amiga Dora Simão, deixando uma piadinha para descontrair:
Julgamento da velhinha
Juiz:
Quantos anos a Sra tem?
Velhinha:
-Tenho 82 anos.
Juiz:
-Pode nos contar com suas palavras tudo o que aconteceu
No dia 1º de Abril do ano passado?
Velhinha:
-Bom seu Juiz, eu estava sentada no alpendre da minha varanda,
Num fim de tarde suave de verão, quando um jovem se sentou a
Meu lado.
Juiz:
-A senhora o conhecia?
Velhinha:
-Não, mas ele foi muito simpático.
Juiz:
-Que aconteceu depois?
Velhinha:
-Depois de um pouco de conversa, ele começou a me acariciar as coxas.
Juiz:
-E a senhora tentou impedi-lo?
Velhinha:
-Não! Era tão agradável, depois que meu Alfredo faleceu, há trinta anos,
Ninguém tinha feito isso.
Juiz:
-O que aconteceu depois?
Velhinha:
_ Acho que como não impedi, ele começou a acariciar meus seios...
Juiz:
-E a senhora o deteve?
Velhinha:
Claro que não!
Juiz:
-Porque não?
Velhinha:
-Porque, Meritissimo, ele me fez sentir viva, exitada, não me sentia
Assim “arretada” há trinta anos.
Juiz:
-Que aconteceu depois?
Velhinha:
-Ora Sr. Dr. Juiz, o que faria uma mulher verdadeira, ardendo em chamas,
Já de noitinha, diante de um jovem ávido de amor?
Estávamos sós, então abrindo as pernas suavemente disse-lhe: “Me possua!!”
Juiz:
-E ele a possuiu?
Velhinha:
-Não! Ele gritou:
“PRIMEIRO DE ABRIL”
Foi então que dei um tiro no filho da puta!!