Comentários (9):
Em 28/04/2009, às 09:30:27,
NALU
disse:
Que tristeza...
Em 28/04/2009, às 11:31:20,
Derani
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fotolog
disse:
Por isso é que os paulistas se perdem aqui e sempre vão parar dentro de alguma favela.
Em 28/04/2009, às 12:11:48,
Candeias
disse:
Nossos mapas são mesmo de lascar e paulista parar em favela é pinto perto do que contarei a seguir.
Há uns 20 anos o Figueiredo, jogador do Flamengo, querendo passar o Carnaval em Salvador, fretou um pequeno avião em parceria com o irmão do jogador Bebeto. O tempo estava péssimo, o avião bateu nas montanhas perto de Friburgo e morreram todos. Depois descobriu-se que o mapa usado pelo piloto, editado no Brasil, era baseado em um mapa americano e que houve um erro ao se converter a altitude de pés para metros. O pior é que ficou por isso mesmo.
Em 29/04/2009, às 00:37:49,
JBAN
disse:
Inacreditável e assustador. Até o estádio do Fundão está no mapa.
Em 2/05/2009, às 10:51:44,
www.fotolog.terra.com.br/jcct6
disse:
Olá Amigo RAFAEL NETTO, interessantes detalhes do mapa da Ilha do Fundão.
Grato pela sua visita.
Abraços e um ótimo final de semana.
Até.
Em 8/05/2009, às 11:30:18,
augustr
disse:
dahora o mapa,
Em 8/05/2009, às 21:23:20,
Domitila Madureira
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página pessoal
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e-mail
disse:
Olá Rafael, o post de Rouen sobre o Grande Hotel Internacional (mora no condomínio que foi construídos sobre seus alicerces, atualmente rua Almirante Alexandrino, 3780) me interessa por motivos acadêmicos. Já enviei e-msg para ele mas não tive resposta. Se puder nos colocar em contato, muito agradeço pois entendi que ele tem mais informações sobre tal hotel e eu estou produzindo texto sobre a região para graduação acadêmica na UFRJ. Desde já agradeço, e sou,
Cordialmente,
Domitila Madureira
21 2557 0933 / 21 8103 1233
Em 9/05/2009, às 21:48:50,
Augusto
disse:
A verdade é que esses guias são editados por empresas paulistas, que têm um cuidado extremo com os guias daquela cidade estranha e são desleixados com os daqui.
Em 20/11/2009, às 20:59:05,
GERALDO FRANCO
disse:
Olá. Esse Asilo dos Inválidos existiu na chamada Ilha ao lado da igreja que ainda lá existe e próximo à COPPEAD, que fica logo adiante da Reitoria. Meu tio foi médico militar e em certa ocasião me contou que uma de suas missões como primeiro tenente logo que entrou para o EB foi de atender a alguns pacientes ainda vivos e moradores do local. Para isso pegava um barquinho na ponta do Cajú e em menos de quinze minutos estava no local, onde havia um pequeno cais, do qual creio ainda existirem dele alguns pedaços... Dizia meu tio que nas ocasiões que lá esteve o tal barquinho à motor, em geral enfrentava alguma correnteza e vento, apesar de estarem bem longe dos canais principais da baía da Guanabara. Isso deve ter se passado nos anos da década de 1920, princípios de 1930, aproximadamente.