Comentários (11):
Em 3/06/2009, às 10:00:39,
Rouxinol do Rinaré
disse:
EIS AÍ UM TIME DE POETAS E EDITORES: em pé na fileira de trás-Jeová Franklin, Arievaldo, Ivanildo Vilanova, Honório, Jô Oliveira. EM PÉ NA FRETE-Esposa de Gustavo Luz, Ana Ferraz (editora Coqueiro), Gustavo Luz (Queima-Bucha), Antonio Francisco e Rouxinol do Rinaré. AGACHADOS- Varneci Nascimento (Luzeiro), Klévisson Viana (Tupynanquim)e Marco Haurélio (Nova Alexandria).
Em 3/06/2009, às 10:06:49,
ARIEVALDO VIANA
disse:
O nome da esposa de GUSTAVO é ANGÉLICA, mesmo nome da princesa do romance ROLDÃO NO LEÃO DE OURO.
Em 3/06/2009, às 11:04:19,
rinaré
disse:
obrigado poeta... ME DESCULPE ANGÉLICA, NUNCA MAIS ESQUEÇO!
Em 3/06/2009, às 12:25:17,
Marco Haurélio
disse:
Fico feliz de ter reencontrado bons amigos e ter feitos novos - bons - amigos.
A ausência mais sentida foi a do acadêmico Rex, barrado no aeroporto, pois não havia tomado a vacina anti-rábica.
Em 3/06/2009, às 16:42:17,
ATANAGILDO FERRAZ
disse:
Rex vestiu o fardão
Virou astro de cinema
Reescreveu o poema
"Eu não sou cachorro não"
Remusicou a canção
Já toca em tudo que é zona
Quando canta, se empavona
Diz: - Sou rei da putaria
REX FOI PRA ACADEMIA
PORQUE USA REXONA!
Em 3/06/2009, às 16:56:45,
Zeca Pereira
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e-mail
disse:
Eis aí os guerreiros na capital do país em prol da literatura de cordel.
Fico feliz em ver esse grupo unido nessa luta que é do interesse de todos nós.
Parabéns.
Em 4/06/2009, às 22:10:45,
Varneci Nascimento
disse:
Rouxinol do Rinaré
É um grande menestrel
Um poeta gigantesco
A nossa arte fiel
Que tem divulgado e feito
Um primoroso cordel.
Em 5/06/2009, às 13:33:57,
Marco Haurélio
disse:
Como diz frei Varneci,
Com inteligência rara,
Rouxinol do Rinaré
Aos grandes já se compara.
E, mesmo não sendo Lula,
Ele também é O CARA!
Em 5/06/2009, às 14:04:58,
RINARÉ
disse:
Meu amigo Marco Haurélio
Eu fiquei foi "enfezado"
Com esse seu elogio
Eu fui desprestigiado
Deixe isso pro LULA-LÁ
Pois aqui no Ceará
Ser O CARA é ser veado!
Em 11/06/2009, às 20:34:33,
Pedro Monteiro
disse:
Amigos Marco Haurélio e Rouxinol do Rinaré, não por corporativismo, mas sim, em defesa do animal deixo-lhes os versos a seguir:
Em defesa do Veado
Peço licença a vocês
Para entrar nessa história,
Pois lá no meu Piauí,
Se não me falha a memória
O veado é um animal,
Que luta pela vitória.
A onça impiedosa
Um felino caçador.
Em busca de alimento
Age sem nenhum pudor
Perseguindo mata adentro
O bichinho pulador.
E para não virar presa
Ele luta bravamente,
Usa de velocidade
Pula de jeito clemente,
Não que eu seja da raça,
Pois é bicho, não é gente.
Abraços queridos poetas.
Em 3/07/2009, às 14:25:50,
José Augusto A. da Silva
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e-mail
disse:
Antônio Francisco, amigo novo que é na verdade amigo antigo, é uma satisfação do tamanho de sua poesia vê-lo no meio dessa ruma de poetas representando a poesia popular potiguar como estrela de primeira grandeza.
CARTA A ANTÔNIO FRANCISCO
Dia tal do ano tal,
Mês do nosso carnaval,
Bairro do Abolição
Vizinho do Redenção.
– Caro, Antônio Francisco,
Daqui vai esse rabisco
Pra pedir sua presença
Nesse chão esburacado
Que se encontra bem ao lado
Da rua da descrença.
Não queria amigo não
Por nada nem um tostão
Dessa vez lhe azucrinar,
Mas não podemos calar
Nem deixar de novo o povo
Dormir no ponto de novo,
Ser de novo aratacado
Posto em uma quarentena
Penar até fazer pena,
Quarar até ficar quarado.
“Não vou falar do prefeito”
Que leva tudo no eito
Para não lhe aborrecer,
Também não vou lhe dizer
Que Mossoró vai afundar
“Para não lhe aperrear”.
Pois quem está aqui co’a gente
É o poeta Concriz
Com pá, enxada e verniz...
Com três fervendo e um quente...
Avisando que deixou
De ser poeta e sentou
Uma pequena bodega,
Mas isso só lhe deu prega.
Agora está destemido,
Destemido e decidido
Em mostrar como se tapa
Cada buraco daqui
Sem colocar rififi,
Farofada nem garapa.
Pois nós já estamos sem cara
De encarar esse compara
Desse tal tapa, destapa
Que precisamos de mapa
Para andar por essa banda
Devido a grande demanda
De buraco, cacimbão,
E fenda por todo canto
Tirando todo o encanto
Do rimado desse chão.
Aqui está tudo truncado,
Truncado e desajustado.
Nossa gente chupa o dedo
Buscando deixar o medo
Na ponta de sua língua.
Vive se queixando de íngua
De tanto pisar em falso
E em tanta boca de lobo
Que já anda de quengo bobo
Sem via, gosto e descalço.
Talvez tapando os buracos
Recolhemos todos os cacos,
Do governo a paciência:
Um pouco de consciência,
Naco de democracia,
Taco de cidadania.
Talvez a gente compondo,
Compondo isto compomos
O que realmente somos:
Mordida de marimbondo.
José