Terra Terra Fotolog
Rosamaria Gomes

Postado por Rosamaria Gomes em 22/05/2005 22:37

Clube da Luluzinha no Histológico
Vanessa, Moana, Thaís, Vega, Eu e Dany - em cima; e Lázara e Fabi - em baixo...


Comentários (15):

Em 22/05/2005, às 22:40:21, Rede Ceará | fotolog disse:
Legal seu fotolog.
Fica aqui o convite para conhecer a Rede Ceará.
Em 25/05/2005, às 20:29:36, GiGaFoto Fotolog | página pessoal disse:
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Em 8/06/2005, às 08:16:57, Litinha disse:
Rosinha como é bom te ver assim tão feliz, fazendo o que gosta. Beijos. Litinha
Em 10/06/2005, às 20:08:29, Cibele | página pessoal disse:
Oi linda, como vc esta? passei so para da um alorzinho
Beijos e saudades
Em 21/11/2005, às 09:56:59, Emílio Moitas disse:
Caros Amigos
Parabéns pelas excelentes fotos, sou um jovem que vivo em Portugal, e estou a efectuar um trabalho sobre a antiga vila Nova de Arronches do Brasil, que hoje se chama de Parangaba em Fortaleza, sealgum de vós tiver alguma informação ou fotos dessa vila que queira partilhar, ficaria muito agradecido. A minha paixão é a etnografia e a história, também adoro fotografiatenho milhares de fotos da região onde habito.
Já agora aqui em Portugal ainda existe uma vila denominada de Arronches, que é o local onde resido e trabalho.
Espero os vossos contactos

Um Grande Abraço

emiliomoitas@mail.pt

Emílio Moitas
Em 8/04/2006, às 07:27:48, Emílio Moitas | e-mail disse:
Lendas e Tradições

A Moura encantada do Monte da capela

Conta-se que na noite de S. João, entre a meia-noite e a uma hora da madrugada, aparece uma linda Princesa Moura, junto a uma azinheira, sentada sobre ruínas de um velho muro existente no Monte da Capela.
A bela Princesa sentada no muro, penteando os seus longos cabelos negros, chora a sua triste sina, esperando que na noite de S. João o seu encante seja quebrado. Este encante teve origem na promessa que a Princesa tinha feito a um jovem cavaleiro, prometendo que ali esperaria o seu regresso da guerra para casarem. Os anos foram passando e do cavaleiro não havia notícias. Desesperada com a demora, ou por julgar o seu amado morto na guerra, numa noite de lua cheia, a Princesa transformou-se numa grande serpente, jurando vingar-se dos homens.
A única forma de o encante se quebrar será se, na noite de S. João, um rapaz solteiro se deixar acariciar pela serpente. Se for valente e não fugir, nem gritar de medo, a serpente volta a transformar-se em Princesa. Caso se verifique o contrário, a princesa continuará serpente e o rapaz será transformado em mais uma pedra do muro.
O dia em que o encante for quebrado a Princesa casará com o valente rapaz, que será ainda recompensado com um valioso tesouro, há muitos anos enterrado junto ao velho muro.

Farelos e farinha

Na ribeira de Arronches, as filhas solteiras dos moleiros tinham por costume, na noite de S. João, colocar sobre uma mesa um prato com farinha, outro com farinha e farelos e ainda outro só com farelos. Um rapaz ou uma rapariga eram levados para junto da mesa com os olhos vendados. De seguida, colocavam a mão direita sobre um desses pratos. Segundo reza a crença, se tocassem no prato que continha a farinha – casariam ricos; se tocassem no prato com farinha e farelos- casariam remediados; e se tocassem no prato dos farelos – casariam pobres.







Figos

Na freguesia de Mosteiros, ainda hoje é frequente proceder-se à apanha dos figo
Em 8/04/2006, às 07:32:07, Emílio Moitas disse:
Figos

Na freguesia de Mosteiros, ainda hoje é frequente proceder-se à apanha dos figos lampos, na manhã de S. João. É crença que estes figos, rociados do orvalho bento da madrugada, possuem virtudes benéficas e, por isso, constituem um presente característico desta data, geralmente oferecido pelos rapazes às raparigas, ou ainda pelos ganadeiros às lavradoras dos montes onde trabalhavam.



A Oliveira e o Loureiro

Em Hortas de Baixo, a oliveira e o loureiro também prognosticavam amores, colhidos à meia–noite, pelo S. João. As raparigas solteiras cortam um raminho destas árvores nessa ocasião, dizendo:

Ó bom S. João Baptista
Protector das solteiras
Desvendai a minha sorte
Neste ramo de oliveira

E o augúrio era favorável se aparecessem duas folhas juntas.
Também atiravam três folhas à lareira, ao dar a meia–noite, atribuindo a cada uma o nome de um rapaz: a primeira folha que estalasse indicava o nome do futuro marido.


Peneirar a farinha

Pelo S. João, nos moinhos, as moças solteiras costumavam peneirar uma porção de farinha para um prato. Depois colocavam-no numa janela, ao relento. O prato ficava com a farinha, tal como esta tinha caído no mesmo.
No dia seguinte, antes de nascer o sol, iam ver o que estava retratado nesse prato: se estivesse uma enxada, o namorado seria um cavador; se fosse um arado, seria um lavrador e se fosse um livro, seria um professor.

Recolhas: de E. Moitas, junto de Maria Laranjeira, D. Felismina, F. Curião, L. Muralhas, Francisca Venâncio e Vicência Moitas.



Em 8/04/2006, às 07:36:11, Emílio Moitas disse:
Apresentando a Freguesia...

Mosteiros é uma das 3 freguesias do concelho de Arronches e ocupa uma área total de 52,6 km2 do concelho de Arronches, estando uma parte significativa da mesma integrada no Parque Natural da Serra de S. Mamede, uma zona de elevada importância geomorfológica e paisagística.
A densidade populacional é de 8,5 HB Km2 (2001), a população residente de 449 indivíduos (2001), edifícios 261 (2001) e núcleos familiares residentes 140 (2001).
A freguesia localiza-se no extremo norte do concelho de Arronches e seu limite com o concelho de Portalegre, na margem esquerda da ribeira de Arronches, afluente do Rio Caia. Dista da sede do concelho cerca de 9 quilómetros.
Foi antiga freguesia de Nossa Senhora da Graça de Mosteiros, tendo sido curato anual de apresentação da mitra, no termo de Arronches e esteve anexada às freguesias de Esperança e Degolados até à data de 1 de Setembro de 1887.
Do seu património histórico edificado, há a assinalar a igreja matriz de N. Sra. da Graça, igreja da S. Bento, ermida do Monte da Venda, ruínas da villa romana do Monte da Capela, antas das Sarnadas e Fartos.
A freguesia de Mosteiros, tem como base económica a agricultura, olivicultura, pecuária, exploração de cortiça, aproveitamento dos montados de azinho, produção de carvão, panificação e comércio.
É servida por uma razoável rede de vias de comunicação, tendo ligação directa a Arronches, Portalegre, e a Espanha (por a Tojeira).
Da freguesia de Mosteiros fazem parte os seguintes lugares: Casa nova e Casa Nova da Sobreira, Colmeal, Barulho, Fazenda Nova, Joinal, Moeda, Nave Fria, Sobrado, Outeiro, Pomarinho, Pomar de Zuzarta, Pombal e Serrinha.


Em 13/09/2006, às 18:16:14, Emilio Moitas disse:
Zambujal – Arronches - Portugal

Morgado do Zambujal

D. Luís da Mesquita Pimentel
Instituiu o Morgado do Zambujal no termo de Arronches, em vinte e quatro de Abril do ano de mil quinhentos e vinte e nove (1529).
No sítio do Zambujal, situado entre o rio Caia e a ribeira de Algalé. Aqui veio expiar a sua pena um nobre da corte portuguesa, condenado pelo Rei, desterrado nesta zona, aqui neste local ermo, tendo apenas por vizinhos os moleiros dos antigos moinhos do rio Caia, aqui edificou uma pequena fortaleza e ermida. Depois da sua morte, abandonada a fortaleza permaneceu séculos em ruínas, tendo sido reconstruída e adaptada para monte alentejano no final de 1980.
Localizada e envolvida pelas águas da barragem do Caia, a velha fortaleza do Zambujal é um local de grande beleza.

Bibliografia - Livro da Cancelaria de D. João III

Emílio Moitas

Para mais Informação contacte


Em 18/09/2006, às 11:12:53, Emílio Moitas disse:





Zambujal – Arronches - Portugal

Morgado do Zambujal

D. Luís da Mesquita Pimentel
Instituiu o Morgado do Zambujal no termo de Arronches, em vinte e quatro de Abril do ano de mil quinhentos e vinte e nove (1529).
No sítio do Zambujal, situado entre o rio Caia e a ribeira de Algalé. Aqui veio expiar a sua pena um nobre da corte portuguesa, condenado pelo Rei, desterrado nesta zona, aqui neste local ermo, tendo apenas por vizinhos os moleiros dos antigos moinhos do rio Caia, aqui edificou uma pequena fortaleza e ermida. Depois da sua morte, abandonada a fortaleza permaneceu séculos em ruínas, tendo sido reconstruída e adaptada para monte alentejano no final de 1980.
Localizada e envolvida pelas águas da barragem do Caia, a velha fortaleza do Zambujal é um local de grande beleza.

Bibliografia - Livro da Cancelaria de D. João III

Emílio Moitas
Para mais Inf
Em 29/03/2007, às 19:10:08, Moitas disse:



Bairros de Fortaleza

Parangaba – Arronches



Alguns bairros de Fortaleza, que tinham nomes diferentes, em décadas passadas: Parangaba era Vila Nova de Arronches, Pirocaia era o nome do atual Montese, Carlito Pamplona era Brasil Oiticica, Açude João Lopes era como se chamava o atual Morro do Ouro. São Gerardo era Alagadiço, Antônio Bezerra era Barro Vermelho, a Praia de Iracema era Praia do Peixe. Aldeota era Outeiro e, também Aldeiota. Dionísio Torres era Estância, Castelão era Mata Galinha e Parquelândia ocupa a área que antes era do Campo do Pio e do Coqueirinho.

Alto da Balança era o nome original da atual Aerolândia e o Lagamar agora é Tancredo Neves. Caso peculiar: o antigo Otávio Bonfim teve o nome trocado para Farias Brito, porém ninguém aceitou a mudança e o bairro continua a ser conhecido como Otávio Bonfim. Prainha é o nome correto da área antiga onde agora está o Centro Dragão do Mar e que o povo, por falta de informação chama Praia.
Em 29/03/2007, às 19:12:40, Moitas disse:
Tudo começou em 1607 com os padres jesuítas

A devoção pela Coroa do Bom Jesus dos Aflitos data de 1607, quando os padres jesuítas Francisco Pinto e Luiz Figueira começaram a reverenciá-la. Costume passado ao longo dos séculos e hoje vivido durante quatro meses pelos paroquianos do bairro Parangaba.

Todos os anos, a comunidade se reúne no segundo domingo de setembro na Igreja Matriz da Paróquia do Bom Jesus dos Aflitos, em Parangaba. (antiga vila Nova de Arronches), Celebram a missa e assistem à ´Descida da Coroa´ - momento em que a coroa de espinhos é retirada da cabeça de Jesus.

O padre, antes da bênção final, sobe pelo altar da igreja até alcançar o topo da imagem de Cristo na cruz. De lá, ele retira a coroa. Com ela, abençoa a comunidade e a entrega ao povo. Inicia-se, então, uma grande peregrinação, convidando a todos para a celebração do Natal.

A festa só é encerrada no primeiro domingo de janeiro, com a subida da coroa (ela é recolocada na cabeça de Jesus). Durante o
Em 10/05/2007, às 20:14:12, Emilio Moitas disse:
Arronches – Portugal

Morgado do Zambujal

D. Luís da Mesquita Pimentel
Instituiu o Morgado do Zambujal no termo de Arronches , em vinte e quatro de Abril do ano de mil quinhentos e vinte e nove (1529).
No si¬tio do Zambujal, situado entre o rio Caia e a ribeira de Algalé. Aqui veio expiar a sua pena um nobre da corte portuguesa, condenado pelo Rei, desterrado nesta zona, aqui neste local ermo, tendo apenas por vizinhos os moleiros dos antigos moinhos do rio Caia, aqui edificou uma pequena fortaleza e ermida. Depois da sua morte, abandonada a fortaleza permaneceu séculos em ruínas, tendo sido reconstruída e adaptada para monte alentejano no final de 1980.
Localizada numa pequena península e envolvida pelas Ãguas da barragem do Caia, a velha fortaleza do Zambujal é um local de grande beleza.

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