Comentários (10):
Em 2/11/2009, às 10:31:11,
BELLETTI
disse:
Estaria o camelô vendendo "bixigas",na lingua dos paulistas?Ou seria um atrativo para outras peças?
Em 2/11/2009, às 10:38:21,
Luiz D´
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página pessoal
disse:
A barraca ao fundo é enorme, não parecendo coisa de camelô comum. Talvez fosse uma feira popular.
Em 2/11/2009, às 10:42:40,
Observador Ortográfico
disse:
Cuidado que o Rafael está voltando e vai reclamar da falta do acento indicativo de crase.
Em 2/11/2009, às 11:44:41,
Alcyone
disse:
Me parece que são barracas do tipo que se encontram em feirinhas de fim de semana. Junto à barraca grande, há uma outra menor, também com roupas penduradas.
Antigamente, nas feiras livres, se encontrava esse tipo de barraquinha nas quais eram vendidas roupas e sapatos. Não sei se ainda existem.
Em 2/11/2009, às 11:45:53,
Lavra
disse:
O comércio retratado aqui, é de uma inocência à toda prova, se comparada a de produtos pirateados ou falsificados como o exercido hoje.
Em 2/11/2009, às 13:14:01,
Richard
disse:
Esta feira não é daquelas periódicas (toda 4a. feira...). Ninguém faria campanha contra uma feira dessas, que não atrapalhava nada.
Em 2/11/2009, às 14:38:25,
Derani
disse:
Malditos camelôs!
Ainda bem que acabaram...
Em 2/11/2009, às 16:55:55,
Apqrecida
disse:
Tudo que mostra o passado tem valor e maldizer os camelos e maldizer nossa cultura de rua.Obs. não sou camelo.
Em 2/11/2009, às 17:25:04,
Observador Ferino
disse:
Talvez um Dromedário.
Em 2/11/2009, às 19:11:50,
M.Lobo
disse:
Os camelôs acabaram ??!!
Onde!!