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Saudades do Rio - O Clone

Categoria: Bairros e Cidades
Postado por Saudades do Rio - AD em 09/11/2009 10:23

Camelôs no Distrito Federal - Madureira, Rio - Janeiro de 1959
.

Foto 2/2

Domingo em Copacabana e 2a. feira em Madureira.

A reportagem de O Globo foi à Madureira em 29/01/1959. O comércio ambulante continua atuante no bairro e os camelôs vendem de tudo, competindo com os comerciantes e estreitando a passagem dos pedestres.

Quando é que vamos resolver isso ?

A.D.



Comentários (22):

Em 9/11/2009, às 10:30:27, Observador desatento disse:
Em nome do desemprego isso nunca vai acabar. Tem camelô rico, com mais de um ponto de venda etc, etc.Não pagam impostos, muito menos o de renda, ora! As mercadorias do paraíba da foto parecem agradar às jovens enhoras.
Em 9/11/2009, às 10:33:35, Luiz D´ | página pessoal disse:

O segundo cameô parece preocupado com o "rapa". A senhora em primeiro plano parece perguntar "quanto???" e a outra sorri do preço pedido pelo camelô.
Em 9/11/2009, às 10:37:09, Andre Decourt | página pessoal disse:
O chão está parecendo o da orla nesse fim de semana....
Em 9/11/2009, às 10:47:53, Lavra disse:
No século XXIX os descendentes desses mesmos comerciantes informais estarão vendendo mercadorias aos passageiros que do trem levitador, movido a energia cósmica.
Em 9/11/2009, às 10:49:17, Lavra disse:
Errata: saltarem do trem
Em 9/11/2009, às 11:25:51, Derani | fotolog disse:

Isso aí comparado com um camelódromo hoje em dia parece até butique.
Em 9/11/2009, às 11:51:48, Candeias disse:
Conheço uma de camelô-empresário, ou vice-versa, tanto faz. Um conhecido meu separou-se da mulher, filha de um conhecidíssimo advogado do Rio. Na separação ele ficou obrigado a pagar um valor mensal exorbitante, ou melhor, um porcentual exorbitante sobre os seus vencimento mensais. Ele pediu demissão da empresa onde trabalhava e ganhava muito bem, registrou-se como autônomo e tornou-se proprietário de barracas de camelô, pagando o mesmo porcentual mas sobre alguns salários mínimos a título de pensão alimentícia para a mulher. Os filhos, já adolescentes, recebiam dele diretamente dinheiro para as despesas.
Em 9/11/2009, às 13:33:26, Alcyone disse:
Será que serei açoitada se disser que no século XXIX as minhas descendentes estarão comprando mercadorias dos descendentes desses mesmos comerciantes informais?
Não, por favor não me agridam. Foi só brincadeirinha.
Em 9/11/2009, às 13:47:21, JBAN disse:

Pelo ritmo da coisa, no século XXIXsó teremos ratos,baratas e pombos e talvez algum camelô habitando a Terra.

Em 9/11/2009, às 13:52:14, Futurista disse:
Com certeza, tia Alcyone. A genética é uma força poderosa.
Em 9/11/2009, às 15:08:15, Hélio D. Fonseca disse:

O local da foto 1 seria Av Edgard Romero próximo à quadra da Império Serrano? Quem se lembra da Padaria e Confeitaria Madureira? Onde ficava?
A foto 2 lembra a Carvalho de Souza.Será??
Em 9/11/2009, às 15:24:50, Guia Rex disse:

A Padaria e Confeitaria Madureira fica em Madureira.

Já a Futurista fica em Ipanema.

Em 9/11/2009, às 15:29:19, Google Maps disse:

Padaria E Confeitaria Perola De Madureira
rua carvalho de sousa 30, Rio De Janeiro 21350-180, RJ

p: 2125013699

Em 9/11/2009, às 16:37:07, NALU disse:
Esses nomes de comércios antigos, como padarias, têm a marca (genética) da lírica lusitana. Há nomes que são poemas!
Atualmente a camelotagem está mudando de cara, mas ainda existem aqueles "autônomos" que se arriscam em caixotinhos, carrinhos de supermercado e carrocinhas de isopor verdadeiramente nojentos. Há alguns desses nas redondezas, em calçadas de maior movimento, perto de pontos de ônibus e vans (outra praga). Isso reflete outro problema: a quantidade estúpida de mão-de-obra sem qualificação, que cada vez aumenta mais, não só pela migração, como pelo pouquíssimo interesse das "otoridades" na educação e na formação profissional dessas gerações de brasileiros.
Em 9/11/2009, às 16:42:09, Futurista disse:
"Esses nomes de comércios antigos, como padarias, têm a marca (genética) da lírica lusitana. Há nomes que são poemas!"

O quê???
Em 9/11/2009, às 17:02:01, BELLETTI disse:
Camelô da Rua Larga.Lembram? Isto á foi tema de chanchada e vai ficar eternamente nas ruas deste país.Aliás não conheço nenhuma capital brasileira que não os tenha.Isto sem contar as famosas feirinhas ou ou feiões como em São Paulo (25 de Março) e Brasilia( Uma tal de feira do Paraguai na Capital Federal)Aliás os candangos preferem chamar de "feira dos importados".Ninguém merece!!!
Em 9/11/2009, às 17:03:40, BELLETTI disse:
COrrigindo= Já foi tema
Feirões.
Em 9/11/2009, às 17:39:29, NALU disse:
Caro/a Futurista, explico: eu estava me referindo ao nome da padaria e confeitaria Perola de Madureira, citada pelo Google Maps, que comentou antes de mim. Antigos, porque hoje os nomes dos estabelecimentos do gênero estão mais para Sitting Bull Fast Food & Delivery, ou Le Petit Gateau Noir, compreendeu?
Em 9/11/2009, às 18:57:22, Augusto disse:
Eu arriscaria na foto 1 a Rua Carolina Machado e na foto 2 a Rua Conselheiro Galvão.
Em 9/11/2009, às 19:10:12, Hélio D. Fonseca disse:
NALU: A Pérola de Madureira não é a mesma da foto que, salvo erro de visão, tem o nome de Confeitaria e Padaria Madureira.Também a rua é muito larga para ser a Carvalho de Sousa. Naquela época não existia o Google Maps o que reforça a convicção de não haver identidade entre elas.A indicada pelo Google é bem mais nova e está no endereço fornecido. Portanto, o mistério continua quanto a sua localização em Madureira(entendeu Guia Rex?)
Em 9/11/2009, às 22:04:01, Senna disse:
No alto, junto a marquise um daqueles alarmes de antigamente.
Taí JBAN, interessante, não vamos saber como os ratos, baratas e pombos viverão sem os restos dos alimentos dos humanos. Será que vão saber se virar?
Em 10/11/2009, às 00:18:07, Ronaldo Martins | e-mail disse:
A foto 1 é Av. Ministro Edgar Romero. O predio a nossa direita é esquina com Estrada do Portela. Fora do foco da foto, a frente deste prédio, na época ficava o velho Mercado de Madureira, ainda não totalmente substituido pelo atual Mercadão, prédio em que hojé esta a sede da G.R. Escola de Samba Império Serrano. O prédio da padaria, a servidão e o bar não mais existem, estando em seu lugar a Galeria São Luiz. A servidão (com arco) era acesso a quadra de um clube de carnaval. Em seu lugar foi construido o prédio dos cines Madureira 1 e 2 na Rua Dagmar da Fonseca. Os cinemas estão extintos mais o prédio está em pé e somente é usado o seu estacinamento. (pelos menos ainda não é igreja).

Ao fundo a direita vê-se duas das torres de transmissão da Light. Por baixo destas torres, em um corredor de 5 km de extensão, são hortas de ervas medicinais e misticas. Esta ervas são comercializadas no Mercadão de Madureira. Veja em Google Earth a faixa verde.

AD, peço-lhe, se possivel, que me envie esta foto em alta. A finalidade é fazer pesquisas quantos aos prédio apresentados. Sendo possível peço enviar para mercadao50anos@bol.com.br

Um convite a todos: No domingo 15/11, estará acontecendo a festa pública de comeração dos 50 anos do atual prédio do Mercadão de Madureira. Para o evento será fechada a Av. M. Edgar Romero da saída do Viaduto Negrão de Lima até a Rua Borborema, com trânsito desviado para as ruas laterais.

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