Comentários (4):
Em 12/03/2007, às 00:16:10,
Deth Haak
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disse:
A ti Mulher...
Incenso as curvas de sua imagem em todas as hordas
Afrodite das quimeras, Cleópatra de minhas folhas
Taj Mahal dos suspiros, flanando em suaves bolhas
Valsam delírios harpejados a ti Mulher todas as horas.
A Ti mulher...
Carbonizadas em novecentos e onze, elevamos-te glorias.
Na pena e voz de Nizia Floresta abrolhadas neste interlúdio
C’ o cintilado, acendendo em ti Mulher o âmago da memória.
Idos que clamaram respeito igualdade e validação neste prelúdio.
A ti Mulher...
Guerreiras de Orfeu! Dadivosas poetisas que versejadas
Nas rimas de Zilá Mamede, clamam a Auta de Souza
Os versos que neste solo das letras, tinjam as alvoradas
Em tributo a Leda Maciel, fruto que perdurará na lousa!
A ti Mulher...
Um bouquet de Amor-perfeito que a POESIA enlaça na seara
E aroma de Magnólias os campos qual a brisa na orvalhada
Beijamos-te as mãos, nesta linda melodia, elevo solo que ara
Semens do papiro que inda flora neste chão da Mulher amada.
A ti
Em 12/03/2007, às 00:31:45,
deth haak
disse:
A ti Mulher...
Que deita a sombra deste poema, o tálamo colorido em teias
Atormentadas no templo, conquistando feitiço em odes casta
No fino aroma espargido ao vento na verve desconexa das peias
Inda fascinam o viver, martirizando o corpo numa dor tão vasta.
A ti Mulher...
As Meninas Moças e Senhoras a quem canto esta prosa,
Mães e avos, primas irmãs, as Marias tão sublimadas.
Que colhem na existência ainda que lhe espete a Rosa
Nefelibatas nuas de meu ser, nos orgasmos jaz cintilada...
A ti Mulher...
“A Poetisa dos Ventos”
Deth Haak
Cônsul Poetadelmundo- RN
SPVA-RN; Sociedade dos Poetas Vivos e Afins do RN
Em 29/03/2007, às 13:50:59,
Deth Haak
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disse:
O ÚTIMO SARAU...
Não apagará da minha lembrança
A flor que ora murcha a vida
Pra brotar na morte a esperança
Da poesia HOJE por mim lida...
A voz sufocada na garganta
Por uma rima combalida
No lábio ferido que a morte estanca
Em vida, uma estrela tão querida!
Poemas e os poetas e um violão,
Esmaece o corpo frágil em contrição
No pranto que banha a dita emoção
Dum adeus que ouve a antiga canção.
Que embriagou os nossos sentidos
Num bolero mais que perfeito
Desvirginando a noite entre queridos
Na serenata que alourou ninando o feito.
Leda Maciel não será esquecida!
Seu brilho ofuscara outras estrelas
E a lua matizará envaidecida
Os seus versos em outras telas.
Em 29/03/2007, às 13:57:25,
Deth Haak
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disse:
As dores transmutadas em Lírios
Nos bacios de nossas vidas
Olorando de poesias prados e rios
Nas partituras de suas melodias...
Ouvindo áreas em alaúdes as passaradas
Que revolverão um passado tão presente
Esmaecendo no corpo da noite estrelada
No ultimo sarau que nos ofereceste!
Leda Maciel, se possível for voltar,
Sejas tu, parida pelo ventre da poesia
Que batizou seus sonhos e seu cantar.
Encante acordando a saudade boemia.
Ouvindo do Pedro Grilo tenor, seus versos,
No violão de Américo Pita as suas poesias
Na voz do vento a vida, seguira seus exemplos
Espargindo na lida, corais cantados em elegias.
“A Poetisa dos Ventos”
Deth Haak
Cônsul Poeta del Mundo
SPVA-RN: Sociedade dos Poetas vivos e Afins do RN