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tata*_εїз

Postado por Tata em 04/07/2006 14:02

Estava na hora de atualizar..
Há uma grande diversidade de assuntos que poderia abordar como tema principal do meu pequeno paper (como dizia a lindíssima e elegantérrima da minha ex-professora de língua portuguesa Nanci Pietro), mas é por causa dessa variação de temas que fica difícil escolher algo para dissertar aqui.
Poderia escrever sobre relacionamento interpessoal, estética, publicidade, poder de manipulação, gorduras, calorias, doença, ginástica, letras de música, enfim, ‘falar’ de qualquer coisa que me rodeou esta pequena manhã. Ou até mesmo redigir sobre algo que me marcou ontem, anteontem, semana passada, mês passado, ano passado... Como é complicado tomar uma decisão, fazer uma escolha!
Bingo!
Sem mais e nem menos consegui um tema crucial para abordar hoje. “Decisão, escolha…” Esse será o assunto ‘do dia’...

Desde que o mundo é mundo, o ser humano é obrigado a tomar uma série de decisões podendo ser classificada (por mim mesma) de decisões racionais ou irracionais. É isso mesmo, existem escolhas que são feitas sem pensar, de praxe, realizadas sem saber o por quê. Um exemplo seria na fase ‘chita’ (melhor do que falar em fase dos macacos.. rsrsr), onde eles não pensavam, mas faziam uma série de escolhas com as quais ajudariam a sobreviver da forma que mais agradasse naquela época. Optavam, por exemplo, em não comer o limão, pois era azedo e preferia comer uma banana, que era mais doce. De qualquer forma, escolhiam considerando o que lhes agradasse mais no paladar, não se a banana é uma fonte riquíssima de potássio, que faz bem ao organismo e combate a câimbra.
Hoje em dia, ainda fazemos esse tipo de escolha, mas ela é realizada juntamente com racionalidade, pois somos moldados assim desde que nascemos. Dentro do mesmo exemplo citado acima, quando a mãe começa a introduzir uma alimentação diferente da que um bebê está habituado, ele irá optar pelo o que agradará melhor o seu paladar. Quando está maior, já sabe muito bem o que realmente quer e ainda possui argumentos (plausíveis ou não) para convencer a sua mãe. Ele diz assim: “-Mamãe, eu não vou comer essa droga de jiló por que é muito ruim!” ou “-Mamãe, eu vou trocar o meu prato de arroz com feijão por um pacote de Trakinas, pois é rico de vitaminas e sais minerais, além de ser uma fonte riquíssima de fibras!” (criança inteligente, essa! Hahahahaha..), isso vai sendo moldado da forma que a mãe quer, a TV quer, a sociedade deseja...
Conforme vamos crescendo, aumenta o número de decisões e o grau de importância. No caso das mulheres, as escolhas duplicam! São: roupa, cabelo, unhas, faculdade, namorado, noivo, marido, filhos, carro, emprego, sapatos, livros, estilos, forma de agir, pensar, escrever, falar, se portar, sorrir, chorar, marca do absorvente, remédios para TPM, chocolates, garrafa d’água, ginástica, yoga, boxe, RPG (reeducação postural), dança do ventre, perfumes, colônias, depiladora, médico, nutricionista, cabeleireiro, escola dos filhos, móveis para casa, cor da toalhinha que ficará sobre a mesinha de canto da sala de estar (?!), roupa dos filhos e do marido, marca do sabão em pó, compras, comida, cardápio...
Enfim, diariamente fazemos uma porção de escolhas e cada uma muda a nossa vida radicalmente. Seja pela opção do sabor do drops, escolha musical, a forma de ver os outros, a escolha da faculdade, etc... Só uma coisa que acho essencial, decisão tomada, tem que ser feita pelos seus desejos e não porque a filha-da-vizinha-da-prima-da-tia-avó quer... Hahahaa...
Escrevi, escrevi, mas como sempre não dei um fim no assunto... Ai, ai, q assim seja feito! Esta é a MINHA DECISÃO!
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk....



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